Maio Maio

Maio Maio editora independente /
independent press

A Maio Maio vai passar a organizar grupos de leitura mensais em Ovar. A ideia é muito simples: ler em conjunto, na ínteg...
29/03/2026

A Maio Maio vai passar a organizar grupos de leitura mensais em Ovar. A ideia é muito simples: ler em conjunto, na íntegra e em voz alta - pela primeira vez ou não-, livros, textos ou panfletos publicados por nós e por outros projetos editoriais.

Entre cerveja e alguns petiscos, a primeira roda está já marcada para o próximo dia 18 de Abril, sábado, às 16h, com a leitura d’OS VITORIOSOS, de Christopher Nealon, editado em 2022 pela Maio Maio e traduzido para português por Miguel Cardoso.

O terreno de jogo será o bonito terraço do C.C.R.D. Bairro da Misericórdia.

Inscrição: https://forms.gle/6GRbzkW7v35jGn8i8

Até lá.

Dia 28 de fevereiro, sábado, pelas 12h, vamos estar na Livraria Trama, no Porto, para conversar sobre OS SUBCOMUNS: PLAN...
17/02/2026

Dia 28 de fevereiro, sábado, pelas 12h, vamos estar na Livraria Trama, no Porto, para conversar sobre OS SUBCOMUNS: PLANEAMENTO FUGITIVO E ESTUDO NEGRO, de Stefano Harney e Fred Moten.

p.feijó, Godofredo Pereira e Gessica Borges darão o mote a uma conversa que queremos alargar a toda a sala. Será um gosto ver-vos por lá!

OS SUBCOMUNS, de Stefano Harney e Fred Moten, em boa companhia na seleção de 2025 do Fernando Ramalho."A partir de onde ...
31/12/2025

OS SUBCOMUNS, de Stefano Harney e Fred Moten, em boa companhia na seleção de 2025 do Fernando Ramalho.

"A partir de onde e de que concepção do poder dominante se produz a resistência é certamente uma questão de que sempre se tem ocupado a crítica radical. Stefano Harney e Fred Moten, neste conjunto de ensaios, invertem o ponto de partida: a resistência existe e produz-se previamente ao poder dominante. Partindo da experiência histórica da negritude, o poder dominante – europeu, colonial e capitalista –, a branquitude, constitui-se por referência e em oposição à resistência que lhe pré-existe como ser e como método. Não um ser essencial, mas um ser material em movimento, em relação, um convite a ser e estar-com; não um método fixo, mas uma forma indisciplinada, incaptável, de habitar um espaço cuja força está na invisibilidade, no «arredor», para usar a expressão feliz que p. feijó desenvolve num dos excelentes textos de abertura do volume. Os subcomuns são uma potência contra o tempo, uma força da sabotagem. Por exemplo, na universidade: «Face a estas condições, resta-nos entrar à socapa na universidade e roubar tanto quanto pudermos. Abusar da sua hospitalidade, sabotar a sua missão, juntarmo-nos à sua colónia de refugiados, ao seu acampamento cigano, estar nela sem lhe pertencer.» FR

Numa época que parece doente de si mesma, sintomaticamente as listas de itens culturais prescindem de qualquer balanço sobre o que caracteriza o momento que estamos a viver. Eis a nossa tentativa de destacar livros que, mais do que um balanço, parecem estar contra 2025

Os registos do lançamento de OS SUBCOMUNS: PLANEAMENTO FUGITIVO E ESTUDO NEGRO, de Stefano Harney e Fred Moten, no Merca...
21/12/2025

Os registos do lançamento de OS SUBCOMUNS: PLANEAMENTO FUGITIVO E ESTUDO NEGRO, de Stefano Harney e Fred Moten, no Mercado de Natal Bazofo & Dentu Zona.

Meu, anda à palestra porque temos de conversar sobre amizade. Hoje, sábado, a partir das 14h30, na Feira de Natal da Baz...
20/12/2025

Meu, anda à palestra porque temos de conversar sobre amizade.

Hoje, sábado, a partir das 14h30, na Feira de Natal da Bazofo & Dentu Zona, falamos sobre amizade e lançamos OS SUBCOMUNS: PLANEAMENTO FUGITIVO E ESTUDO NEGRO, de Stefano Harney e Fred Moten, na companhia de p. feijó e Flávio LBC Almada.

“Porque eu acho que as performances de um certo modo de socialidade já implicam a produção contínua da teoria da socialidade. Quer dizer, eu curto isso, assim como curto o velho Sócrates, excitado quando vê uns belos rapazes e só quer ficar perto deles, e eles dizem: “meu, anda à palestra porque temos de conversar sobre amizade”, e ele responde, “ah, pois, claro que vou”. Isso também é bom, essa lísis que parece nunca ter fim — total, completa, mas numa consumação inexplicável ou indecidível. Aquilo de que eles falam, isso também era bom. Há um monte de lugares diferentes a partir dos quais se pode abordar uma crítica do mundo administrado, ou algum conhecimento do indivíduo administrado, e um deles é o Skylark do meu avô.”

Até já!

Inferno cheio de céu estrelado, de Priscila Valadão. “Tenho feito o que posso com tudo o que tenho.Só preciso saber exat...
29/11/2025

Inferno cheio de céu estrelado, de Priscila Valadão.

“Tenho feito o que posso com tudo o que tenho.
Só preciso saber exatamente o que tenho depois desse inferno cheio de céu estrelado.

Priscila Valadão em carne, osso e nervos. Tudo isso queimando e rangendo dentes, querendo muito sentar diante do Cordeiro e comer do seu banquete.”

2015-2025
10 anos em Portugal

// Nova entrada no blog da Maio Maio: https://bit.ly/4otY0OT

OS SUBCOMUNS: PLANEAMENTO FUGITIVO E ESTUDO NEGROStefano Harney & Fred MotenTradução: Nuno Cerqueira Revisão: Francisco ...
27/11/2025

OS SUBCOMUNS: PLANEAMENTO FUGITIVO E ESTUDO NEGRO
Stefano Harney & Fred Moten
Tradução: Nuno Cerqueira
Revisão: Francisco Silva, p.feijó e Rosa Azevedo
Textos introdutórios: Flávio LBC Almada e p.feijó
Concepção Gráfica: Vitória Auer

176 pp.
Novembro 2025
14€
Edição: Maio Maio & Snob

A tradução deste livro contou com o apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento.

Lançamento no dia 20 de dezembro, às 14h30, na Bazofo & Dentu Zona.

Dia 20 de dezembro, às 14h30, vamos estar na Bazofo & Dentu Zona para o lançamento de OS SUBCOMUNS: PLANEAMENTO FUGITIVO...
14/11/2025

Dia 20 de dezembro, às 14h30, vamos estar na Bazofo & Dentu Zona para o lançamento de OS SUBCOMUNS: PLANEAMENTO FUGITIVO E ESTUDO NEGRO, de Stefano Harney e Fred Moten.

Flávio LBC Almada e p.feijó, que nesta publicação assinam dois textos introdutórios, dão o mote a uma conversa em que vamos procurar “princípios e projetos comuns” que já preenchem as nossas vidas e que nos ajudam a imaginar “novos mundos, formas de relação e afeto”.

Vemo-nos em breve.

Coedição Maio Maio & Edições da Snob

Enquanto costuramos as últimas pontas da nossa próxima publicação, partilhamos uma nova entrada no blog da Maio Maio. Em...
08/02/2025

Enquanto costuramos as últimas pontas da nossa próxima publicação, partilhamos uma nova entrada no blog da Maio Maio.

Em “Contra a ‘capacidade’”, Hannah Proctor questiona a utilização da expressão “ter capacidade para” em contextos de organização política. Trata-se de uma avaliação quantitativa ou qualitativa? E de que forma podemos atender às “condições sociais mais amplas” que determinam ou não o nosso envolvimento político? Não serão “as próprias condições que diminuem de forma desigual a “capacidade” das pessoas” as coisas que exigem precisamente “organização política para serem transformadas?”

“Às vezes, quando as pessoas dizem que “não têm capacidade”, querem dizer “estou a trabalhar imenso agora” ou “tenho de tomar conta do meu filho doente” ou “estou a ser despejado e a tentar encontrar um novo lugar para viver”, mas outras vezes podem querer dizer “não me apetece” ou “estou aborrecida com todos” ou “preferia estar envolvida noutro projeto” ou “não me posso dar a esse trabalho”.”

Este texto foi originalmente publicado em inglês, em Unconsciousness raising, substack de Hannah Proctor, e a nossa tradução pode ser lida aqui: https://maiomaio.cargo.site/contra-a-capacidade

Apresentamos a nossa próxima edição: ‘Uma pequena história da fadiga’, de Tom Melick. Este ensaio, originalmente publica...
21/09/2024

Apresentamos a nossa próxima edição: ‘Uma pequena história da fadiga’, de Tom Melick.

Este ensaio, originalmente publicado em dezembro de 2020 pela Rosa Press, procura desdobrar uma face dupla da fadiga. Não deixando de ser uma consequência direta do trabalho alienado, a exaustão é, também, um obstáculo a ser superado pela produção capitalista, um limite imposto ao lucro.

Podem as trabalhadoras encontrar-se, umas às outras, nestes momentos de dissociação? E será possível, a partir deles, planear uma fuga mais permanente?

“Ao mesmo tempo, interessa-me a fadiga enquanto um “factor afectivo” porque é, apesar de tudo o que é feito para a remediar, um estado negativamente activo - um estado que não aumenta a produtividade. Ou seja, para dizer que é um pouco misteriosa e que nos abre frequentemente possibilidades de olharmos para o tecto ou para o céu, de sonharmos acordadas, de desacelerarmos, de nos recusarmos a participar.”

-

Tom Melick é um escritor e editor australiano. Edita, ao lado de Elisa Taber, a série Slug, e, em conjunto com Simryn Gill, fundou e coordena a Stolon Press.

A tradução é da braba Leonor Castro Nunes.

Novidades muito em breve!

Endereço

Ovar

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Maio Maio publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Maio Maio:

Compartilhar

Categoria