A Tinta-da-china é uma editora portuguesa independente fundada em 2005. Aposta na qualidade do catálogo em diferentes áreas (ficção, história, poesia, ensaio, colecções consistentes...) Em 2012, formámos a Tinta-da-china Brasil e, no ano seguinte, começámos a publicar a revista «Granta» em Portugal e, desde 2018, em Portugal e no Brasil, com o nome «Granta em Língua Portuguesa». Em 2022, nasceram
o Clube Tinta-da-china e os cursos do Tinteiro - Oficinas Tinta-da-china. Entre as nossas colecções mais icónicas, encontram-se a Colecção de Literatura de Viagens, a Colecção de Literatura de Humor, a Colecção de Ficção de Língua Portuguesa, a Colecção Pessoa e a Colecção de Poesia. São autores Tinta-da-china Alberto Manguel, Carlos Vaz Marques, Daniel Blaufuks, Dulce Maria Cardoso, Fernando Rosas, Jerónimo Pizarro, Matilde Campilho, Paulo Varela Gomes, Pedro Mexia, Ricardo Araújo Pereira, Rui Cardoso Martins, Rui Tavares e Teresa Veiga, entre muitos outros. O primeiro livro publicado pela Tinta-da-china foi «O Pequeno Livro do Grande Terramoto», da autoria de Rui Tavares. A estreia foi auspiciosa: três edições esgotadas e o Prémio de Melhor Ensaio 2005 («Público» e RTP). Em virtude do seu percurso, a Tinta-da-china e os seus autores têm vindo a receber ao longo dos anos diversos outros prémios nacionais e internacionais, de entre os quais destacamos apenas alguns, em variadas áreas: o romance «O Retorno», de Dulce Maria Cardoso, foi considerado Livro do Ano 2011 («Público», «Expresso», «Ler» e «Time Out»); os Prémios de Edição Ler / Booktailors distinguiram ao longo dos anos o trabalho gráfico e editorial da Tinta-da-china: Melhor Editora Portuguesa 2008; Prémio de Inovação 2009 e Prémio Melhor Design de Colecção 2010 atribuídos à colecção de Clássicos do Humor dirigida por Ricardo Araújo Pereira; «Gente Melancolicamente Louca», de Teresa Veiga, ganhou o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco | APE 2015; «Passos Perdidos», de Paulo Varela Gomes, foi o vencedor do Prémio PEN Narrativa 2015; e, em anos diferentes, alguns autores foram distinguidos com o Grande Prémio de Crónica APE: Ricardo Araújo Pereira (2009, «Novas Crónicas da Boca do Inferno»), Rui Cardoso Martins (2017, «Levante-se o Réu Outra Vez»), Pedro Mexia (2018, «Lá Fora»).