15/07/2026
Nascida em 1994, em Caxinas, Vila do Conde, Ana Isabel Castro é uma coreógrafa e intérprete que vale a pena seguir com atenção. Na rubrica "À Segunda Vista", na Brotéria de julho, Tiago Bartolomeu Costa destaca pontos importantes do seu percurso – sublinhando, entre outros aspetos de uma obra em crescimento, o corpo de contornos beckettianos de "Marengo", o seu trabalho de estreia em 2019; a reinvenção do conflito de "O Lago dos Cisnes" em "Iceberg", de 2021; ou o desenho de corpos em diálogo com o invisível em "Pechisbeque", de 2023. Apesar de algum eco internacional, e apesar de ter recebido o Prémio Jovens Artistas 2023 atribuído pelo Coliseu do Porto, a circulação de Ana Isabel Castro nos palcos nacionais tem sido demasiado discreta para dimensão do seu talento. Propõe-se assim, neste texto, a descoberta de um novo nome da dança em Portugal, criadora de peças misteriosas e peças construídas para parecer que desapareceram.
"Ana Isabel Castro: a vencedora" para ler na Brotéria deste mês.
Imagem: DDD - Festival Dias da Dança / João Octávio Peixoto