Meditações In Verbo Tuo

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Meditações In Verbo Tuo Autor de Na Palavra ao Encontro de Deus e O nome da Virgem era Maria. Nesta página, contemplamos a Palavra que ilumina a vida e transforma o coração.

Cada texto é um convite a encontrar Deus no silêncio das palavras, tendo por base a liturgia diária.

Há uma pergunta que, mais cedo ou mais tarde, pode surgir no coração de cada cristão: se Deus conhece o meu coração e po...
17/09/2026

Há uma pergunta que, mais cedo ou mais tarde, pode surgir no coração de cada cristão: se Deus conhece o meu coração e pode perdoar-me diretamente, porque hei de confessar os meus pecados a um homem igual a mim?
O Evangelho de hoje ajuda-nos a perceber que Deus não nos salva à distância. Jesus deixa-Se aproximar, deixa-Se tocar e entra concretamente na vida daquela mulher. O Seu perdão não f**a numa ideia bonita, mas torna-se encontro, palavra, presença e transformação.
É verdade a afirmação que muitas vezes utilizamos de que o sacerdote é um homem como nós. Também ele precisa da misericórdia de Deus. Mas é precisamente através dessa humanidade que Cristo escolheu oferecer-nos o Seu perdão. Na confissão, não vamos simplesmente contar os nossos pecados a um homem; vamos ao encontro de Cristo que, através do ministério do sacerdote, nos diz: «Os teus pecados estão perdoados. Vai em paz.»
A mulher de que nos fala o Evangelho não esconde as suas feridas. Aproxima-se de Jesus com tudo aquilo que é. E Jesus não a humilha. Pelo contrário, restitui-lhe a dignidade. O amor que ela recebe transforma-se numa resposta de amor.
É aqui que podemos também olhar para São Francisco de Assis, no contexto deste 8.º centenário da sua morte. Francisco não quis apenas falar de Cristo. Quis conformar a sua vida com Cristo. E, no monte Alverne, recebeu no próprio corpo a impressão das chagas do Senhor.
As chagas de Francisco recordam-nos que o amor de Deus não é uma teoria. Este deixa deixa marcas. O perdão recebido também deve deixar marcas em nós: uma vida mais humilde, mais reconciliada, mais capaz de perdoar e de amar. Uma vida de paz e bem. Diante disto, talvez seja esta a pergunta que hoje o Senhor nos faz: deixo que a misericórdia de Deus toque realmente as minhas feridas?

Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
XXIV Semana do Tempo Comum

🙏 E se, por alguns minutos, todos os dias, parasse para escutar o que Deus tem para lhe dizer?A Liturgia da Palavra não ...
16/09/2026

🙏 E se, por alguns minutos, todos os dias, parasse para escutar o que Deus tem para lhe dizer?

A Liturgia da Palavra não é apenas um conjunto de leituras.

É Palavra viva.
É convite à reflexão.
É uma oportunidade para olhar para a nossa vida com outros olhos e descobrir, no meio das alegrias, das dúvidas e das dificuldades, que Deus continua a caminhar connosco. ❤️

🌿 Todos os dias, uma nova meditação.
📖 Reflexões a partir da Liturgia da Palavra proposta para cada dia.
🙏 Um espaço para fortalecer a fé.
✨ Momentos de esperança para continuar o caminho.

E porque a caminhada também pode continuar através da leitura, encontrará igualmente na página links para adquirir livros que aprofundam este encontro com a fé e com a Palavra:

📚 Na Palavra, ao encontro de Deus https://www.atlanticbookshop.pt/ficcao/na-palavra-ao-encontro-de-deus

📚 O nome da Virgem era Maria - https://cordeldeprata.pt/livraria/o-nome-da-virgem-era-maria/

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💙 Porque todos os dias Deus nos fala.
Talvez hoje seja o dia de parar… e escutar.

Jesus, no Evangelho de hoje, apresenta-nos uma geração que parece nunca estar satisfeita, diríamos até, que quase nos of...
16/09/2026

Jesus, no Evangelho de hoje, apresenta-nos uma geração que parece nunca estar satisfeita, diríamos até, que quase nos oferece uma imagem da realidade contemporânea. João Baptista veio com uma vida austera, e disseram: «Tem um demónio». Jesus veio próximo das pessoas, sentando-se à mesa com pecadores, e disseram: «Aí está um glutão e amigo de pecadores».
Contudo, verif**amos hoje que o problema não nem em João nem em Jesus. Estava, sim, num coração que já tinha decidido não acolher aquilo que Deus estava a dizer. E quantas vezes apercebemo-nos desta realidade à nossa volta.
É por este motivo que Jesus afirma: «A Sabedoria é justif**ada por todos os seus filhos.» A sabedoria de Deus não precisa de se impor pela força. Ela manifesta-se pelos seus frutos, pela vida daqueles que a acolhem e naturalmente deixam que ela frutifique para aqueles que os rodeiam.
Talvez esta seja uma pergunta importante que nos façamos hoje: Que frutos produz em mim a sabedoria do Evangelho?
Se a Palavra de Deus me torna mais paciente, mais misericordioso, mais humilde, mais capaz de perdoar, de servir e de amar, então essa Palavra está a dar fruto em mim.
A sabedoria do Evangelho consiste, muitas vezes, em reconhecer Deus quando Ele não se apresenta como nós esperávamos, com uma imagem que nós criamos. João não correspondia às expectativas; Jesus também não. E Deus continua muitas vezes a surpreender-nos através de pessoas, acontecimentos e caminhos que não tínhamos escolhido.
Urge não esquecermos que a verdadeira sabedoria não se prova pelo que dizemos, mas pelos frutos que a nossa vida produz e podemos partilhar.

Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
XXIV Semana do Tempo Comum

O nosso olhar continua voltado para o Calvário, onde o amor continua a revelar-se maior do que a Cruz.Na Cruz, contempla...
15/09/2026

O nosso olhar continua voltado para o Calvário, onde o amor continua a revelar-se maior do que a Cruz.
Na Cruz, contemplamos a revelação do amor materno com que Deus nos ama, através de Maria Santíssima. Este amor, é revelado de forma sublime, quando junto à Cruz, Maria, segundo o relato de São João nos é apresentada de pé, firme, diante da dor do flagelo do próprio Filho.
É na Cruz que se reafirma o sim de Maria dado no momento da Anunciação. É na Cruz, que se cumprem os desígnios do Senhor, da espada que trespassará o Coração Imaculado da Mãe do Senhor. É na Cruz, que permanecendo de pé, abraça um legado de toda uma humanidade que é confiada aos seus cuidados.
Junto à Cruz, cumpre-se a profecia desta espada de dor que atravessa o tempo e a história.
O sim de Maria dado no princípio dos novos tempos, revela-nos que aceitar os desígnios de Deus é tarefa exigente, que não nos isenta da dor, da perda, da morte, mas que nos fortalece, quando aceitamos o cumprimento da Sua vontade.
Maria faz-nos olhar para a Cruz com outra leveza. É meditando o relato da Cruz, que percebemos que Deus nunca nos abandona, apesar das vezes em que lhe viramos as costas.
Com Maria, Senhora das dores, somos chamados a perseverar na luta sem armas, mas com a oração, na disponibilidade para o serviço que não é escravidão, mas liberdade, no nosso próprio sim ao amor que salva e que liberta, que atenua as dores do caminho, que fortalece nas quedas, que conforta na dor e permanece connosco diante da perda.
De olhar fixo no Calvário, lembremo-nos que temos Mãe. Uma Mãe que se deixa apunhalar e ainda assim, abre o Seu coração para nos receber, para nos fortalecer na caminhada de cada dia, e para que na hora da nossa morte, nos apresente ao Senhor, como filhos, apesar de nós.

Terça-feira, 15 de setembro de 2026
XXIV Semana do Tempo Comum

Talvez uma das imagens que mais dificuldade nos causa seja a Cruz.O homem de hoje olha para a cruz e, muitas vezes, vê n...
14/09/2026

Talvez uma das imagens que mais dificuldade nos causa seja a Cruz.
O homem de hoje olha para a cruz e, muitas vezes, vê nela um fardo, um sofrimento, um fracasso, uma condenação. Dizemos: «A minha cruz é esta…», como quem fala de algo que tem de suportar, de uma realidade que lhe foi imposta, de um fardo que carregamos sobre os ombros.
Hoje, somos chamados a olhar para a Cruz de outra maneira, pois, a Cruz não começa no sofrimento, mas sim, no amor.
A frase de hoje oferece-nos uma afirmação que é a chave para contemplar a Cruz. Antes de vermos os pregos, o sangue e a dor, somos chamados a contemplar um Deus que ama. Um Deus que não f**a distante perante a nossa fragilidade, mas entra nela. Um Deus que não salva o mundo à distância, mas entrega o próprio Filho por nós. Um Deus que Se oferece por nós, para entrar e transformar a nossa vida, dando-lhe um novo sentido.
Deste modo, a Cruz não é simplesmente um lugar de morte. É uma porta. A porta pela qual o amor de Deus entra na nossa história. A porta pela qual Cristo atravessa a nossa noite para nos conduzir à vida. A porta que se abre quando tudo parece fechado.
Hoje, somos chamados a reaprender o sentido da Cruz: não olhar para a nossa cruz apenas como aquilo que temos de suportar, mas como o lugar onde Deus pode encontrar-Se connosco.
Não signif**a romantizar o sofrimento. Signif**a acreditar que, mesmo no sofrimento que não escolhemos, Deus não nos abandona. Que nenhuma noite é suficientemente escura para impedir a presença de Cristo.
Contemplar a Cruz é aprender que o amor verdadeiro se entrega, que perdoa, que permanece, que não desiste. É descobrir que a última palavra não pertence à morte, mas à vida. Assim, ao celebrarmos a exaltação da Santa Cruz, exaltamos o amor que nela se revelou mais forte.

Segunda-feira, 14 de setembro de 2026
XXIV Semana do Tempo Comum

O Evangelho de hoje coloca-nos diante de uma pergunta que é tão antiga como tem reflexo na vida da sociedade atual: como...
13/09/2026

O Evangelho de hoje coloca-nos diante de uma pergunta que é tão antiga como tem reflexo na vida da sociedade atual: como podemos pedir perdão a Deus e, ao mesmo tempo, recusar o perdão ao nosso irmão.
Pedro pergunta a Jesus: «Quantas vezes devo perdoar?» E Jesus responde não com uma contagem, mas com uma atitude de vida: perdoar sempre, sem limites, sem condicionantes.
A parábola é muito clara. Um homem tinha uma dívida enorme e, porque pediu misericórdia, o senhor perdoou-lhe tudo. Mas, logo depois, esse mesmo homem encontra um companheiro que lhe deve muito menos e exige que lhe pague imediatamente. Recebeu misericórdia, mas não soube ser misericordioso. Soube tirar proveito da sua desgraça, mas não foi capaz de usar da mesma moeda para com o seu irmão.
E aqui está a mensagem profundamente atual deste Evangelho: é possível receber muito perdão e continuar a ser incapaz de perdoar.
Também nós carregamos feridas. Há palavras que nos magoaram, injustiças que não esquecemos, pessoas que nos desiludiram. Perdoar não signif**a dizer que o mal foi bem feito, nem fingir que nada aconteceu. Perdoar signif**a não permitir que o mal sofrido continue a governar o nosso coração.
Jesus pede-nos que sejamos livres. Não pede que sejamos ingénuos.
Hoje, somos chamados a ter presente que quando rezamos «perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido», estamos a fazer uma oração muito exigente. Estamos a pedir a Deus que nos trate com a mesma medida com que tratamos os outros. Por isso, o Evangelho convida-nos hoje a olhar para a nossa própria dívida diante de Deus e a reconhecer que tudo é graça. Tudo aquilo que somos, tudo aquilo que recebemos…

Domingo, 13 de setembro de 2026
XXIV Semana do Tempo Comum

Celebramos hoje, o Santíssimo Nome de Maria. Este trecho do Evangelho de hoje nos convida a olhar para a Mãe de Deus não...
12/09/2026

Celebramos hoje, o Santíssimo Nome de Maria. Este trecho do Evangelho de hoje nos convida a olhar para a Mãe de Deus não apenas pela pessoa que é, nem somente pelo nome que lhe foi dado, mas sobretudo pelos frutos do amor maternal que nos oferece.
Em Maria reconhecemos esta presença materna que nos acompanha, nos conduz ao seu Filho e nos ensina a acolher a vontade de Deus com fé, humildade e confiança. Os frutos abundantes que chegam até nós, através da Mãe do Senhor, nascem da sua união profunda com Cristo e da sua disponibilidade total para levar a cabo o plano de Deus.
Celebrar o Santíssimo Nome de Maria é, assim, celebrar uma Mãe cujo nome evoca ternura, proteção, esperança e entrega. Nela, encontramos um colo que nos acolhe, um abraço que nos envolve na ternura divina, uma força que nos faz ir mais além nesta procura de Deus.
Os frutos da nossa fé, serão colhidos na medida em que procurarmos imitar Maria, na disponibilidade de coração, no desejo de respondermos com fidelidade ao projeto de Deus. Que nela, encontremos sempre um farol que nos conduz à luz plena que é Cristo.
Ao louvarmos o seu nome, reconheçamos nela esta Mãe que permanece connosco, nas alegrias e nas tristezas, nas conquistas e nos fracassos. Louvando Maria, louvemos a presença constante e materna de uma Mãe que nunca falha, que sempre nos conduz para que em tudo possamos fazer a vontade do Pai.
Que, seguindo o seu exemplo, também a nossa vida possa dar bons frutos: frutos de fé, de caridade, de humildade e de amor, para glória de Deus e bem dos nossos irmãos.

Sábado, 12 de setembro de 2026
XXIII Semana do Tempo Comum

O trecho de hoje coloca-nos diante de uma questão desconcertante. Esta é uma interrogação que toca profundamente o nosso...
11/09/2026

O trecho de hoje coloca-nos diante de uma questão desconcertante. Esta é uma interrogação que toca profundamente o nosso tempo. Vivemos numa sociedade com tanta informação, tantas opiniões, tantos caminhos, tanta capacidade técnica… e, no entanto, podemos estar a perder a capacidade de ver o essencial.
Tomamos consciência de que há cada vez mais cegueiras que não nos atingem os olhos, mas o coração.
Há a cegueira do egoísmo, que nos faz ver apenas aquilo que nos convém e ignorar a necessidade do outro.
Há a cegueira do orgulho, que nos convence de que já sabemos tudo, que não precisamos de Deus, nem dos outros, nem de conversão.
Há a cegueira da indiferença, que nos permite passar diante da dor, da pobreza, da solidão, da injustiça, sem deixarmos que aquilo que vemos nos transforme.
Há ainda uma cegueira muito subtil: a cegueira religiosa. Podemos falar de Deus, frequentar a Igreja, conhecer muitas coisas sobre a fé e, contudo, não deixar que o Evangelho transforme verdadeiramente a nossa vida. Podemos estar dentro da Igreja, sem nos deixarmos embrenhar pelo verdadeiro espírito da Igreja fundada por Cristo sobre o alicerce do testemunho dos Apóstolos. Esta última, pode ser a mais perigosa, pois, corremos o risco de pensar que vemos, quando na realidade, já não deixamos que Cristo nos mostre o caminho a seguir. Mais ainda, torna-se um grande risco de enveredarmos para a queda, não só a nós mesmos, como aqueles que nos rodeiam.
O Senhor convida-nos a questionar: O que é que eu ainda não quero ver em mim? Onde preciso de ser convertido? Antes de querer guiar alguém, preciso de deixar que Cristo me guie. Antes de querer corrigir o irmão, preciso de permitir que o Senhor corrija o meu coração.

Sexta-feira, 11 de setembro de 2026
XXIII Semana do Tempo Comum

À medida que se desenrola o ano litúrgico, as palavras de Jesus parecem tornar-se ainda mais exigentes.Quando meditamos ...
10/09/2026

À medida que se desenrola o ano litúrgico, as palavras de Jesus parecem tornar-se ainda mais exigentes.
Quando meditamos na frase que o Senhor hoje nos dirige, podemos pensar: Isto é impossível! Como podemos dar sempre? Como não reclamar aquilo que é nosso? Como não responder quando alguém nos magoa ou nos tira alguma coisa?
Jesus não está simplesmente a ensinar-nos a sermos ingénuos ou a deixarmos que os outros abusem de nós. Está a propor-nos algo muito mais profundo e que nem sempre compreendemos, mas que nos serve para não deixarmos que o nosso coração fique prisioneiro daquilo que possuímos ou daquilo que nos fizeram.
Não raras vezes, não se trata apenas das coisas que não queremos perder. Com frequência, guardamos também ressentimentos, ofensas, palavras que nos magoaram, contas que queremos acertar. E vamos carregando tudo isso dentro de nós.
Jesus convida-nos a dar sem que vivamos agarrados a tudo isso.
Dar não signif**a apenas dinheiro ou bens. É dar tempo, atenção, perdão, uma palavra amiga, uma segunda oportunidade. É saber dizer: “Não vou continuar a alimentar esta mágoa.” É reconhecer que aquilo que temos — e até aquilo que somos — foi, em grande parte, recebido para ser feito dom.
O trecho de hoje pede-nos isto, recordando-nos que Deus foi o primeiro a dar. Deus não nos ama porque merecemos; ama-nos gratuitamente. E quem se sabe amado gratuitamente começa, pouco a pouco, a aprender a amar da mesma maneira.
Hoje, a Palavra de Deus deixa-nos uma questão muito concreta: O que é que eu preciso de deixar de reclamar? Uma coisa que me tiraram? Uma ofensa? Um ressentimento? Uma dívida do coração que continuo a cobrar?

Quinta-feira, 10 de setembro de 2026
XXIII Semana do Tempo Comum

Agradeço-vos por serem os participantes mais ativos e por fazerem parte da minha lista semanal de interações! 🎉 Pe Anton...
09/09/2026

Agradeço-vos por serem os participantes mais ativos e por fazerem parte da minha lista semanal de interações! 🎉 Pe Antonio Manuel Ramires, Maria Luzia Ferreira Neto, António Sequeira, Margarida Viveiros, Regina Da Rosa Alves, Jorge Fernandes, João Medeiros, Marinete Dias, Jussara Borges, Jacinto Gonçalves

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