17/03/2026
Manifesto Antropófago
seguido de
“Um aspecto Antropofágico da cultura brasileira: O Homem Cordial”
e de
“Variações sobre o Matriarcado”
Quase cem anos depois, o Manifesto Antropófago (1928) continua a ser o mais radical opúsculo cultural e político brasileiro do século XX.
Caetano Veloso considera-o a base intelectual e a “grande herança” para a Tropicália.
Viveiros de Castro, um dos mais renomados antropólogos vivos, encara o icónico Manifesto de Oswald de Andrade não apenas como “uma peça literária modernista, mas uma profunda reflexão decolonial e filosófica”, que antecipa conceitos importantes da etnologia ameríndia.
O Manifesto Antropófago foi o mais feroz e criativo grito estético do movimento modernista no Brasil e o seu conceito de antropofagia constitui ainda hoje uma chave anticolonial de autodeterminação cultural.
Oswald de Andrade (1890-1954, São Paulo) foi um poeta, romancista, ensaísta e dramaturgo brasileiro. Foi um dos fundadores do Modernismo brasileiro e um dos membros do Grupo dos Cinco, iniciador do movimento modernista no Brasil, ao lado do escritor, poeta e crítico Mário de Andrade, das artistas Anita Malfatti e Tarsila do Amaral e do poeta Menotti Del Picchia.
O Manifesto Antropófago
seguido de
O Manifesto da Poesia Pau-Brasil
Autor:
Oswald de Andrade
Revisão:
Macabéa d’Oliveira
Ilustrações originais da capa:
Salomé Marek Gomes
Design de capa:
Rebecca Lane
Paginação:
Bruno Inácio
1ª edição Cornuda Radiante
2026 | 44 pp.
15 x 23 cm
PVP: 10,80€