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Porto-Foz News O sucesso só se alcança depois de trabalhar arduamente naquilo que acreditamos e que defendemos

André Miranda estreou-se pelo plantel principal do FC Porto no triunfo frente ao FC Arouca (3-1) e não escondeu a felici...
01/03/2026

André Miranda estreou-se pelo plantel principal do FC Porto no triunfo frente ao FC Arouca (3-1) e não escondeu a felicidade por ter “contribuído para o sucesso da equipa”: “Entrei nervoso, mas com vontade de ajudar.

Houve um lance em que ganhei um ressalto e, quando ouvi a bancada a celebrar, senti ainda mais raça e vontade”. Depois de agradecer a Francesco Farioli por lhe conceder “a oportunidade de jogar no Dragão” e a João Brandão por o ter “ajudado a crescer”, o avançado de 18 anos garantiu ser “uma pessoa muito diferente do que era no início da época”.

Triunfo com dedicatória
“Quero mandar uma mensagem de força, em meu nome e da equipa, ao Borja Sainz, que está a passar um momento difícil. Esta vitória foi para ele.” Avança o Porto Canal

Advogado de Manuel Serrão retido nos Emirados:Advogado sócio de Nuno Cerejeira Namora, Pedro Marinho Falcão, está retido...
01/03/2026

Advogado de Manuel Serrão retido nos Emirados:

Advogado sócio de Nuno Cerejeira Namora, Pedro Marinho Falcão, está retido no Dubai, Emirados Árabes Unidos.
Segundo o próprio, em declarações à CNN, estaria hospedado no luxuoso hotel BRUJ AL ARAB, em Palm no Dubai, quando, de repente, “Se sentiu um fortíssimo impacto no hotel”.

Os hóspedes foram evacuados enquanto os ataques por parte do Irão, nos Emirados, continuam em execução.

Os aeroportos do Dubai e de Abu Dhabi continuam encerados, ficando, assim, o português, bem como muitos outros turistas retidos no país durante os ataques.

Desconhece-se em que contexto o advogado estaria no Dubai e se estará, ou não, relacionado com o cliente Manuel Serrão e os milhões alegadamente desviados. Contudo, sabe-se que sobrinhos de Manuel Serrão estão, também, retidos no Dubai.

As companhias aéreas suspenderam os voos em todo o Médio Oriente no sábado, incluindo os voos de e para o centro de viagens mais movimentado do mundo, Dubai, depois de os Estados Unidos e Israel terem lançado ataques contra o Irão, mergulhando a região num novo confronto militar.

A Dubai Airports informou que todos os voos no Aeroporto Internacional de Dubai, que recebeu quase cem milhões de passageiros no ano passado, bem como no aeroporto internacional Al Maktoum, de menor dimensão, foram suspensos até novo aviso, pedindo aos passageiros que não viajassem.
"Devido ao encerramento de vários espaços aéreos regionais, a Emirates suspendeu temporariamente as operações de e para Dubai", afirmou a transportadora com sede em Dubai, enquanto a sua companhia aérea irmã, Flydubai, afirmou ter suspendido temporariamente as operações.

Os mapas de voo mostram o espaço aéreo sobre o Irão, Iraque, Kuwait, Israel e Bahrein praticamente vazio, enquanto Israel afirmava ter atacado o Irão e as Forças Armadas dos EUA iniciavam uma série de ataques contra alvos no país. O Irão retaliou com uma salva de mísseis.

A Etihad Airways afirmou que todos os voos com partida prevista de Abu Dhabi foram suspensos até às 10h de domingo, e que os voos com chegada prevista ao hub do Golto antes dessa hora seriam cancelados. "Os voos já a caminho de Abu Dhabi estão a regressar aos seus aeroportos de origem, quando necessário", acrescentou.

Mauritânia Grill encerra para manter outros restaurantes do grupoInaugurada em 1992, a Mauritânia Grill, emblemática mar...
25/01/2026

Mauritânia Grill encerra para manter outros restaurantes do grupo

Inaugurada em 1992, a Mauritânia Grill, emblemática marisqueira de Matosinhos situada em frente ao mar, em Leça da Palmeira, encerrou definitivamente no início de 2026, após 33 anos de atividade.
Considerada a “jóia da coroa” do grupo Mauritânia, a decisão de encerramento foi ponderada ao longo de cerca de três anos e resultou de vários fatores estruturais e financeiros.

Entre as principais razões estiveram a perda do parque de estacionamento em 2025 — que provocou uma quebra significativa da faturação —, a necessidade de um elevado investimento em obras, estimado em cerca de um milhão de euros, e a saída dos sócios fundadores para a reforma.
A estes fatores juntaram-se os elevados custos de manutenção do espaço e alegadas dívidas de valor elevado, que estariam a absorver parte dos lucros gerados pelas restantes casas do grupo.

O encerramento foi anunciado a 5 de janeiro nas redes sociais do restaurante, com uma mensagem de agradecimento a clientes, parceiros e equipa. Em vez de avançar para um cenário de falência, a administração optou por vender o restaurante e encerrar a atividade, permitindo assim a continuidade dos restantes negócios do grupo em condições normais de funcionamento.

No local da antiga marisqueira está prevista a construção de um edifício com 18 apartamentos, com início das obras em março, e no terreno

contíguo será construído um hotel.

Quanto aos funcionários, apesar do despedimento associado ao fecho do espaço, vários foram integrados noutros restaurantes do grupo ou encontraram colocação noutros estabelecimentos da região.

Apesar do encerramento da Mauritânia Grill em Leça da Palmeira, os restaurantes Mauritânia e Mauritânea Real continuam a operar no centro de Matosinhos, preservando a marca, amplamente reconhecida como uma referência nacional na restauração de marisco.

Manuel Serrão:Depois do escândalo milionário e de “matar a mãe”, livra-se das dívidas e é considerado insolventeManuel S...
10/01/2026

Manuel Serrão:
Depois do escândalo milionário e de “matar a mãe”, livra-se das dívidas e é considerado insolvente

Manuel Serrão, principal arguido da Operação Maestro, foi declarado insolvente em janeiro de 2026.
Segundo o Jornal de Negócios, não lhe são conhecidos bens, contas bancárias ou rendimentos.
É acusado de liderar um esquema de uso fraudulento de fundos europeus através da Associação Selectiva Moda (ASM) e de empresas controladas por familiares e pessoas próximas, causando um prejuízo estimado de 42 milhões de euros ao Estado e, no total, quase 60 milhões de euros.

Filho do conhecido Professor Doutor Daniel Serrão, nascido na Invicta, Manuel José de Valadares Souto Pinto Serrão foi dirigente estudantil e da Juventude Centrista, tendo em 1975, quando tinha 16 anos, sido preso pelo COPCON, acusado de ligações à rede bombista do MDLP.

Figura mediática conhecida pela participação em programas como A Noite da Má Língua, ao lado de Miguel Esteves Cardoso, Rui Zink e Rita Blanco, Serrão teve um percurso no jornalismo, no comentário desportivo e como dirigente associativo ligado à moda e ao empreendedorismo.

Formou-se em Direito, ao fim de sete anos, em Lisboa, não tendo ido além do estágio profissional.
Foi diretor do Jornal T, dirigente da ANJE e principal rosto da ASM, onde ganhou o cognome de “O Maestro”.

A investigação da Polícia Judiciária e do Ministério Público sustenta que, desde pelo menos 2015 e até 2024, cerca de 33,5 milhões de euros provenientes de fundos europeus passaram pelas contas de Serrão, circulando também por contas de familiares, incluindo as irmãs Paula e Rosário Serrão, o pai Prof. Dr. Daniel Serrão (então interditado) e a mãe Rosário Valadares Souto.
Parte desses fundos terão sido utilizados para fins pessoais incluindo residir durante oito anos na suíte principal do hotel de luxo Sheraton, no Porto.

No processo são também arguidos António Branco Mendes da Silva (cunhado de Serrão) e António Sousa Cardoso, ex-diretor-geral da ANJE.

A ASM foi declarada insolvente em setembro de 2024, com 154 credores e um passivo de 56,4 milhões de euros, enquanto a empresa No Less, S.A., ligada ao cunhado, foi declarada insolvente em fevereiro de 2025 com mais de 60 credores.
Foi a massa insolvente desta empresa (No Less) que requereu a insolvência pessoal de Serrão, após este ter assumido uma dívida de 645 mil euros inicialmente devida pela irmã Paula e cunhado António Mendes, num ato considerado suspeito.

O Ministério Público aponta conflitos de interesses, contratação sistemática de empresas de familiares e amigos e apropriação indevida de fundos públicos.

O Estado e a banca reclamam cerca de 56 milhões de euros, estando em curso vários processos executivos, nomeadamente de BCP, CGD e BPI, Montepio, agora suspensos pela insolvência decretada. Estes bancos tinham inclusive penhorado os direitos de Serrão às heranças milionárias do pai e da mãe.

Existem ainda suspeitas de ocultação e proteção de património. Entre elas, a alienação da moradia da Foz do Douro para um alegado testa de ferro, Júlio Magalhães, e a transferência indireta de ativos para familiares, incluindo a sobrinha Inês Serrão Mendes e a filha Joana Carravilla.
No plano sucessório, é referido que Serrão terá influenciado a mãe a outorgar um testamento a favor da irmã Rosário Serrão, médica no Hospital de São João, apontada como peça central na proteção e salvaguarda de património que, de outro modo, poderia responder pelas dívidas. Em consequência, o património efetivamente disponível para a insolvência pessoal de Serrão poderá representar ap***s uma pequena parte do que lhe caberia na ausência desse testamento.

A mãe de Manuel Serrão, até então considerada saudável, faleceu subitamente aos 96 anos, em julho de 2025, sendo a morte associada ao forte desgaste emocional provocado pela pressão mediática e pelo escândalo financeiro em que acabou por se ver envolvida.

Com a insolvência pessoal que foi decretada esta segunda-feira, 5 de janeiro, pelo Tribunal Judicial da Comarca do Porto, Juízo de Comércio de Vila Nova de Gaia, Manuel Serrão poderá, ao fim de três anos, requerer a exoneração do passivo restante relativamente a credores privados, ficando a recuperação de valores dependente do apuramento de eventual património oculto e das decisões nos processos cíveis e criminais ainda em curso.

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Manuel Serrão:Depois do escândalo milionário e de “matar a mãe”, livra-se das dívidas e é considerado insolventeSegunda ...
10/01/2026

Manuel Serrão:
Depois do escândalo milionário e de “matar a mãe”, livra-se das dívidas e é considerado insolvente

Segunda avança o Jornal de Negócios e o Correio da manhã,
Manuel Serrão, principal arguido da Operação Maestro, foi declarado insolvente em janeiro de 2026. Segundo o Jornal de Negócios, não lhe são conhecidos bens, contas bancárias ou rendimentos. É acusado de liderar um esquema de uso fraudulento de fundos europeus através da Associação Selectiva Moda (ASM) e de empresas controladas por familiares e pessoas próximas, causando um prejuízo estimado de 42 milhões de euros ao Estado e, no total, quase 60 milhões de euros.

Filho do conhecido Professor Doutor Daniel Serrão, nascido na Invicta, Manuel José de Valadares Souto Pinto Serrão foi dirigente estudantil e da Juventude Centrista, tendo em 1975, quando tinha 16 anos, sido preso pelo COPCON, acusado de ligações à rede bombista do MDLP.

Figura mediática conhecida pela participação em programas como A Noite da Má Língua, ao lado de Miguel Esteves Cardoso, Rui Zink e Rita Blanco, Serrão teve um percurso no jornalismo, no comentário desportivo e como dirigente associativo ligado à moda e ao empreendedorismo.

Formou-se em Direito, ao fim de sete anos, em Lisboa, não tendo ido além do estágio profissional.
Foi diretor do Jornal T, dirigente da ANJE e principal rosto da ASM, onde ganhou o cognome de “O Maestro”.

A investigação da Polícia Judiciária e do Ministério Público sustenta que, desde pelo menos 2015 e até 2024, cerca de 33,5 milhões de euros provenientes de fundos europeus passaram pelas contas de Serrão, circulando também por contas de familiares, incluindo as irmãs Paula e Rosário Serrão, o pai Prof. Dr. Daniel Serrão (então interditado) e a mãe Rosário Valadares Souto. Parte desses fundos terá sido utilizada para fins pessoais incluindo residir durante oito anos na suíte principal do hotel de luxo Sheraton, no Porto.

No processo são também arguidos António Branco Mendes da Silva (cunhado de Serrão) e António Sousa Cardoso, ex-diretor-geral da ANJE. A ASM foi declarada insolvente em setembro de 2024, com 154 credores e um passivo de 56,4 milhões de euros, enquanto a empresa No Less, S.A., ligada ao cunhado, foi declarada insolvente em fevereiro de 2025 com mais de 60 credores.
Foi a massa insolvente desta empresa que requereu a insolvência pessoal de Serrão, após este ter assumido uma dívida de 645 mil euros inicialmente devida pela irmã Paula e cunhado António Mendes, num ato considerado suspeito.

O Ministério Público aponta conflitos de interesses, contratação sistemática de empresas de familiares e amigos e apropriação indevida de fundos públicos. O Estado e a banca reclamam cerca de 56 milhões de euros, estando em curso vários processos executivos, nomeadamente de BCP, CGD e BPI, Montepio, KPMG, agora suspensos pela insolvência decretada. Estes bancos tinham inclusive penhorado os direitos de Serrão às heranças milionárias do pai e da mãe.

Existem ainda suspeitas de ocultação e proteção de património. Entre elas, a alienação da moradia da Foz do Douro para um alegado testa de ferro, Júlio Magalhães, e a transferência indireta de ativos para familiares, incluindo a sobrinha Inês Serrão Mendes e a filha Joana Carravilla. No plano sucessório, é referido que Serrão terá influenciado a mãe a outorgar um testamento a favor da irmã Rosário Serrão, médica no Hospital de São João, apontada como peça central na proteção e salvaguarda de património que, de outro modo, poderia responder pelas dívidas. Em consequência, o património efetivamente disponível para a insolvência pessoal de Serrão poderá representar ap***s uma pequena parte do que lhe caberia na ausência desse testamento.

A mãe de Manuel Serrão, até então considerada saudável, faleceu subitamente aos 96 anos, em julho de 2025, sendo a morte associada ao forte desgaste emocional provocado pela pressão mediática e pelo escândalo financeiro em que acabou por se ver envolvida.

Com a insolvência pessoal que foi decretada esta segunda-feira, 5 de janeiro, pelo Tribunal Judicial da Comarca do Porto, Juízo de Comércio de Vila Nova de Gaia, Manuel Serrão poderá, ao fim de três anos, requerer a exoneração do passivo restante relativamente a credores privados, ficando a recuperação de valores dependente do apuramento de eventual património oculto e das decisões nos processos cíveis e criminais ainda em curso.

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FALECEU O EMPRESARIO ANTÓNIO VASCONCELOS DA MOTAO empresário António Manuel Queirós Vasconcelos da Mota, que liderou o G...
30/11/2025

FALECEU O EMPRESARIO ANTÓNIO VASCONCELOS DA MOTA

O empresário António Manuel Queirós Vasconcelos da Mota, que liderou o Grupo Mota-Engil durante quase 30 anos, morreu este domingo, aos 71 anos.

Nasceu em 1954 em Amarante, onde viveu até aos 15 anos e era filho de Manuel António da Mota e de Maria Amália Guedes Queirós de Vasconcelos.

Licenciou-se em Engenharia Civil pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) e iniciou a sua carreira em 1976 como estagiário na Mota & Companhia.
Empresa na qual passou por diversas direções operacionais, até suceder ao pai na liderança em 1995.

Em 1981 assumiu a direção geral da Mota & Companhia, tendo depois, entre 1987 e 1995, assumido o cargo de vice-presidente executivo, até suceder ao pai, em 1995 aquando da sua morte. Este, foi claro no seu testamento, privilegiando António na distribuição das ações: 33% para António e 22% para cada uma das irmãs.

Foi responsável pela transformação da Mota & Companhia S.A. e da Engil - Engenharia S.A. na Mota-Engil S.A., da qual assumiu a presidência executiva em 1995 e até 2023.

Foi Co-fundador da F.M. Sociedade de Controlo em 1995 através de qual detinha, juntamente com os filhos e irmãs, parte do capital da Mota-Engil

Em 2008, António Mota decide fazer uma alteração importante na maior construtora portuguesa, criando o cargo de CEO, distinguindo a presidência executiva e não executiva. Com ap***s 53 anos, chamou Jorge Coelho, então antigo ministro das Obras Públicas, para o suceder na liderança executiva, por entender que era necessário fazer uma remodelação, corrigir erros, e criar as condições para uma nova fase do grupo.

Ficar afastado da gestão não foi fácil, segundo o próprio. “Desde há dois anos, que passei a administração executiva para o meu filho e para o meu sobrinho, tentando não me meter. O que não é fácil. A gente não se meter ao barulho ao fim de tantos anos é difícil. Mas tento fazer isso”, disse na cerimónia da entrega do Lifetime Achievement Award do ECO

Há pouco mais de dois meses, António Mota decidiu transferir para os quatro filhos 28% do capital da Mota Gestão e Participações, SGPS (MGP), a dona da construtora fundada pela família Mota. Em setembro, cedeu ainda o seu lugar na administração da sociedade familiar ao filho Manuel Mota, que já tinha ocupado o lugar do pai no board da construtora.

Com 41 anos, António viu-se à frente de um grupo enorme, que se tornou ainda maior em 2003 depois da fusão com a Engil. A sua principal prioridade foi manter a empresa como uma estrutura familiar. Envolveu as irmãs Maria Manuela, Maria Teresa e Maria Paula na gestão. “Às vezes não é fácil. Discutem mas acabam sempre por se entender”, conta um colaborador da empresa.

Foi também responsável pela entrada da Chinesa “China Communications Construction“ no capital da Mota-Engil, detendo, estes, atualmente, cerca de 33% do seu capital.

Deixa 4 filhos.

As cerimónias fúnebres terão lugar amanhã, dia 1 de dezembro, com o velório a realizar-se pelas 10h30 na Igreja de São Gonçalo, em Amarante, seguido de missa pelas 15h00 no mesmo local, de onde seguirá o corpo para o jazigo da família, no cemitério de Amarante.

Joana Ramirez INTERNADA, por ser “louca”Segundo avança o JN, a Sábado e o CM, a conhecida advogada burlona Joana Santos ...
26/10/2025

Joana Ramirez INTERNADA, por ser “louca”

Segundo avança o JN, a Sábado e o CM, a conhecida advogada burlona Joana Santos Ramirez foi internada na passada Sexta-Feira por ordem de Juiz.

Mais conhecida como "a burlona do Porsche ou do jet set", foi internada compulsivamente na ala psiquiátrica de um hospital do Porto, após uma ordem de um juiz do Tribunal do Bolhão, noticiou o Jornal de Notícias.
Esta decisão foi tomada esta semana, na sequência de uma avaliação clínico-psiquiátrica que confirmou que a advogada sofre de uma doença mental considerada um perigo para si e para terceiros.

Este internamento ocorreu na sequência de um episódio insólito que aconteceu na última sessão de julgamento, a 21 de outubro, e na qual é arguida.

Joana Ramirez apareceu com uma máscara de gás nas mãos, enquanto afirmava temer ser gaseada durante a sessão, e ameaçou fazer justiça pelas "próprias mãos" contra os Juizes e a família Brochado Pereira Coutinho, caso o tribunal não acolhesse uma queixa apresentada por si contra todos os intervenientes que a acusam de prática de burla.

Joana Ramirez está a ser julgada no Porto por suspeitas de burla qualificada, abuso de confiança e falsificação de documentos, que lhe terão valido cerca de um milhão de euros de clientes.
Esta lista de crimes foi lhe imputada, entre outros, pela família do director-executivo da Coutinho Rockefeller Holdings, António Pereira Coutinho, que diz ter sido lesada em vários milhões de euros.
A advogada foi casada com Vasco Ramirez - atual dono da empresa de conservas Ramirez.
Apesar de já se terem divorciado, Joana decidiu manter sempre o seu apelido.

No Porto, Ramirez é conhecida como "advogada do Porsche", por ter circulado ao volante deste carro pelas ruas da Invicta.
Atualmente conduz um Range Rover Vogue, um dos mais caros do mercado… Ainda assim, chegou a pedir ajuda ao Estado por viver alegadamente em situação de carência e com o apoio da mãe “em 200€ mensais”.

A próxima audiência de julgamento ficou marcada para 11 de novembro, não havendo ainda certezas da realização da mesma.

Morreu Jorge Costa, antigo jogador e diretor do FC Porto:O antigo atleta sofreu uma paragem cardiorrespiratória no centr...
05/08/2025

Morreu Jorge Costa, antigo jogador e diretor do FC Porto:

O antigo atleta sofreu uma paragem cardiorrespiratória no centro de treinos do clube. Tinha 53 anos.

Jorge Costa, diretor do FC Porto, morreu esta terça-feira, após sofrer uma paragem cardiorrespiratória no centro de treinos do clube.
A informação foi confirmada pelo Hospital de São
João ao Correio da Manhã.

Recorde-se que o diretor do FC Porto, de 53 anos, tinha sido levado pelas 12h30, desta terça-feira, depois de uma indisposição seguida de uma paragem cardiorrespiratória para o hospital em estado muito grave.

O responsável azul-e-branco estava no centro de treinos e formação do FC Porto, no Olival, em Gaia, quando se sentiu mal.

Macaco condenado a mais 2 anos e 2 meses de prisão:Operação Pretoriano: Fernando Madureira, ex-líder dos Super Dragões, ...
01/08/2025

Macaco condenado a mais 2 anos e 2 meses de prisão:

Operação Pretoriano: Fernando Madureira, ex-líder dos Super Dragões, condenado a 3 anos e 9 meses de prisão

A leitura do acórdão realizou-se no Tribunal Criminal de São João Novo, no Porto.
O tribunal deu como provada a existência de um "plano criminoso" para "criar um clima de intimidação e medo" na AG do FC Porto, na qual ocorreram confrontos e agressões, para garantir a aprovação da proposta de alteração dos estatutos do clube, do "interesse da direção" então liderada por Pinto da Costa.

O ex-líder da claque do FC Porto Super Dragões, Fernando Madureira, foi esta quinta-feira condenado a três anos e nove meses de prisão, no âmbito da Operação Pretoriano, processo relativo aos incidentes na Assembleia Geral (AG) do FC Porto de novembro de 2023.

A mulher de “Macaco”, Sandra Madureira, foi condenada a uma pena suspensa de dois anos e oito meses de prisão.

O coletivo de juízes do Tribunal Criminal de São João Novo, no Porto, deu como provada a existência de um "plano criminoso" para "criar um clima de intimidação e medo" na AG, na qual ocorreram confrontos e agressões, para garantir a aprovação da proposta de alteração dos estatutos do clube, do "interesse da direção" então liderada por Jorge Nuno Pinto da Costa.

Fernando Madureira, que teve um papel de liderança e, portanto, uma pena mais agravada do que os restantes arguidos, foi o único a ser condenado a uma pena efetiva, ficando em prisão preventiva a aguardar o desenrolar do processo, uma vez que existe possibilidade de recurso e a decisão ainda não transitou em julgado. O ex-líder dos Super Dragões ficou ainda proibido de entrar em recintos desportivos durante dois anos.
Considerando que a mudança dos estatutos, que necessitava da aprovação de três quartos dos sócios presentes, era um "manifesto sinal de apoio a Pinto da Costa" e reforço da direção em funções, Madureira fez-se valer do seu estatuto para coagir e constranger sócios que tivessem um sentido de voto contrário.

O tribunal deu também como provado que Fernando Madureira, em conjunto com Hugo “Polaco”, outro dos arguidos, se posicionou na zona de acreditação, apoderando-se das pulseiras de entrada na AG, de modo a garantir o acesso a não-sócios no exterior, para além de incentivar elementos por si convocados a passarem à frente da fila

Onze arguidos com p***s susp***s

No que diz respeito às condenações dos restantes arguidos, todas com pena suspensa de prisão, a juíza presidente do coletivo anunciou as seguintes sentenças:

Vítor Catão: três anos e seis meses;
Hugo "Polaco" Carneiro: dois anos e nove meses;
Vítor "Aleixo": três anos e três meses;
Vítor “Aleixo” (filho): dois anos e 10 meses;
Carlos Jamaica: dois anos e 10 meses;
Hugo Loureiro: quatro anos e um mês;
José Pereira: dois anos e 10 meses.

Tal como o marido, Sandra Madureira está também proibida de frequentar recintos desportivos, mas por um período de seis meses.

DESAPARECIMENTO:João Francisco Colaço da Costa, de 22 anos, estudante de direito na Universidade Católica Portuguesa do ...
31/07/2025

DESAPARECIMENTO:

João Francisco Colaço da Costa, de 22 anos, estudante de direito na Universidade Católica Portuguesa do Porto (Foz) - classificado nos 10% dos melhores alunos do seu curso -, desapareceu, ontem, quarta-feira, dia 30 de Julho de 2025, pelas 23 horas sem informar para onde se iria deslocar.

Segundo familiares “estava um pouco alterado e, nos últimos tempos, não estava muito bem mentalmente”, no entanto, “é a primeira vez que isto acontece”, o que causa alguma estranheza, uma vez que “não temos conhecimento de nenhuma discussão nem com a família, nem com os amigos”.

Segundo informações que a família recebeu “terá sido visto pela última vez, na madrugada de quinta-feira (4h40), perto do Candal”. A Polícia já foi “informada e está a fazer os possíveis para o localizar”.

João Francisco levou o telemóvel com ele quando saiu de casa, mas deixou a carteira com que andava habitualmente.

O seu telemóvel foi localizado, pela última vez, no Candal, em Vila Nova de Gaia, pelas 4:50h da manhã de hoje (31 de Julho).

A família procura João Francisco e agradece que, quem tiver informações ou tiver visto o jovem – que frequenta habitualmente as praias de Gaia e o Centro do Porto, nomeadamente a zona do Palácio de Cristal - informe Inês Colaço da Costa através do WhatsApp: +351 916 273 706. Oi o link

O Canal Porto Foz agradece o apoio de todos e envia força para a família

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Ao contrário de Sócrates, Joana Ramirez consegue adiar julgamento para outubro.. A advogada burlona Joana Ramirez conseg...
19/07/2025

Ao contrário de Sócrates, Joana Ramirez consegue adiar julgamento para outubro..

A advogada burlona Joana Ramirez conseguiu adiar, mais uma vez, a última audiência de julgamento, de 15 de Julho, para 7 de Outubro.
Já Sócrates, ficou “encurralado” e prestou declarações no Tribunal de Lisboa.

Na passada sexta-feira, 11 de Julho, a arguida demitiu o seu advogado Pedro Moura de Sá e pediu apoio judiciário e advogado oficioso por não ter condições econômico-financeiras para pagar honorários a um.

Após vários requerimentos da advogada a pedir o adiamento por não estar fisicamente capaz e por não ter advogado, a juiz manteve a sessão de julgamento marcada para as 9:30h.
Assim, pelas 10:30h deu-se início à sessão de julgamento:
Ouvidos os médicos que passaram os atestados médicos à burlona, estes disseram, de forma geral, que a arguida estaria já em condições de prestar as devidas declarações.

Assim, depois de perceber que não teria “por onde fugir” o advogado oficioso de Joana, requereu o prazo de 20 dias para se poder inteirar do processo, a que legalmente tem direito…

Visto que as férias judiciais tiveram início a 16 de Julho, a juiz decidiu adiar a audiência para 7 de Outubro.

À saída, a arguida ficou em conversa com o novo defensor e foi interpelada pela queixosa Aurora Neves, que proferiu o seu desagrado para com a arguida e a sua atitude “vergonhosa” por estar a “adiar o julgamento há 11 anos”. De seguida, Joana, chamou um agente pedindo “socorro”.

Recorde-se que Joana Ramirez foi acusada por Aurora Pinto das Neves, por ter, alegadamente, burlado esta e o seu marido, na sequência da morte do seu filho Ricardo. Assim, com recurso a uma procuração de teor alterado, a advogada levantou valores das contas da queixosa, bem como seguros de vida e PPR’s e ainda vendeu o carro e a mota do falecido filho da queixosa. Uma burla “de valor superior a 90 mil euros”.

Também em 2013 foi acusada pela família Brochado Pereira Coutinho por ter vendido “milhões de euros em patrimônio em 2012” bem como desfalcado as empresas do grupo Coutinho Rockefeller em algumas centenas de milhares de euros, nomeadamente “na sociedade CND e num negócio com a AEP - Associação Empresarial de Portugal” - segundo depoimento da viúva de António Coutinho, Fernanda Serrão.

Assim como José Sócrates, Joana Ramirez sabe que os crimes pelos quais é acusada prescrevem em 2027 e assim, tudo faz, para que possa sair ilesa do processo após as sua prescrição.

Segundo fonte próxima da arguida Joana Ramirez, ela “está à espera que isto (processos) prescreva para poder exercer a advocacia normalmente e viver uma vida normal na Foz a andar no seu novo Range Rover Vogue”.

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Rua Do Funchal
Porto
4150

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