17/09/2026
O que fazemos quando o tempo se esgota — e quando o encontramos, tarde, nos que nos formaram?
Em «O Muro» (t.ly/uPWTx), três homens aguardam a execução ao amanhecer, confrontados com a última escolha que lhes resta. Em «O Africano» (t.ly/041H9), Le Clézio tenta compreender, décadas depois, o pai que mal conheceu, médico militar nas colónias britânicas.
Duas obras, dois registos — o existencialismo confrontado em «O Muro», a memória filtrada pela infância em «O Africano» — que abrem, com peso próprio, «A Colecção Que Não Precisa de Nome».
Já chegaram ao nosso escritório, ainda com o cheiro a tinta fresca. A 22 de Setembro, chegam a todas as livrarias do país.