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André Miranda estreou-se pelo plantel principal do FC Porto no triunfo frente ao FC Arouca (3-1) e não escondeu a felici...
01/03/2026

André Miranda estreou-se pelo plantel principal do FC Porto no triunfo frente ao FC Arouca (3-1) e não escondeu a felicidade por ter “contribuído para o sucesso da equipa”: “Entrei nervoso, mas com vontade de ajudar.

Houve um lance em que ganhei um ressalto e, quando ouvi a bancada a celebrar, senti ainda mais raça e vontade”. Depois de agradecer a Francesco Farioli por lhe conceder “a oportunidade de jogar no Dragão” e a João Brandão por o ter “ajudado a crescer”, o avançado de 18 anos garantiu ser “uma pessoa muito diferente do que era no início da época”.

Triunfo com dedicatória
“Quero mandar uma mensagem de força, em meu nome e da equipa, ao Borja Sainz, que está a passar um momento difícil. Esta vitória foi para ele.” Avança o Porto Canal

Advogado de Manuel Serrão retido nos Emirados:Advogado sócio de Nuno Cerejeira Namora, Pedro Marinho Falcão, está retido...
01/03/2026

Advogado de Manuel Serrão retido nos Emirados:

Advogado sócio de Nuno Cerejeira Namora, Pedro Marinho Falcão, está retido no Dubai, Emirados Árabes Unidos.
Segundo o próprio, em declarações à CNN, estaria hospedado no luxuoso hotel BRUJ AL ARAB, em Palm no Dubai, quando, de repente, “Se sentiu um fortíssimo impacto no hotel”.

Os hóspedes foram evacuados enquanto os ataques por parte do Irão, nos Emirados, continuam em execução.

Os aeroportos do Dubai e de Abu Dhabi continuam encerados, ficando, assim, o português, bem como muitos outros turistas retidos no país durante os ataques.

Desconhece-se em que contexto o advogado estaria no Dubai e se estará, ou não, relacionado com o cliente Manuel Serrão e os milhões alegadamente desviados. Contudo, sabe-se que sobrinhos de Manuel Serrão estão, também, retidos no Dubai.

As companhias aéreas suspenderam os voos em todo o Médio Oriente no sábado, incluindo os voos de e para o centro de viagens mais movimentado do mundo, Dubai, depois de os Estados Unidos e Israel terem lançado ataques contra o Irão, mergulhando a região num novo confronto militar.

A Dubai Airports informou que todos os voos no Aeroporto Internacional de Dubai, que recebeu quase cem milhões de passageiros no ano passado, bem como no aeroporto internacional Al Maktoum, de menor dimensão, foram suspensos até novo aviso, pedindo aos passageiros que não viajassem.
"Devido ao encerramento de vários espaços aéreos regionais, a Emirates suspendeu temporariamente as operações de e para Dubai", afirmou a transportadora com sede em Dubai, enquanto a sua companhia aérea irmã, Flydubai, afirmou ter suspendido temporariamente as operações.

Os mapas de voo mostram o espaço aéreo sobre o Irão, Iraque, Kuwait, Israel e Bahrein praticamente vazio, enquanto Israel afirmava ter atacado o Irão e as Forças Armadas dos EUA iniciavam uma série de ataques contra alvos no país. O Irão retaliou com uma salva de mísseis.

A Etihad Airways afirmou que todos os voos com partida prevista de Abu Dhabi foram suspensos até às 10h de domingo, e que os voos com chegada prevista ao hub do Golto antes dessa hora seriam cancelados. "Os voos já a caminho de Abu Dhabi estão a regressar aos seus aeroportos de origem, quando necessário", acrescentou.

Mauritânia Grill encerra para manter outros restaurantes do grupoInaugurada em 1992, a Mauritânia Grill, emblemática mar...
25/01/2026

Mauritânia Grill encerra para manter outros restaurantes do grupo

Inaugurada em 1992, a Mauritânia Grill, emblemática marisqueira de Matosinhos situada em frente ao mar, em Leça da Palmeira, encerrou definitivamente no início de 2026, após 33 anos de atividade.
Considerada a “jóia da coroa” do grupo Mauritânia, a decisão de encerramento foi ponderada ao longo de cerca de três anos e resultou de vários fatores estruturais e financeiros.

Entre as principais razões estiveram a perda do parque de estacionamento em 2025 — que provocou uma quebra significativa da faturação —, a necessidade de um elevado investimento em obras, estimado em cerca de um milhão de euros, e a saída dos sócios fundadores para a reforma.
A estes fatores juntaram-se os elevados custos de manutenção do espaço e alegadas dívidas de valor elevado, que estariam a absorver parte dos lucros gerados pelas restantes casas do grupo.

O encerramento foi anunciado a 5 de janeiro nas redes sociais do restaurante, com uma mensagem de agradecimento a clientes, parceiros e equipa. Em vez de avançar para um cenário de falência, a administração optou por vender o restaurante e encerrar a atividade, permitindo assim a continuidade dos restantes negócios do grupo em condições normais de funcionamento.

No local da antiga marisqueira está prevista a construção de um edifício com 18 apartamentos, com início das obras em março, e no terreno

contíguo será construído um hotel.

Quanto aos funcionários, apesar do despedimento associado ao fecho do espaço, vários foram integrados noutros restaurantes do grupo ou encontraram colocação noutros estabelecimentos da região.

Apesar do encerramento da Mauritânia Grill em Leça da Palmeira, os restaurantes Mauritânia e Mauritânea Real continuam a operar no centro de Matosinhos, preservando a marca, amplamente reconhecida como uma referência nacional na restauração de marisco.

Manuel Serrão:Depois do escândalo milionário e de “matar a mãe”, livra-se das dívidas e é considerado insolventeManuel S...
10/01/2026

Manuel Serrão:
Depois do escândalo milionário e de “matar a mãe”, livra-se das dívidas e é considerado insolvente

Manuel Serrão, principal arguido da Operação Maestro, foi declarado insolvente em janeiro de 2026.
Segundo o Jornal de Negócios, não lhe são conhecidos bens, contas bancárias ou rendimentos.
É acusado de liderar um esquema de uso fraudulento de fundos europeus através da Associação Selectiva Moda (ASM) e de empresas controladas por familiares e pessoas próximas, causando um prejuízo estimado de 42 milhões de euros ao Estado e, no total, quase 60 milhões de euros.

Filho do conhecido Professor Doutor Daniel Serrão, nascido na Invicta, Manuel José de Valadares Souto Pinto Serrão foi dirigente estudantil e da Juventude Centrista, tendo em 1975, quando tinha 16 anos, sido preso pelo COPCON, acusado de ligações à rede bombista do MDLP.

Figura mediática conhecida pela participação em programas como A Noite da Má Língua, ao lado de Miguel Esteves Cardoso, Rui Zink e Rita Blanco, Serrão teve um percurso no jornalismo, no comentário desportivo e como dirigente associativo ligado à moda e ao empreendedorismo.

Formou-se em Direito, ao fim de sete anos, em Lisboa, não tendo ido além do estágio profissional.
Foi diretor do Jornal T, dirigente da ANJE e principal rosto da ASM, onde ganhou o cognome de “O Maestro”.

A investigação da Polícia Judiciária e do Ministério Público sustenta que, desde pelo menos 2015 e até 2024, cerca de 33,5 milhões de euros provenientes de fundos europeus passaram pelas contas de Serrão, circulando também por contas de familiares, incluindo as irmãs Paula e Rosário Serrão, o pai Prof. Dr. Daniel Serrão (então interditado) e a mãe Rosário Valadares Souto.
Parte desses fundos terão sido utilizados para fins pessoais incluindo residir durante oito anos na suíte principal do hotel de luxo Sheraton, no Porto.

No processo são também arguidos António Branco Mendes da Silva (cunhado de Serrão) e António Sousa Cardoso, ex-diretor-geral da ANJE.

A ASM foi declarada insolvente em setembro de 2024, com 154 credores e um passivo de 56,4 milhões de euros, enquanto a empresa No Less, S.A., ligada ao cunhado, foi declarada insolvente em fevereiro de 2025 com mais de 60 credores.
Foi a massa insolvente desta empresa (No Less) que requereu a insolvência pessoal de Serrão, após este ter assumido uma dívida de 645 mil euros inicialmente devida pela irmã Paula e cunhado António Mendes, num ato considerado suspeito.

O Ministério Público aponta conflitos de interesses, contratação sistemática de empresas de familiares e amigos e apropriação indevida de fundos públicos.

O Estado e a banca reclamam cerca de 56 milhões de euros, estando em curso vários processos executivos, nomeadamente de BCP, CGD e BPI, Montepio, agora suspensos pela insolvência decretada. Estes bancos tinham inclusive penhorado os direitos de Serrão às heranças milionárias do pai e da mãe.

Existem ainda suspeitas de ocultação e proteção de património. Entre elas, a alienação da moradia da Foz do Douro para um alegado testa de ferro, Júlio Magalhães, e a transferência indireta de ativos para familiares, incluindo a sobrinha Inês Serrão Mendes e a filha Joana Carravilla.
No plano sucessório, é referido que Serrão terá influenciado a mãe a outorgar um testamento a favor da irmã Rosário Serrão, médica no Hospital de São João, apontada como peça central na proteção e salvaguarda de património que, de outro modo, poderia responder pelas dívidas. Em consequência, o património efetivamente disponível para a insolvência pessoal de Serrão poderá representar apenas uma pequena parte do que lhe caberia na ausência desse testamento.

A mãe de Manuel Serrão, até então considerada saudável, faleceu subitamente aos 96 anos, em julho de 2025, sendo a morte associada ao forte desgaste emocional provocado pela pressão mediática e pelo escândalo financeiro em que acabou por se ver envolvida.

Com a insolvência pessoal que foi decretada esta segunda-feira, 5 de janeiro, pelo Tribunal Judicial da Comarca do Porto, Juízo de Comércio de Vila Nova de Gaia, Manuel Serrão poderá, ao fim de três anos, requerer a exoneração do passivo restante relativamente a credores privados, ficando a recuperação de valores dependente do apuramento de eventual património oculto e das decisões nos processos cíveis e criminais ainda em curso.

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Manuel Serrão:Depois do escândalo milionário e de “matar a mãe”, livra-se das dívidas e é considerado insolventeSegunda ...
10/01/2026

Manuel Serrão:
Depois do escândalo milionário e de “matar a mãe”, livra-se das dívidas e é considerado insolvente

Segunda avança o Jornal de Negócios e o Correio da manhã,
Manuel Serrão, principal arguido da Operação Maestro, foi declarado insolvente em janeiro de 2026. Segundo o Jornal de Negócios, não lhe são conhecidos bens, contas bancárias ou rendimentos. É acusado de liderar um esquema de uso fraudulento de fundos europeus através da Associação Selectiva Moda (ASM) e de empresas controladas por familiares e pessoas próximas, causando um prejuízo estimado de 42 milhões de euros ao Estado e, no total, quase 60 milhões de euros.

Filho do conhecido Professor Doutor Daniel Serrão, nascido na Invicta, Manuel José de Valadares Souto Pinto Serrão foi dirigente estudantil e da Juventude Centrista, tendo em 1975, quando tinha 16 anos, sido preso pelo COPCON, acusado de ligações à rede bombista do MDLP.

Figura mediática conhecida pela participação em programas como A Noite da Má Língua, ao lado de Miguel Esteves Cardoso, Rui Zink e Rita Blanco, Serrão teve um percurso no jornalismo, no comentário desportivo e como dirigente associativo ligado à moda e ao empreendedorismo.

Formou-se em Direito, ao fim de sete anos, em Lisboa, não tendo ido além do estágio profissional.
Foi diretor do Jornal T, dirigente da ANJE e principal rosto da ASM, onde ganhou o cognome de “O Maestro”.

A investigação da Polícia Judiciária e do Ministério Público sustenta que, desde pelo menos 2015 e até 2024, cerca de 33,5 milhões de euros provenientes de fundos europeus passaram pelas contas de Serrão, circulando também por contas de familiares, incluindo as irmãs Paula e Rosário Serrão, o pai Prof. Dr. Daniel Serrão (então interditado) e a mãe Rosário Valadares Souto. Parte desses fundos terá sido utilizada para fins pessoais incluindo residir durante oito anos na suíte principal do hotel de luxo Sheraton, no Porto.

No processo são também arguidos António Branco Mendes da Silva (cunhado de Serrão) e António Sousa Cardoso, ex-diretor-geral da ANJE. A ASM foi declarada insolvente em setembro de 2024, com 154 credores e um passivo de 56,4 milhões de euros, enquanto a empresa No Less, S.A., ligada ao cunhado, foi declarada insolvente em fevereiro de 2025 com mais de 60 credores.
Foi a massa insolvente desta empresa que requereu a insolvência pessoal de Serrão, após este ter assumido uma dívida de 645 mil euros inicialmente devida pela irmã Paula e cunhado António Mendes, num ato considerado suspeito.

O Ministério Público aponta conflitos de interesses, contratação sistemática de empresas de familiares e amigos e apropriação indevida de fundos públicos. O Estado e a banca reclamam cerca de 56 milhões de euros, estando em curso vários processos executivos, nomeadamente de BCP, CGD e BPI, Montepio, KPMG, agora suspensos pela insolvência decretada. Estes bancos tinham inclusive penhorado os direitos de Serrão às heranças milionárias do pai e da mãe.

Existem ainda suspeitas de ocultação e proteção de património. Entre elas, a alienação da moradia da Foz do Douro para um alegado testa de ferro, Júlio Magalhães, e a transferência indireta de ativos para familiares, incluindo a sobrinha Inês Serrão Mendes e a filha Joana Carravilla. No plano sucessório, é referido que Serrão terá influenciado a mãe a outorgar um testamento a favor da irmã Rosário Serrão, médica no Hospital de São João, apontada como peça central na proteção e salvaguarda de património que, de outro modo, poderia responder pelas dívidas. Em consequência, o património efetivamente disponível para a insolvência pessoal de Serrão poderá representar apenas uma pequena parte do que lhe caberia na ausência desse testamento.

A mãe de Manuel Serrão, até então considerada saudável, faleceu subitamente aos 96 anos, em julho de 2025, sendo a morte associada ao forte desgaste emocional provocado pela pressão mediática e pelo escândalo financeiro em que acabou por se ver envolvida.

Com a insolvência pessoal que foi decretada esta segunda-feira, 5 de janeiro, pelo Tribunal Judicial da Comarca do Porto, Juízo de Comércio de Vila Nova de Gaia, Manuel Serrão poderá, ao fim de três anos, requerer a exoneração do passivo restante relativamente a credores privados, ficando a recuperação de valores dependente do apuramento de eventual património oculto e das decisões nos processos cíveis e criminais ainda em curso.

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FALECEU O EMPRESARIO ANTÓNIO VASCONCELOS DA MOTAO empresário António Manuel Queirós Vasconcelos da Mota, que liderou o G...
30/11/2025

FALECEU O EMPRESARIO ANTÓNIO VASCONCELOS DA MOTA

O empresário António Manuel Queirós Vasconcelos da Mota, que liderou o Grupo Mota-Engil durante quase 30 anos, morreu este domingo, aos 71 anos.

Nasceu em 1954 em Amarante, onde viveu até aos 15 anos e era filho de Manuel António da Mota e de Maria Amália Guedes Queirós de Vasconcelos.

Licenciou-se em Engenharia Civil pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) e iniciou a sua carreira em 1976 como estagiário na Mota & Companhia.
Empresa na qual passou por diversas direções operacionais, até suceder ao pai na liderança em 1995.

Em 1981 assumiu a direção geral da Mota & Companhia, tendo depois, entre 1987 e 1995, assumido o cargo de vice-presidente executivo, até suceder ao pai, em 1995 aquando da sua morte. Este, foi claro no seu testamento, privilegiando António na distribuição das ações: 33% para António e 22% para cada uma das irmãs.

Foi responsável pela transformação da Mota & Companhia S.A. e da Engil - Engenharia S.A. na Mota-Engil S.A., da qual assumiu a presidência executiva em 1995 e até 2023.

Foi Co-fundador da F.M. Sociedade de Controlo em 1995 através de qual detinha, juntamente com os filhos e irmãs, parte do capital da Mota-Engil

Em 2008, António Mota decide fazer uma alteração importante na maior construtora portuguesa, criando o cargo de CEO, distinguindo a presidência executiva e não executiva. Com apenas 53 anos, chamou Jorge Coelho, então antigo ministro das Obras Públicas, para o suceder na liderança executiva, por entender que era necessário fazer uma remodelação, corrigir erros, e criar as condições para uma nova fase do grupo.

Ficar afastado da gestão não foi fácil, segundo o próprio. “Desde há dois anos, que passei a administração executiva para o meu filho e para o meu sobrinho, tentando não me meter. O que não é fácil. A gente não se meter ao barulho ao fim de tantos anos é difícil. Mas tento fazer isso”, disse na cerimónia da entrega do Lifetime Achievement Award do ECO

Há pouco mais de dois meses, António Mota decidiu transferir para os quatro filhos 28% do capital da Mota Gestão e Participações, SGPS (MGP), a dona da construtora fundada pela família Mota. Em setembro, cedeu ainda o seu lugar na administração da sociedade familiar ao filho Manuel Mota, que já tinha ocupado o lugar do pai no board da construtora.

Com 41 anos, António viu-se à frente de um grupo enorme, que se tornou ainda maior em 2003 depois da fusão com a Engil. A sua principal prioridade foi manter a empresa como uma estrutura familiar. Envolveu as irmãs Maria Manuela, Maria Teresa e Maria Paula na gestão. “Às vezes não é fácil. Discutem mas acabam sempre por se entender”, conta um colaborador da empresa.

Foi também responsável pela entrada da Chinesa “China Communications Construction“ no capital da Mota-Engil, detendo, estes, atualmente, cerca de 33% do seu capital.

Deixa 4 filhos.

As cerimónias fúnebres terão lugar amanhã, dia 1 de dezembro, com o velório a realizar-se pelas 10h30 na Igreja de São Gonçalo, em Amarante, seguido de missa pelas 15h00 no mesmo local, de onde seguirá o corpo para o jazigo da família, no cemitério de Amarante.

Endereço

Rua Do Funchal
Porto
4150

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