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amortedoartista A Morte do Artista é uma Associação Cultural sem fins lucrativos que edita a revista com o mesmo nome.

Estas são algumas das imagens tiradas pelo grande fotógrafo José Manuel Marques durante a apresentação de A Morte do Art...
27/05/2026

Estas são algumas das imagens tiradas pelo grande fotógrafo José Manuel Marques durante a apresentação de A Morte do Artista #9, um evento de grandioso sucesso com a presença de alguns dos nossos artistas convidados, realizado na belíssima Biblioteca Palácio Galveias. Para encomendar este volume e demais publicações de A Morte do Artista https://amortedoartista.com

Falar bem de nós próprios é a morte do artista, mas é precisamente isso que somos: A Morte do Artista. O lançamento da r...
25/05/2026

Falar bem de nós próprios é a morte do artista, mas é precisamente isso que somos: A Morte do Artista. O lançamento da revista #9, subordinada ao tema "Reviravolta" e com Afonso Cruz como artista consagrado, teve a sala da Biblioteca Palácio Galveias apinhada de boa disposição durante a leitura encenada de excertos de textos soltos, da autoria dos escritores que participaram neste número. Um sucesso!

A revista encontra-se disponível no nosso site: https://www.amortedoartista.com

É já neste sábado! Não perca o lançamento do  #9 d'A Morte do Artista. O bolo já está no forno e as leituras quase em ce...
21/05/2026

É já neste sábado! Não perca o lançamento do #9 d'A Morte do Artista. O bolo já está no forno e as leituras quase em cena.

Esperamos por si na Biblioteca Palácio Galveias, Campo-Pequeno, Lisboa, pelas 16:00.

https://www.amortedoartista.com/

Não percam! Dia 23 de Maio apresentação do  #9 de A Morte do Artista. A tal maravilhosa e eventual publicação!
06/05/2026

Não percam! Dia 23 de Maio apresentação do #9 de A Morte do Artista. A tal maravilhosa e eventual publicação!

Ora aqui está impresso o número #9 de A Morte do Artista! Preparem-se para o dia 23 de Maio, na Biblioteca Palácio Galveias, em Lisboa. Pelas 16h00!

Ora aqui está impresso o número  #9 de A Morte do Artista! Preparem-se para o dia 23 de Maio, na Biblioteca Palácio Galv...
06/05/2026

Ora aqui está impresso o número #9 de A Morte do Artista! Preparem-se para o dia 23 de Maio, na Biblioteca Palácio Galveias, em Lisboa. Pelas 16h00!

Está para breve o maior acontecimento do ano. A apresentação da melhor revista do mundo - o  #9 de A Morte do Artista, S...
29/04/2026

Está para breve o maior acontecimento do ano. A apresentação da melhor revista do mundo - o #9 de A Morte do Artista, Será na bela Biblioteca do Palácio Galveias, em Lisboa, sábado, dia 23 de maio, pelas 16h00. Apontem já na agenda!

Atenção! Coloquem na agenda o dia 23 de Maio. A Morte do Artista  #9 está quase a chegar!
22/04/2026

Atenção! Coloquem na agenda o dia 23 de Maio. A Morte do Artista #9 está quase a chegar!

De Macau a Lisboa, com amor.No Jornal "O Regiões" surge o texto tão gentil do meu querido amigo Joaquim Correia que tão ...
26/02/2026

De Macau a Lisboa, com amor.
No Jornal "O Regiões" surge o texto tão gentil do meu querido amigo Joaquim Correia que tão bem soube ler o livro "Cópia Falsa" editado por A Morte do Artista
https://oregioes.pt/copia-falsa-de-joao-eduardo-ferreira/

«Conheci o João Eduardo em Macau, através de uma amiga comum. Espreitámos os mistérios de Macau, gozámos os prazeres das Filipinas. Sempre atento e curioso, saboreava os lugares e interrogava-se sobre pormenores que tentávamos decifrar, preparados para os seus comentários acutilantes e pertinentes — sinceros, divertidos, por vezes ácidos, muitas vezes metafóricos.
A sua escrita é assim: as memórias somam-se, aparecem e desaparecem, confundem-se com descrições afiadas que desmontam lugares-comuns.
Foi um prazer explorar as ruas e vielas de Macau com alguém que nos ouve e quer saber mais.
A história do livro constrói-se da mesma forma: numa escrita clara e fluida, transmite pensamentos dispersos “como colinas e fracturas de Lisboa”, cidade onde a ação decorre. Acompanhamos Rui, que por vezes se confunde com o autor, agora sozinho depois de Helena ter partido, deixando uma carta difícil de abrir. Nas suas deambulações — “vagabundo ou descobridor de cidades?” — descobre que a carta contém um texto que ele próprio escrevera, relatando um erotismo talvez não consumado. Avanços e recuos na relação, como na vida.
A obra, editada pela Morte do Artista, divide-se em capítulos com títulos que funcionam como metadados da narrativa: uma palavra concentra conteúdo, depois indexado e resumido no final do livro. Mesmo a introdução, composta por fotografias onde Paulo Romão Brás interpreta as deambulações do autor, apresenta cenas lisboetas abstratas, desfocadas, como se algo se escondesse sob a primeira camada visual.
Quando visitou Macau, nos anos 90, escrevia sobre discos, livros e filmes em várias revistas. Lembro-me de longas conversas sobre música ao sol quente de Boracay, nas Filipinas. O seu primeiro livro publicado data do início do século XXI, Corpos Estranhos (I – na Quinta, II – na Biblioteca, III – na Lagoa), pela editora Apenas Livros.
A poesia em prosa de Cópia Falsa está salpicada de referências a filmes e livros — listados no final, assim entendidos como essenciais para a compreensão da história — mas também de sons e ruídos. Quem conhece as ruas de Lisboa reconhece essas imagens do quotidiano, reais ou imaginadas. A cópia é falsa porque é construída a partir das memórias do autor, é imperfeita porque não é verdadeira; são recordações sobrepostas que nos encantam pela paleta colorida de sensações. Só o Tejo permanece real, escapando à máquina fotocopiadora encerrada numa sala do cérebro do autor.
Confesso: foi o primeiro livro que li do amigo que conheci “num lugar entre o Ocidente e o Oriente”, como ele escreve na terna dedicatória que encontrei na página de rosto de Cópia Falsa que me enviou. Fiquei com muita vontade de conhecer mais a fundo a sua já extensa bibliografia.»
JOAQUIM CORREIA

«Entre as negras amnésias do céu.Por que me dãoEstas luzes, estes planetasCaindo como bênção, como línguas de luzDe seis...
25/02/2026

«Entre as negras amnésias do céu.
Por que me dão
Estas luzes, estes planetas
Caindo como bênção, como línguas de luz
De seis pontas, brancas
Nos meus olhos, lábios, cabelo
Ao tocarem desfazem-se.
Em lugar nenhum.»
Sob o signo de Sylvia Plath. Em "Cópia Falsa" de João Eduardo Ferreira. Ed. A Morte do Artista.
Encomendas em https://amortedoartista.wordpress.com/
directamente em: [email protected]

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