Guerra e Paz Editores

Guerra e Paz Editores ... porque é preciso virar a página L. Stevenson, Stendahl e D. H. Lawrence, Herman Melville, Joseph Conrad ou Jonathan Swift.

Fundada a 10 de Abril de 2006, com o lema “é preciso virar a página”, a Guerra e Paz editores é uma editora generalista que procura, numa parte relevante das suas publicações, reinventar o livro, criando formatos inovadores e cruzando materiais diversos, por vezes improváveis, como madeira, pano, papel de jornal, fotografias ou pintura nas suas edições. Com um grafismo ousado, que não teme a ruptura dos modelos tradicionais, algumas das edições recorrem a processos artesanais, da colagem ao laser, passando pela impressão directa em madeira e pela pintura à mão das faces do miolo dos livros. A editora tem nos Clássicos Guerra & Paz a sua mais prestigiada colecção de ficção, de Gil Vicente, Camões, Eça e Camilo a Machado de Assis, passando por Oscar Wilde, Flaubert, R. Outra colecção, os Livros Amarelos, confronta dois textos curtos de grandes autores (Mark Twain e Kipling ou Miguel de Unamuno e Manuel Laranjeira, Pessoa e Whitman, por exemplo), apresentados por um autor contemporâneo, converteu-se pela combinação de singularidade e ousadia de algumas propostas numa polémica colecção de referência, a par dos Livros Vermelhos, uma colecção de ensaios contemporâneos sobre temas de debate e actualidade na área da História, Filosofia e Ciências Humanas. Duas outras áreas foram ganhando um peso signif**ativo no catálogo da editora. Em primeiro lugar, a dos livros de ficção e de não ficção relacionados com Angola ou da autoria de autores angolanos, o que faz da Guerra & Paz talvez a mais angolana das editoras portuguesas. A outra linha editorial marcante dos últimos anos tem sido a do tratamento da língua portuguesa, com o contributo signif**ativo dado por dois linguistas, Fernando Venâncio e Marco Neves, a cujas obras se juntam vários dicionários e um vocabulário-prontuário. Os livros práticos e de temas de actualidade têm também um lugar próprio, com duas parcerias a dominar essas edições, a do Clube do Livro SIC, que durou de 2011 a 2018, e a que está em curso, desde Janeiro de 2019, com os Livros CMtv. Outra parceria, que dá corpo a uma colecção de prestígio, é …o fio da memória, que preserva, com entrevistas de José Jorge Letria, o património cultural português, contando já com livros de vida e obra de pensadores, artistas plásticos, escritores, músicos e cientistas, caso de Eduardo Lourenço, Urbano Tavares Rodrigues, Lídia Jorge, Cruzeiro Seixas, Carlos Fiolhais, João Abel Manta, Álvaro Cassuto e Graça Morais, entre outros. Na colecção de livros de arte, de luxo, a Três Sinais, destacam-se, em edições de capa dura, obras de Paula Rego e Agustina, de Fernando Pessoa e Camões, de Vasco Graça-Moura e José Saramago, de Eduardo Prado Coelho à edição especial do Físico Prodigioso, de Jorge de Sena. No seu catálogo a editora conta com várias correspondências de Jorge de Sena, em particular as correspondências com Sophia de Mello Breyner Andresen, Eugénio de Andrade e João Gaspar Simões e João Sarmento Pimentel. No catálogo de autores internacionais, destacam-se obras de Sade, Boris Vian, Robert Graves, Jean d’Ormesson e Delmore Schwartz, na ficção, e ensaios sociológicos, políticos ou filosóficos de Raymond Aron, Winston Churchill, Roger Scruton, Paul Johnson, John Gray, do Prémio Nobel da Economia Jean Tirole e de Michel Serres. Atenta à nova ficção em língua portuguesa, a Guerra e Paz foi escolhida para publicar, a partir de 2020, os futuros vencedores do Prémio Nacional de Literatura Lions de Portugal e o Prémio Literário UCCLA, Novos Talentos, Novas Obras de Língua Portuguesa.

À sua colecção de poesia, inaugurada por Eugénia de Vasconcellos, além do romeno Dinu Flamand e da angolana Tchiangui Cruz, juntou-se agora um livro que reúne também a poesia de João Moita. Sem prejuízo do convívio com o digital, a Guerra & Paz acredita no futuro do livro em papel. Os nossos livros, pintados, com colagens e um design gráfico irreverente, querem reacender no leitor, por junto, a paixão da posse de livros belos com a paixão da leitura. Para que seja um prazer virar cada página.

Os autores esperam por si na Feira!Neste sábado, dia 5 de Setembro, não perca a sessão de autógrafos de Pedro Rapoula, a...
03/09/2026

Os autores esperam por si na Feira!

Neste sábado, dia 5 de Setembro, não perca a sessão de autógrafos de Pedro Rapoula, a partir das 16h00, no pavilhão da Guerra e Paz (40) da edição de 2026 da Feira do Livro do Porto.

Saiba mais sobre o autor de «Coisas Que Me Ensinaram a Calar», em: t.ly/gnqjo.

Um novo mês começa, e com ele chegam os nossos novos cúmplices de leitura 📚Qual destes lhe despertou mais a curiosidade ...
03/09/2026

Um novo mês começa, e com ele chegam os nossos novos cúmplices de leitura 📚

Qual destes lhe despertou mais a curiosidade e vai querer descobrir em breve?

Há dois anos que cabem numa vida inteira.⁠⁠Um regime que caía, um império que se fechava, um poder que se disputava rua ...
02/09/2026

Há dois anos que cabem numa vida inteira.⁠

Um regime que caía, um império que se fechava, um poder que se disputava rua a rua, geografia a geografia. Barricadas, quartéis, praças cheias — e um país a decidir-se, em tempo real, sobre o que queria ser.⁠

O «Atlas Histórico do Portugal Revolucionário» (tinyurl.com/2h6zmn7s) reconstrói esse período, entre 1974 e 1976, através dos seus próprios mapas: onde se avançou, onde se recuou e onde, essencialmente, a História mudou de direcção.

[Na compra, oferta de «25 de Abril - No Princípio era o Verbo», com os cartazes, os gritos e as paredes pintadas daquele dia inicial, inteiro e limpo.]

«No Terramoto de 1975», de Tomás Moreira, vai ser apresentado por Luís Sena de Vasconcelos esta quinta-feira, dia 3 de S...
02/09/2026

«No Terramoto de 1975», de Tomás Moreira, vai ser apresentado por Luís Sena de Vasconcelos esta quinta-feira, dia 3 de Setembro, pelas 18h, no Lago dos Cavalinhos, na edição de 2026 da Feira do Livro do Porto.

Em pleno PREC, mais de mil trabalhadores da Molaflex manifestam-se pacif**amente em frente ao quartel-general. Não querem causar tumultos nem estão contra o 25 de Abril; apenas pedem que os militares lhes expliquem a situação do patrão. São atacados e agredidos por militantes revolucionários, que os acusam de serem fascistas; vários trabalhadores são detidos pelos militares.

Junte-se a nós, caro leitor!

Saiba mais sobre o livro em: t.ly/7dAkS.

Caro leitor, hoje é o último dia de campanha: as novidades contam com 20% de desconto e o fundo de catálogo com 50%. Não...
02/09/2026

Caro leitor, hoje é o último dia de campanha: as novidades contam com 20% de desconto e o fundo de catálogo com 50%. Não perca a oportunidade de renovar a sua lista de leituras!

«Apocalipse de Albrecht Durer», de Agustina Bessa-Luís, vai ser oficialmente apresentado por Mónica Baldaque e Isabel Pi...
01/09/2026

«Apocalipse de Albrecht Durer», de Agustina Bessa-Luís, vai ser oficialmente apresentado por Mónica Baldaque e Isabel Pires de Lima esta quinta-feira, dia 3 de Setembro, pelas 18h, na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, na edição de 2026 da Feira do Livro do Porto.

Numa edição soberba de luxo, em capa dura, a cores, Agustina escreve sobre o Apocalipse cm figuris de Dürer, um conjunto de imagens em que pulsa o assombro e a angústia, porventura o terrível «silêncio do céu» perante o turbilhão dos conflitos da terra, turbilhão em que o temor da invasão otomana da Europa e da consequente devastação e catástrofe eram medos primordiais.

Junte-se a nós, caro leitor!

Saiba mais sobre o livro em: t.ly/SUF7T.

Já perdeu a conta às chávenas de café. O cinzeiro está cheio. Lá fora, chove.⁠⁠Em cima da secretária, 100 pastas. Em cad...
01/09/2026

Já perdeu a conta às chávenas de café. O cinzeiro está cheio. Lá fora, chove.⁠

Em cima da secretária, 100 pastas. Em cada uma, uma casa, um cadáver e um punhado de suspeitos que juram inocência. Ninguém vai confessar. Ninguém precisa de confessar. Uma regra simples entrega sempre o culpado: apenas quem f**a sozinho com a vítima tem alguma coisa a esconder.⁠

«Sudocrime», à distância de uma grelha e de um lápis afiado.⁠
Uma criação do Observador e uma edição Guerra e Paz.⁠

📍 Em pré-venda nos locais habituais e no nosso site (t.ly/DuuKO).
📅 A partir de 25 de Setembro, em todas as livrarias do país.

O leitor ainda desconhece o título. O leitor ainda desconhece o autor.F**a a conhecer, no entanto, o nome da colecção: «...
31/08/2026

O leitor ainda desconhece o título. O leitor ainda desconhece o autor.

F**a a conhecer, no entanto, o nome da colecção: «Pensar Português» é a mais recente adição ao catálogo da Guerra e Paz, com o apoio da Fundação Manuel António da Mota e da Mota Gestão e Participações.

O título inaugural chega à rede livreira nacional a 22 de Setembro.

Novidades em breve ⏳

Como nasce um jogo em que um crime, uma planta e uma lista de suspeitos têm de encaixar na perfeição?Num artigo recentem...
31/08/2026

Como nasce um jogo em que um crime, uma planta e uma lista de suspeitos têm de encaixar na perfeição?

Num artigo recentemente publicado (t.ly/7WNvU), Sara Antunes de Oliveira, Diretora-adjunta do Observador, conta a história por detrás do «Sudocrime»: da escolha do nome à criação dos 100 casos, passando pelos sustos de quem teve de garantir que, afinal, não havia nenhum erro por descobrir.

Uma leitura sobre os bastidores de um jogo que já está a desafiar muitos detetives — e que agora também chegou ao papel.

Encontre o livro no site da Guerra e Paz (t.ly/syT8J) e, a partir de 25 de Setembro, em todas as livrarias do país.

100 crimes por resolver, uma lista de suspeitos e as regras de um dos jogos mais populares do mundo. Sudocrime é o novo livro do Observador, editado pela Guerra e Paz.

Há desafios para todos os gostos, quer para quem prefere desafios rápidos para resolver na hora do café e para quem prefere os mais difíceis, que pedem lápis, borracha e mais dedicação. Não se preocupe: não precisa de saber jogar Sudoku para começar. O primeiro caso ensina-lhe tudo.

O livro já está em pré-venda em toda a rede livreira e no link nos comentários. Estará disponível a partir de 25 de setembro.

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