Edições Colibri

Edições Colibri Edições Colibri, uma editora independente fundada em Lisboa em 1991. Edições Colibri, desde 1991.

A par da edição de importantes trabalhos produzidos por investigadores, no sentido de os dar a conhecer fora e dentro do meio universitário, publicamos também obras que reputamos de interesse, quer no que respeita à sua originalidade, quer à sua actualidade política e social.

As práticas artísticas participativas e comunitárias reúnem um interesse crescente na atualidade. Num momento de par...
10/09/2026

As práticas artísticas participativas e comunitárias reúnem um interesse crescente na atualidade. Num momento de particular fragilidade para as democracias e para a nossa vivência coletiva, este livro procura cruzar os contributos da arte, da participação e da política. Com base em estudos, inéditos pela sua dimensão e profundidade, desenvolvidos pelo autor em Portugal e Brasil nos últimos quatro anos, envolvendo 332 pessoas de 23 grupos teatrais, são discutidos os elementos fundamentais destas práticas, bem como as potencialidades e fragilidades que os processos criativos encerram na sua ligação à participação cívica e política.

(...) Hugo Cruz aborda várias questões fundamentais para o discurso internacional das artes aplicadas e comunitárias (...). Não conheço nenhum outro estudo empírico de artes comunitárias tão alargado e executado de forma tão completa.
[EUGENE VAN ERVEN (Universidade Utrecht, Holanda) in Prefácio]

"Práticas Artísticas e Participação Política [3.a ed.]" é um livro da autoria de Hugo Cruz.

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Neste livro reflecte-se sobre uma época, a dos primórdios de uma modernidade, e analisam-se os discursos historiográf...
09/09/2026

Neste livro reflecte-se sobre uma época, a dos primórdios de uma modernidade, e analisam-se os discursos historiográficos produzidos no Portugal de Quinhentos. O leitor é convidado a revisitar as escritas das Histórias dos Novos Mundos, desocultando signos e formas narrativas, tendo sempre como ponto de fuga os modos como a sua História foi, ao tempo, narrada, nomeadamente pelos portugueses.
Analisando os olhares construídos sobre uma geografia ampla, a da presença de Portugal no espaço extra-europeu, aquele que se configura desde onde o sol nasce até às partes remotas do Ocidente, investiga-se como se percepcionou e transmitiram as então novidades de diferentes terras e oceanos.

“Ao longo destas páginas expus toda uma panóplia de narrativas redigidas no século XVI, que espelharam as vivências transmitidas pelos portugueses, as novidades de outros mares, de outras terras, de outras gentes. Foi no traçar dos quadros sinópticos, então esboçados que desocultei as estratégias de observação/exposição da alteridade, tendo em atenção os diferentes discursos historiográficos...
Parti, por isso mesmo, para a releitura dos textos e dos contextos, entabulei diálogos, desocultei imagens, enfim reflecti sobre as novidades de um tempo, de um Mundo Novo...
Esse foi o caminho, este foi o resultado.”

"Veredas da Modernidade – Escrevendo o Mundo no Portugal de Quinhentos" é um livro da autoria de Ana Paula Menino Avelar.

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Terminou a Feira do Livro do Porto 2026.O nosso agradecimento a todos os autores, clientes, visitantes e amantes dos liv...
08/09/2026

Terminou a Feira do Livro do Porto 2026.
O nosso agradecimento a todos os autores, clientes, visitantes e amantes dos livros que nos honraram com a sua presença nesta que foi a nossa primeira participação na Feira do Livro do Porto.

O contrabando, ao longo da história, como já vimos, passou por diferentes vi­cissitudes marcadas pelas necessidades de c...
04/09/2026

O contrabando, ao longo da história, como já vimos, passou por diferentes vi­cissitudes marcadas pelas necessidades de cada época; assim, em tempos pre­téritos, contrabandeava-se com gado, vinhos, especiarias, até mesmo com es­cravos. Depois da guerra civil, ante a es­cassez e enorme procura de todo o tipo de produtos de primeira necessidade, con­trabandeou-se com café, farinha, pães, tecidos, sabão, etc., mercadorias fáceis de carregar, de baixo custo de compra e de fácil saída no mercado, dada a falta de produtos básicos. Passou-se do con­trabando lucrativo de séculos anteriores a um contrabando de subsistência.
“O Antonio por entre as linhas, e as cordas que também são os escritos dá-nos um retrato socio-antropológico único dos nossos povos raianos, forjados sem pátria, moldados entre pátrias, juntos contra os poderes e unidos no contrabando.
Na Raia, pela raia os contrabandistas, os bandoleiros, irão, graças hoje ao Antonio Chamizó continuar por este livro a bambolear-se, de um lado para o outro.”
(António Eloy)
Antonio Rodríguez Guillén (Aroche 1952), investigador, documentalista e autor de “Bandoleros y Contrabandistas en la Sierra de la Contienda”, com 4 edições em espanhol e agora a 1.ª edição em Português, "Bandoleiros e Contrabandistas na Serra da Contenda".
--,,--
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A Feira do Livro do Porto está de porta abertas até ao próximo dia 6 de Setembro.Estamos no Pavilhão 38 na Avenida das T...
01/09/2026

A Feira do Livro do Porto está de porta abertas até ao próximo dia 6 de Setembro.
Estamos no Pavilhão 38 na Avenida das Tílias numa parceria com a Promobooks.
Apareça :)

É já amanhã que começa a Feira do Livro do Porto.Estamos no Pavilhão 38 na Avenida das Tílias numa parceria com a Promob...
20/08/2026

É já amanhã que começa a Feira do Livro do Porto.
Estamos no Pavilhão 38 na Avenida das Tílias numa parceria com a Promobooks.
Apareça 😊

Hoje, em Barrancos.O contrabando, ao longo da história, como já vimos, passou por diferentes vi­cissitudes marcadas pela...
18/08/2026

Hoje, em Barrancos.
O contrabando, ao longo da história, como já vimos, passou por diferentes vi­cissitudes marcadas pelas necessidades de cada época; assim, em tempos pre­téritos, contrabandeava-se com gado, vinhos, especiarias, até mesmo com es­cravos. Depois da guerra civil, ante a es­cassez e enorme procura de todo o tipo de produtos de primeira necessidade, con­trabandeou-se com café, farinha, pães, tecidos, sabão, etc., mercadorias fáceis de carregar, de baixo custo de compra e de fácil saída no mercado, dada a falta de produtos básicos. Passou-se do con­trabando lucrativo de séculos anteriores a um contrabando de subsistência.

“O Antonio por entre as linhas, e as cordas que também são os escritos dá-nos um retrato socio-antropológico único dos nossos povos raianos, forjados sem pátria, moldados entre pátrias, juntos contra os poderes e unidos no contrabando.
Na Raia, pela raia os contrabandistas, os bandoleiros, irão, graças hoje ao Antonio Chamizó continuar por este livro a bambolear-se, de um lado para o outro.”
(António Eloy)

Antonio Rodríguez Guillén (Aroche 1952), investigador, documentalista e autor de “Bandoleros y Contrabandistas en la Sierra de la Contienda”, com 4 edições em espanhol e agora a 1.ª edição em Português, "Bandoleiros e Contrabandistas na Serra da Contenda".

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Colibri presente!É com grande entusiasmo que anunciamos a nossa primeira participação na Feira do Livro do Porto :)Será ...
10/08/2026

Colibri presente!
É com grande entusiasmo que anunciamos a nossa primeira participação na Feira do Livro do Porto :)
Será um enorme prazer participar nesta feira do livro que tem ganho cada vez mais destaque no panorama editorial português.
Estaremos no Pavilhão 38 na Av.ª das Tílias nos Jardins do Palácio de Cristal.
Apareça :)

Um passeio despretensioso pela Bertrand do Colombo 😊
06/08/2026

Um passeio despretensioso pela Bertrand do Colombo 😊

O contrabando, ao longo da história, como já vimos, passou por diferentes vi­cissitudes marcadas pelas necessidades de c...
29/07/2026

O contrabando, ao longo da história, como já vimos, passou por diferentes vi­cissitudes marcadas pelas necessidades de cada época; assim, em tempos pre­téritos, contrabandeava-se com gado, vinhos, especiarias, até mesmo com es­cravos. Depois da guerra civil, ante a es­cassez e enorme procura de todo o tipo de produtos de primeira necessidade, con­trabandeou-se com café, farinha, pães, tecidos, sabão, etc., mercadorias fáceis de carregar, de baixo custo de compra e de fácil saída no mercado, dada a falta de produtos básicos. Passou-se do con­trabando lucrativo de séculos anteriores a um contrabando de subsistência.

“O Antonio por entre as linhas, e as cordas que também são os escritos dá-nos um retrato socio-antropológico único dos nossos povos raianos, forjados sem pátria, moldados entre pátrias, juntos contra os poderes e unidos no contrabando.
Na Raia, pela raia os contrabandistas, os bandoleiros, irão, graças hoje ao Antonio Chamizó continuar por este livro a bambolear-se, de um lado para o outro.”
(António Eloy)

Antonio Rodríguez Guillén (Aroche 1952), investigador, documentalista e autor de “Bandoleros y Contrabandistas en la Sierra de la Contienda”, com 4 edições em espanhol e agora a 1.ª edição em Português, "Bandoleiros e Contrabandistas na Serra da Contenda".

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