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O renovado GT é a prova de que as medalhas têm sempre dois lados. De um lado, a motorização híbrida em modo “sport” conj...
09/05/2026

O renovado GT é a prova de que as medalhas têm sempre dois lados. De um lado, a motorização híbrida em modo “sport” conjugada com a selecção manual das seis relações, é entusiasmante. Por outro lado, a escolha “eco” e automatização, conferem um agradável conforto na condução, à qual se podem juntar as massagens nas costas dos assentos dianteiros.

A liderança no segmento C, a carrinha mais vendida no mercado nacional, e a escolha eléctrica que pode chegar aos 450 km de autonomia (WLTP), fazem parte do cartão de visita da renovada gama 308. Os níveis de equipamento são três (Style, Allure e GT) e as motorizações são quatro, o eléctrico, o híbrido “plug-in”, o híbrido e o ‘regressado’ Diesel 1.5 de 130 cv e transmissão automatizada EAT8.

Nas dimensões o automóvel continua a estar abaixo dos quatro metros e meio de comprimento (4.360 mm), conta com menos de dois metros de largura (1.850 mm) e menos de metro e meio na altura (1.440 mm) nesta versão que m***a pneus 225/40 em jantes de 18”. Na bagageira a volumetria é de 412 litros, moduláveis mediante rebatimento dos assentos traseiros ou nivelamento do piso. Nos números mais expressivos, este GT f**a em 37.545 € que incluem cor opcional (850 €), bancos dinâmicos em Alcantara (1.300 €), carregamento por indução para “smartphone” (150 €) e visão 360º+“assist plus” (1.000 €).

Sem alterações signif**ativas face às cotas do anterior modelo, o 308 conta com algumas alterações estéticas no exterior, em especial na dianteira e traseira, mas é no interior que vamos encontrar os mais evidentes sinais de modernidade, que se juntam a outros menos visíveis. No automóvel que obteve quatro estrelas Euro NCAP (Maio 2022) cerca de 31% dos materiais são provenientes de reciclagem e 85% são reutilizáveis. Do lado das mais visíveis, encontramos o “i-connect advanced+Peugeot connect plus” que inclui chat gtp, geolocalização, planeamento de viagem e comando remoto para luzes e portas. Nas versões “phev” e eléctricas há a possibilidade de gerir carregamentos de bateria.
A motorização deste híbrido está a cargo do gasolina 1.2 de 136 cv+28 cv do motor eléctrico (100+21 kW) e transmissão automatizada de seis relações e-DSC 6.

Consoante estatura de quem se sentar ao volante, um pilar ‘A’ de acentuada inclinação, a cota em altura e o perfil do assento, podem condicionar o acesso. Uma vez no interior, os diversos ajustes nos assento e volante, permitem encontrar uma boa posição de condução e bons ângulos de visibilidade para a frente e laterais. Na visibilidade traseira, a visualização 360º projectada no visor central de 10”, e o apoio dos sensores de estacionamento à frente e atrás, são uma importante ajuda nas manobras de marcha-atrás, estacionamento e demais manobras.
Ainda no visor central táctil, vamos encontrar uma vasta lista de serviços e funcionalidades que exigem alguma dedicação, primeiro para configurar e também para utilizar, e daí retirar os benefícios, desde o “wi-fi” às escolhas de tipos e intensidades das massagens, disponíveis nas costas dos assentos dianteiros.

Para quem se sentar ao volante e na consola central, um comando permite escolher os modos de gestão da motorização híbrida: um desportivo; o normal; e o económico.
O desportivo implica uma alteração na cor do painel de instrumentos, e uma gestão algo diferente nas acelerações e reprises. Na dinâmica, a existência de pneus /40 acentua a desportividade, com as suspensões e travões a terem um desempenho muito agradável. A escolha ‘M’ e as patilhas (-/+) atrás do volante, enfatizam a desportividade, ao mesmo tempo que proporcionam uma condução mais reactiva. No modo económico, acontece o contrário, com este modo a ser a base ideal para quem pretende fazer uma condução defensiva, ou ter como alvo a economia de combustível.
Num breve contacto ao volante e em percurso misto (AE+EN+Urbano) registámos um consumo de 5,5 litros/100 km à média de 49 km/h.

Costuma dizer-se que as primeiras impressões são as que perduram! Para quem se sentar aos comandos, os ângulos de visibi...
09/05/2026

Costuma dizer-se que as primeiras impressões são as que perduram! Para quem se sentar aos comandos, os ângulos de visibilidade, a altura ao solo, as sensações ao volante, e os diversos modos disponíveis na utilização dos 145 cv deste híbrido, permitem identif**ar as evoluções face ao anterior modelo.

Assim sendo, a segunda geração do Compass, permite identif**ar um automóvel que cresceu no comprimento e está mais estilizado nas formas, como acontece com a grelha ou guarda-lamas. A carroçaria esconde a adopção da plataforma STLA Medium (utilizada nos 5008 e Grandland) e três escolhas de motorizações: a híbrida 1.2; a híbrida “plug-in” 1.6 e a eléctrica, com esta última a declinar em versões 4x2 ou 4x4, mediante presença de um ou dois motores, em cada uma das vias.
Por outras palavras, podemos encontrar potências desde os 375 cv do 4X4 eléctrico aos 145 cv da versão 1.2 hibrida e-DSC 6 de tracção dianteira, com a qual efectuámos um breve contacto ao volante. Este SUV Classe 2 (Classe 1 com via verde) conquistou quatro estrelas Euro NCAP (Dez 2025).

No que diz respeito às dimensões, este Jeep passa ligeiramente dos quatro metros e meio no comprimento (4.552 mm), enquanto a largura da carroçaria é inferior aos dois metros (1.928 mm). A altura passa do metro e meio (1.625 mm) na versão híbrida que m***a pneus 225/60 em jante 18”. A bagageira disponibiliza 550 litros. Nos números mais importantes, o Compass é proposto a partir dos 38.994 € ou 42.494 € na configuração Summit.
No interior, captam a atenção os visores de 10” do painel de instrumentos e o de 16” para as diversas funcionalidades e sistemas de apoio à condução e viagem. As cotas de habitabilidade são generosas, em especial no espaço para as pernas, e o mesmo acontece com os espaços de arrumação.

Com bons acessos ao habitáculo, algo condicionados aos lugares dianteiros (consoante estaturas) devido à inclinação do pilar ‘A’, o Compass evoluiu, signif**ativamente, nas cotas de habitabilidade, em particular no espaço para as pernas, tanto na frente (+20 mm) como atrás (+ 55mm). O acesso à bagageira é bom, e a volumetria modulável através da regulação do piso e rebatimento dos assentos traseiros (40/20/40).
Para as diversas funções e sistemas, existe uma multiplicidade de comandos tácteis no visor central e réguas, com estes a exigir algum tempo para configurar e dominar alguns dos automatismos, como acontece com o ADAS. A climatização deixou a impressão de ser muito eficiente, em linha com a utilização prática dos arrumos, bem aproveitados nos espaços e agradáveis na ergonomia.

Para quem se sentar ao volante, as primeiras impressões identif**am este “SUV” Compass como um `jipe´. Por outras palavras e seguindo as tendências da moda, concede a percepção de estar mais próximo do Cherokee ou do genuíno jipe Wrangler, do que do Avenger. Os ângulos de visibilidade para o exterior, o peso de ordem em marcha, e os quatro modos de condução (desportivo, auto, neve, areia/lama) enfatizam a facilidade de condução e a versatilidade na utilização, mesmo quando fora-de-estrada, se pretende tirar partido dos melhorados ângulos de entrada, saída e ventral. A incursão em estradões pode ser complementada por massagens nas costas, para quem se sentar nos assentos dianteiros.

Com um bom conforto de rolamento, ainda que sensível aos pisos mais degradados ou acentuados desníveis, o som dos três cilindros é bem presente no interior, com a motorização a garantir suavidade na utilização das seis relações, a utilizar em modo automatizado ou selectivo através das patilhas colocadas atrás do volante, que permitem a condução em manual.
Com um bom desempenho dinâmico e sem enaltecer as acelerações e reprises, o Compass concede boas sensações ao volante e um eficiente sistema de travagem. Num breve contacto ao volante e em percurso misto (AE+EN+Urbano) registámos médias de 6,0 litros/100 km a 31,0 km/h.

A Lexus apresentou hoje a nova visão de marca e o compromisso de não imitar ninguém. O TZ foi concebido em torno do conc...
07/05/2026

A Lexus apresentou hoje a nova visão de marca e o compromisso de não imitar ninguém. O TZ foi concebido em torno do conceito “Driving Lounge”, uma fusão perfeita entre um habitáculo tranquilo e um desempenho dinâmico, que proporciona uma experiência de viagem superior para todos os ocupantes, condutor e passageiros. O conceito cria um espaço e um ambiente que promovem a descontração, o prazer e o diálogo, enaltecidos por um amplo tejadilho panorâmico que se estende sobre as três filas de bancos. A sensação de amplitude e a atmosfera serena e confortável refletem a tranquilidade “zen” encontrada na arquitetura e nas casas tradicionais japonesas.

O desempenho dinâmico do TZ oferece o controlo, a confiança e o conforto inerentes à assinatura de condução Lexus. O ambiente a bordo é depurado e minimalista, onde a funcionalidade se alia ao estilo contemporâneo, visível no painel de instrumentos subtil e no design de comandos táteis ocultos da Lexus. O conforto de todos é prioritário, como demonstra o modo selecionável: “rear comfort” (conforto traseiro), que ajusta os sistemas dinâmicos do veículo para minimizar oscilações. A estética do TZ funde simplicidade com linhas marcadas, procurando a presença e o carácter distintivos que são, essencialmente, Lexus.

Além de uma elegância fluida, o "design" inclui detalhes aerodinâmicos afinados para a otimização de energia. No requinte artesanal “Takumi” a aposta de materiais sustentáveis, como o bambu forjado e alumínio reciclado.
Revelado hoje e com comercialização europeia agendada para 2027, o TZ mede 5.100 mm de comprimento total e tem uma distância entre-vias de 3.050 mm, garantindo espaço amplo para um habitáculo confortável de seis lugares e o alojamento de uma bateria de grandes dimensões. Em comparação, o SUV Lexus RX tem 4.890 mm de comprimento e uma distância entre-vias de 2.850 mm. Uma curta projeção dianteira contribui para a facilidade de manuseamento e distribuição de peso do TZ, enquanto uma projeção traseira mais longa permite maior espaço de carga e auxilia na estabilidade geral. Com a terceira fila de bancos m***ada, existe espaço para transportar quatro malas de 55 litros ou duas de 92 litros. Os bancos são rebatíveis para criar espaço para arrumar, por exemplo, duas bicicletas ou objetos mais longos.
O novo grupo motopropulsor elétrico a bateria do TZ marca uma evolução na experiência de condução Lexus, de modo a oferecer benefícios ainda maiores a partir do desempenho fundamentalmente silencioso, suave e altamente reativo que caracteriza os “BEV” da Lexus.

O sistema é um desenvolvimento do que se encontra no SUV Lexus RZ e nova geração do sedan de luxo ES previsto este ano, mas com uma bateria de maior capacidade e um aumento na potência dos motores elétricos, tanto na via dianteira como na traseira, conferindo ao TZ a potência e desempenho adequados a um “SUV premium” de seis lugares. Os motores atingem potência superiores, adequados às dimensões e performance do TZ: 167 kW / 227 cv à frente e atrás e cada propulsor (E-Axle) disponibiliza 268,6 Nm de binário. O TZ utiliza uma bateria de iões de lítio de 95,8 kWh, para uma autonomia até 530 km consoante especif**ações do modelo.

No exigente segmento de pneus de elevado desempenho, encontrar o compromisso ideal entre uma condução altamente envolven...
03/05/2026

No exigente segmento de pneus de elevado desempenho, encontrar o compromisso ideal entre uma condução altamente envolvente e reservas absolutas de segurança, é o maior desafio tecnológico. Foi exactamente esse o factor diferenciador que levou o novo Bridgestone Potenza Sport EVO a vencer o exigente teste de pneus de Verão de 2026 da conceituada revista Sport Auto.

Testado num Mazda MX5 (medida 205/45 R17), o novo pneu “premium” da Bridgestone alcançou a pontuação global mais elevada (9,2 pontos), sendo o único pneu em todo o lote de teste a receber a classif**ação máxima de excepcional. Os especialistas destacaram o seu controlo refinado nas transferências de massa a curvar e descreveram-no como um pneu muito seguro.

Evoluindo a partir do multipremiado Potenza Sport, esta nova geração com tecnologia Enliten apresenta os seguintes avanços métricos face ao anterior: distância de travagem 5% mais curta em piso molhado e 2% em piso seco; aumento de 15% na quilometragem sem comprometer a aderência; disponibilidade para veículos eléctricos e 6% de ganho na resistência ao rolamento.

Comprar ou alugar: Mazda CX-30 2.0 e-Skyactiv X 186 cv 6MT FWDTer a propriedade do veículo e antecipar uma segunda vida ...
29/04/2026

Comprar ou alugar: Mazda CX-30 2.0 e-Skyactiv X 186 cv 6MT FWD

Ter a propriedade do veículo e antecipar uma segunda vida do automóvel depois de pago, ainda é uma escolha para muitos utilizadores. Todavia, para muitos outros, a melhor das notícias tem a ver com o facto de não terem a propriedade em seu nome, nem as preocupações inerentes às questões administrativas, impostos, manutenção e destino a dar ao veículo no final do contrato de “renting”. Para os que pretendem assumir a propriedade do veículo, o mercado concede a compra, o aluguer de longa duração e o “leasing”, com este último a configurar um contrato financeiro.
Com os valores apresentados, pretendemos dar uma ideia das diferenças no mercado, em especial no “renting” que, não constitui solução, para quem pretenda f**ar com a viatura no final do contrato. Como acontece com qualquer contrato, este tem aspectos que podem ser menos favoráveis ao utilizador ou exigir mais cuidados.

Um destes tem a ver com a contratação da quilometragem. Nos exemplos aqui apresentados, apontámos para 10 ou 15.000 km/ano e períodos de quatro e cinco anos, tanto no crédito como no “renting”. No final do contrato, a viatura deve ser entregue com a quilometragem contratada, sendo creditada a verba dos quilómetros aquém do estabelecido, ou debitada a importância dos quilómetros acima do estipulado contratualmente. Sublinhe-se que nas diversas soluções que consultámos, chegam a verif**ar-se diferenças de 0,50 €/km entre os quilómetros a débito e a crédito. Em relação ao estado do veículo – algo mais difícil de manter para quem circula e estaciona em cidades – é possível que apareçam debitados os custos de recondicionamento. Todavia, algumas locadoras já propõem um valor de recondicionamento, diluído no contrato e, por isso mesmo, pouco expressivo em termos de custo para o utilizador.

Do lado das vantagens, o “renting” é um contrato de aluguer, não existindo a preocupação sobre o que fazer à viatura em final de contrato, ou durante a vigência do mesmo, desde que cumpra pelo menos ¼ do tempo de contrato (reembolso antecipado total) podendo a partir daí acertar valores, ou optar por outras viaturas de valor inferior ou superior. Esta flexibilidade tem custos, que devem ser avaliados antes da tomada de decisão.
Enquanto prestação de serviços, no aluguer é comum encontrar incluídos serviços como o seguro de danos próprios e ocupantes, assistência em viagem, manutenção programada (vulgo revisões) e gestão dos IUC e IPO.
No final do prazo o valor do usado pode ser um aliciante, uma vez que se trata de dinheiro a entrar nos bolsos, com valores estimados entre 40 a 50% face ao valor de custo inicial. Todavia, o crescente número de viaturas usadas à venda, e a maior dificuldade em fazer crédito aos usados – em especial entre particulares – devem ser contemplados na tomada de decisão, muitas das vezes condicionada pelos m***antes a financiar e prazo do contrato de financiamento. A soma do prazo de financiamento com a idade do veículo, podem inviabilizar o financiamento.

No caso do crédito automóvel e se entrarmos em linha de conta com um valor de usado à volta dos 50% do novo, à metade do valor final, será necessário acrescentar os custos de utilização. Os mais signif**ativos serão os da manutenção programada (1.125 a 1569 €), neste caso calculados para quilometragens semelhantes aos do “renting”. Ao proprietário cabe também o pagamento do IUC entre 885,48 a 1.106,85 € a quatro ou cinco anos de utilização.
Numa estimativa à qual será necessário entrar com algumas variáveis, como a taxa de juro do crédito ou o valor do seguro, e contando com 10.000 km/ano durante quatro anos, o valor do “renting” será de 32.138 € face a 26.330 € na aquisição a crédito.
Numa utilização a cinco anos e 15.000 km/ano a comparação será entre os 39.036 € do “renting” face a um custo estimado de 28.611 € do financiamento a crédito. Nos custos do crédito estão incluídos os valores de IUC e manutenções programadas, vulgo revisões.

Em resumo, sem contar com alguns factores de risco e a necessidade de comercializar a viatura no final do contrato, o “renting” deste Mazda CX 30 aqui tomado como exemplo, seria 13 a 18% mais dispendioso do que a aquisição a crédito. Para empresas ou empresários em nome individual, a possibilidade de terem um custo calculado, pode ser importante para o desenvolvimento da actividade. Para os particulares, pode não ser tão aliciante, mas uma prestação de serviços e a respectiva flexibilidade, podem ser igualmente importantes, em especial para quem vive sem um plano estratégico a curto ou médio prazo.

O Duravis Camper All Seasons é o primeiro pneu da Bridgestone para autocaravanas, - por vezes designadas como hotéis sob...
28/04/2026

O Duravis Camper All Seasons é o primeiro pneu da Bridgestone para autocaravanas, - por vezes designadas como hotéis sobre rodas ou “Hostel On Wheels”. Este é um pneu versátil, apto para utilização em todas as estações, com uma elevada capacidade de carga, excelente resistência ao desgaste e desenvolvido para responder aos requisitos específicos dos veículos elétricos (VE). O Duravis Camper All Season foi concebido para garantir confiança, durabilidade e tranquilidade aos condutores de autocaravanas durante todo o ano.
Este pneu registou a melhor classif**ação da classe (Classif**ação A na etiqueta UE) para aderência em piso molhado – e demonstra uma excelente capacidade de travagem em piso seco e total preparação para o Inverno, validada pelas marcações 3PMSF e M+S. O excepcional desempenho em piso molhado, é possível graças a um composto com elevado teor de sílica, ranhuras e sulcos de grande volume na área do ombro para uma óptima evacuação da água. A rigidez optimizada na banda de rodagem deste pneu, permite o mesmo desempenho de travagem em piso seco, e o desenho direcional em forma de V garante boa motricidade na neve.


Em 2025, o mercado europeu de veículos de lazer ultrapassou as 215.000 novas matrículas. Em Portugal, a uma frota nacional estimada em cerca de 13.000 autocaravanas junta-se um fluxo transfronteiriço massivo que circula nas nossas estradas durante todo o ano. Este aumento expressivo do parque circulante, traz consigo uma exigência técnica muito específ**a. As autocaravanas representam um desafio complexo para os pneus: cargas pesadas constantes, centros de gravidade elevados e longos períodos de estacionamento fora de época, que em pneus comuns podem causar deformações.

Para responder a este desafio tecnológico, a Bridgestone apresenta o primeiro pneu com a marcação CP (Camping Pneu), desenvolvido de raiz para o sector. Projectado no Centro de I&D da Bridgestone em Itália, o novo modelo destaca-se por construção robusta e específ**a, com estrutura reforçada para suportar as cargas elevadas das autocaravanas, padrão de piso desenhado para evitar danos durante longas paragens e reforço lateral contra embates nos passeios. Desempenho de topo em todas as estações: É o melhor da sua classe em aderência em piso molhado (Classif**ação A na etiqueta UE) e garante motricidade em pisos de neve (certif**ações 3PMSF e M+S). Preparado para a transição VE, através da tecnologia Enliten, o pneu responde à procura por veículos mais sustentáveis, garantindo compatibilidade com autocaravanas eléctricas e uma excelente eficiência energética (Classif**ação B em resistência ao rolamento). O Duravis Camper All Season estará disponível a partir de Junho de 2026 em quatro medidas (jantes de 15 e 16”). Para mais informações sobre Hostel On Wheels www.HOWcampers.com

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