Edições do Saguão

Edições do Saguão Edições do Saguão é uma pequena editora de Lisboa, Portugal. Publica pouco, mas bem.

Maria Filomena Molder no Ípsilon
20/09/2026

Maria Filomena Molder no Ípsilon

Compreender é preparar a morte. O amor é uma disposição cósmica. Coragem é pensar por si. A maravilha da vida é dizer “eu não sabia que sabia”. Uma filósofa responde às perguntas eternas.

Cá estamos na Feira do Livro do Porto, no pavilhão 46 com os amigos da Livraria Trama, os livros da VS. Editor, do Proje...
22/08/2026

Cá estamos na Feira do Livro do Porto, no pavilhão 46 com os amigos da Livraria Trama, os livros da VS. Editor, do Projeto Ymago e a companhia dos leitores e dos pavões 🦚 Até dia 6 de Setembro são muitos os livros e os descontos que podem encontrar no pavilhão junto à Biblioteca Almeida Garrett. Feira do Livro do Porto

A propósito de eclipses e de outros movimentos através dos astros, em Setembro retomamos as nossas edições com A ETERNID...
12/08/2026

A propósito de eclipses e de outros movimentos através dos astros, em Setembro retomamos as nossas edições com A ETERNIDADE ATRAVÉS DOS ASTROS de Auguste Blanqui, com tradução de Diogo Paiva e prefácio de Jacques Rancière

22/07/2026


Obra (Re)encontrada | António Aragão ; Rui Miguel Ribeiro (Org.) ; Rui Torres (Org.) ; Bruno Ministro (Org.)
[S.l.] : Edições do Saguão , 2021. 349 p. (Saguão ; 18).

«Figura matricial», assim testemunhada por Ana Hatherly, da Poesia Experimental Portuguesa, que podemos afirmar como uma (neo)vanguarda entre os anos sessenta e oitenta do século passado, o seu nome surge-nos, quase exclusivamente, a ela associada, e menos de forma autónoma, pela sua vasta e diversa obra individual.
Uma explicação para que assim seja deve-se, em parte, ao resultado da construção de uma nova prática estética, inerentemente política, que o envolveu: as teorizações e cronologias que desde cedo houve necessidade de construir pelos próprios poetas, a fraca recepção crítica ou mesmo a sua ausência e, relativamente a esta, a pouca resposta que lhe foi dada.
Mas também porque as práticas criativas de António Aragão e seus resultados envolveram sempre um movimento (com minúscula) de circulação, de diálogo(s) contínuo(s), e de constante co-laboração na pesquisa, descoberta e concretização, a par da recusa de uma ideia de artista-figura, acompanhado de uma intencionalidade sempre mais subversiva do que interventiva, mais satírica, humorística e corrosiva do que formal.
Este livro surge por isso com um duplo propósito. Por um lado, assinalar o centenário do nascimento deste poeta e, com a fidelidade possível — na composição e no conteúdo —, apresentar uma selecção abrangente onde se procurou fazer sobressair a vertente poética da sua obra. Por outro, tornar patente o seu papel de dinamizador (em sentido literal e metafórico), de investigador permanente e criador em várias artes, cuja produção e capacidade mobilizadora fez coincidir diferentes artistas e poetas, ajudando a inaugurar um novo momento no panorama literário (e não só) português, na década de sessenta, prolongado de forma autónoma até hoje.

Lisístrata de Aristófanes (tradução, comentário e apêndices de João Constâncio) e o Divã Ocidental-Oriental de Goethe (t...
14/07/2026

Lisístrata de Aristófanes (tradução, comentário e apêndices de João Constâncio) e o Divã Ocidental-Oriental de Goethe (tradução, introdução, notas e glossário de João Barrento) nas sugestões de leitura na edição Livros & Ideias do Ípsilon

“A ideia é muito famosa, e é a ideia de as mulheres se negarem sexualmente aos maridos até que todos os homens façam a p...
26/06/2026

“A ideia é muito famosa, e é a ideia de as mulheres se negarem sexualmente aos maridos até que todos os homens façam a paz entre si”. Para a época, ou seja 411 a.C., e segundo o nosso convidado, talvez “seja prudente evitar chamar feminista, mas eu creio que sem dúvida proto feminista. Um discurso que inclui a defesa de que não há razão para as mulheres não falarem em público, não há razão para as mulheres não governarem a cidade, não governarem as finanças da cidade. É um discurso que implica todo um elogio da sensatez das mulheres e mesmo a ideia de que elas nunca fariam a guerra”.

O que acontece nesta obra de Aristófanes, de acordo com João Constâncio é “uma crítica do poder dos homens, uma crítica, no fundo, da estrutura normativa, da polis grega, que é uma estrutura desigual e que a peça representa claramente como injusta. Isto é uma estrutura na qual os homens governam e as mulheres obedecem e tratam da casa e tratam do nascimento e da morte, basicamente, na esfera do privado”.

Na semana do Espanto - Festival Internacional de Filosofia, onde o tema em debate é o desejo, não poderíamos deixar de conversar com João Constâncio, autor de Três Discursos sobre Eros - Meditação sobre o Fedro de Platão, e também tradutor e co-autor da introdução de Lisístrata, de Aristófanes, obra sobre a qual também conversamos

Na próxima sexta-feira, no espaço das edições do saguão, mais uma sessão dos Ensaios Cruzados, com organização de João P...
22/06/2026

Na próxima sexta-feira, no espaço das edições do saguão, mais uma sessão dos Ensaios Cruzados, com organização de João Pedro Cachopo, Filipa Cruz e Vinícius de Aguiar. O encontro será guiado por José Nicolau Pinto (CESEM) e tomará como ponto de partida o capítulo “Multimedia as Metaphor” do livro Analysing Musical Media de Nicholas Cook. Um outro ensaio, tocando em temas similares, que será trazido à colação é "Música absoluta vs. música condicionada" de Bernardo Sassetti, originalmente publicado na revista Intervalo n. 3 (tema A Fuga), 2007.

A 26 de Junho de 2026, pelas 18h00, terá lugar a quarta sessão do Seminário de Leitura e Discussão “Ensaios Cruzados”, que decorre, de março a julho, no espaço das Edições do Saguão. O encontro será guiado por José Nicolau Pinto (CESEM) e tomará como ponto de partida o capítulo “M...

19/06/2026


Carlos de Oliveira, a proximidade da distância | Silvina Rodrigues Lopes
Lisboa : Edições do Saguão, 2025. 190 p. (Sagaz).

« Lire Carlos de Oliveira, c’est s’enchevêtrer dans un enchevêtrement de fils et de thèmes inextricables à travers lesquels se forment des confrontations et s’ouvrent des trous, qui annoncent des déséquilibres insolubles entre l’examen, l’imagination et la mise en scène qui les organise, composant ainsi le livre. En s’éloignant des illusions d’originalité et de nouveauté, on voit que dans ce qui est répété il y a l’irreproductible, l’événement qui va à l’encontre de la prétention de fixation, diffuse les silences et soutient des métamorphoses, toujours singulières. D’une part, la rupture des croyances, connaissances, doctrines, idéologies et habitudes permet une distance propice à l’analyse et à l’étude. D’un autre côté, le silence qui éclate est essentiel à la composition des mouvements de vol qui déplacent et modifient les vestiges des souvenirs et les font tourner dans le présentiment de nouvelles images et de nouveaux problèmes.

Par des chemins plus ou moins sinueux et erratiques, les formulations auxquelles j’en suis parvenu combinent interprétation et commentaire, acceptant la responsabilité exclusive de la lecture, celle d’apprendre de ce qui est lu, mais pas de ce qui est lu, qui n’existe pas objectivement, qui existe différant d’une lecture à l’autre. Ainsi, lire, apprendre, perd aussi l’idée de l’original, admettant que l’écriture est faite de croisements et que ceux-ci sont immanents aux jeux du monde, ceux du sens. » - Silvina Rodrigues Lopes.

Dia 26 às 18:00 voltam os Ensaios Cruzados ao espaço das Edições do Saguão
16/06/2026

Dia 26 às 18:00 voltam os Ensaios Cruzados ao espaço das Edições do Saguão

A 26 de Junho, pelas 18h00, terá lugar a quarta sessão do Seminário de Leitura e Discussão “Ensaios Cruzados”, que decorre, de Março a Julho, no espaço das Edições do Saguão. Cada sessão tem por foco um texto – ensaio, artigo ou capítulo –, apresentado por um participante do seminário.

➡️ O encontro será guiado por José Nicolau Pinto (CESEM) e tomará como ponto de partida o capítulo "Multimedia as Metaphor" do livro "Analysing Musical Media" de Nicholas Cook.

Estão convidados a participar, sem restrições disciplinares ou institucionais, estudantes dos diversos ciclos de estudos da NOVA FCSH, bem como investigadores e docentes interessados pela iniciativa.

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Com a coordenação de João Pedro Cachopo, “Ensaios Cruzados” é organizada pelo Núcleo de Pensamento e Música do CESEM, dando continuidade ao seu seminário de leitura, activo desde Outubro de 2020. Também integram a comissão organizadora os investigadores Filipa Cruz e Vinícius de Aguiar.

VELAS DE IGNIÇÃO, Durs GrünbeinTradução: Maria Teresa Dias Furtado
14/06/2026

VELAS DE IGNIÇÃO, Durs Grünbein
Tradução: Maria Teresa Dias Furtado

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