O Mundo do Labor

O Mundo do Labor Estudos e reflexões sobre o mundo do labor, com enfoque sociológico.

🙋🏽‍♀️ Oi, gente!!!Eu demoro, mas apareço de vez em quando.✨️ Esse post é muito importante para compreender as dinâmicas ...
13/03/2025

🙋🏽‍♀️ Oi, gente!!!

Eu demoro, mas apareço de vez em quando.

✨️ Esse post é muito importante para compreender as dinâmicas de exploração no trabalho plataformizado dos entregadores!

✨️ É importante ressaltar que, apesar das mudanças nas condições e formas de organização do trabalho, as relações de exploração e a busca incessante por mais valor continuam a ser centrais no sistema capitalista. As categorias analíticas de Marx ainda se mostram altamente relevantes para entender as realidades econômicas contemporâneas.

✨️ Mesmo que os meios e as formas de organização do trabalho estejam mudando, as categorias que Marx nos legou permanecem essenciais na compreensão das relações econômicas de hoje.

✨️ Nesse sentido, a compreensão sobre a produção de mais-valor no setor de serviços é importante, não apenas para reconhecer seu funcionamento no contexto atual, mas também articular suas implicações para o entendimento das relações de trabalho e exploração na sociedade capitalista.

Bons estudos!!!
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A estratégia das plataformas digitais é normalizar o absurdo, transformando o inaceitável em algo corriqueiro. Além da v...
26/02/2025

A estratégia das plataformas digitais é normalizar o absurdo, transformando o inaceitável em algo corriqueiro. Além da vigilância cerrada durante o trabalho, agora buscam controlar as atividades online do trabalhador em tempo integral, invadindo sua privacidade e dissolvendo os limites entre vida pessoal e profissional. Essa expansão do monitoramento reforça a subordinação e a precarização, naturalizando práticas ditatoriais que corroem a autonomia e direitos mínimos, que ultrapassam a esfera do trabalho, no contexto do capitalismo de plataformas.

Imagem e informação via: .em.luta




Hoje, estafetas (entregadores) e motoristas de TVDE (transporte por aplicativo) reuniram-se em Lisboa, paralisando a pre...
18/02/2025

Hoje, estafetas (entregadores) e motoristas de TVDE (transporte por aplicativo) reuniram-se em Lisboa, paralisando a prestação dos serviços, para reivindicar condições mínimas que deveriam ser garantidas a essas categorias de trabalho. Eles não pedem nada além do essencial, aquilo que assegura um mínimo de dignidade e direitos sociolaborais básicos.
É fundamental reconhecer a importância dessas atividades e entender que a narrativa do "empreendedorismo" é, na verdade, falaciosa. Essa ideia serve apenas aos interesses das plataformas digitais e dos intermediários, que se multiplicam e lucram com a precarização e as dinâmicas exploratórias do trabalho plataformizado.
Todo o apoio a essa causa! É urgente que essas profissões sejam valorizadas e que seus trabalhadores tenham acesso a direitos e condições dignas de trabalho.


🚨 17 de fevereiro | 09h | Lisboa (Churrascaria Campo Grande) → Assembleia da República 🚨Estafetas e TVDEs UNIDOS na luta...
14/02/2025

🚨 17 de fevereiro | 09h | Lisboa (Churrascaria Campo Grande) → Assembleia da República 🚨

Estafetas e TVDEs UNIDOS na luta por direitos e dignidade! 💪✨

Enquanto os estafetas levantam suas vozes, os TVDEs também têm suas reivindicações:

✅ Não à entrada do setor de táxi nas plataformas TVDE 

✅ Exame IMT em português 

✅ Regulação do valor mínimo por km/tempo 

✅ Redução da responsabilidade civil dos seguros para 7.290.000 milhões 

✅ Regulamentação das plataformas 

✅ Fiscalização e punição aos hackers e fake GPS 

✅ Alteração urgente à Lei 45/2018 

✅ Não à contingência das plataformas deixando os TVDE’s de fora, primeiro suspensão licenças de Operador

E os estafetas também têm suas demandas urgentes (explicadas acima, no post):

✅ Fim dos multiplicadores 

✅ Aumento nas tarifas – entrega mínima de 3,00€ 

✅ Volta do atendimento presencial para estafetas 

✅ Cobertura de seguro para estafetas que pertencem a frotas 

✅ Maior fiscalização e punição para usuários de aplicações hackers (fake GPS, etc.) 

✅ IVA a 6% (e não 23%) para estafetas 

✅ Regulamentação legal da profissão de estafeta 

Este não é um problema só de Portugal – é uma luta global contra a exploração capitalista das plataformas digitais. A precarização do trabalho é um projeto de sistema, e só a união e a resistência podem mudar essa realidade.

📢 Trabalhadores e trabalhadoras nas ruas para mostrar que, sem a classe trabalhadora, as plataformas não funcionam!



👉 Compareçam, compartilhem, apoiem! A transformação começa nas ruas! ✊🔥

Só vi a publicação hoje, sobre as eleições de ontem, mas compartilho agora pela reflexão.Obrigada,  ✊🏾🫶🏾   • • • • • •El...
10/06/2024

Só vi a publicação hoje, sobre as eleições de ontem, mas compartilho agora pela reflexão.

Obrigada, ✊🏾🫶🏾


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Eleições europeias
Por Nirsan Grillo Dambrós

Hoje, teremos eleições para o Parlamento Europeu em todo o bloco da União Europeia. Portanto, há uma escolha crucial a ser feita.

https://aterraeredonda.com.br/eleicoes-europeias/

Até quando!? Sobre(vivemos) sob o jugo de um sistema produtivo que insiste em manejar os recursos naturais (e humanos) d...
09/05/2024

Até quando!?

Sobre(vivemos) sob o jugo de um sistema produtivo que insiste em manejar os recursos naturais (e humanos) de acordo com a lógica do lucro, colocando os interesses financeiros acima de tudo e de todos.

A crise que nesse momento assola o RS transcende o aspecto ambiental, a crise é essencialmente social, originada pela ganância voraz e incessante por acumulação de capital. Essa voracidade explora e degrada todas as formas de vida, manifestando-se em tragédias socioambientais.

A destruição está acontecendo há muito tempo, todos sabem, por mais parciais que sejam os noticiários, sabemos que muitos problemas sociais estão relacionados aos interesses financeiros.

Desmatamento de áreas de preservação ambiental para criação de gado ou monocultura, genocídio dos povos originários e não demarcação de terras indígenas, não reconhecimento e regularização de terras quilombolas, exploração e uso de combustíveis fósseis, etc. E tudo isso, respaldado por agentes políticos a serviço do grande capital, definindo leis, regulamentos, normas que favorecem a exploração infinita dos recursos naturais.

Paralelamente a isso, ou melhor, por trás disso tudo, persistem modos de dominação ideológica que absorvem mentes e corpos dos explorados, que não se reconhecem como tal, garantindo a manutenção e perpetuação do sistema.

Enquanto a lógica do capitalismo imperar nas sociedades, em que se naturaliza a racionalidade e o ideário neoliberal, à despeito de qualquer cuidado e respeito à vida (em todas as suas formas), tragédias como a que está acontecendo no RS podem se repetir em outros Estados e em qualquer parte do planeta.
Até quando!?

📸Foto: Lagoa da Música, em Uruguaiana-RS, na terra dos meus antepassados.

⚠️Dica de leitura, no Blog do Prof. Giovanni Alves, Crítica do Capital

💡Artigo: “A fratura metabólica do capital (1)”
https://abrir.link/bKkXG

🆘Quer ajudar o RS?
Contribua como puder com quem não corrobora com a lógica predatória do capital e está efetivamente ajudando nesse momento trágico, como o MST:

Que honra estar aqui! 🥹🙏🏽Minha contribuição para o Livro: O Futuro do Trabalho no Século XXI - VOLUME 3, organizado pelo...
06/04/2024

Que honra estar aqui! 🥹🙏🏽

Minha contribuição para o Livro: O Futuro do Trabalho no Século XXI - VOLUME 3, organizado pelo Prof. Dr. Giovanni Alves e pela Rede de Estudos do Trabalho (RET). O livro trata dos mais diversos problemas do mundo do trabalho numa perspectiva crítica e interdisciplinar.

Artigo: Das Metamorfoses do Trabalho ao Capitalismo de Plataformas: o fetiche da modernidade.

Excerto do meu artigo:

"Exploraremos os aspectos subjetivos associados à ideologia na plataformização laboral e à instrumentalização das subjetividades por meio tecnológico, culminando na postura produtivista do trabalhador e no aumento da exploração, que se relaciona com a intensificação de seu trabalho. Nesse cenário, os trabalhadores são envolvidos por um espírito empreendedor, desvinculando-se, de certa forma, da consciência de sua própria condição proletária e se inserindo em um processo brutal de alienação e autoexploração. Sob a capa de narrativas mistificadoras, assumem uma natureza autômata e emergencial de sobrevivência, sucumbindo a uma engrenagem que tende a desumanizar as relações laborais. Transformam-se, sem muita margem para se desvincular dessa lógica, em empreendedores, falaciosamente “independentes” e “autônomos”.

Em verdade, trata-se de uma fatia da classe trabalhadora assalariada, mesmo que desvinculada de uma relação contratual formal. Assim, conforme apontado por Marx na fase incipiente do capitalismo, esses indivíduos são compelidos a vender sua força de trabalho diariamente, resultando em uma existência “reduzida à condição de existência de qualquer outra mercadoria” (MARX, 2021, p. 25), submetendo-se a todas as vicissitudes da concorrência e às flutuações do mercado (MARX e ENGELS, 2013). Essa submissão atende aos interesses de outra classe, a capitalista, a qual, no contexto do capitalismo de plataformas, se transfigura nas empresas-plataforma."

Link para compra na Amazon: https://a.co/d/5I8vDaX

É com grande satisfação que compartilho meu primeiro artigo de opinião em um jornal português. Este é um momento signifi...
05/04/2024

É com grande satisfação que compartilho meu primeiro artigo de opinião em um jornal português. Este é um momento significativo, pois tenho a oportunidade de contribuir para o debate de um tema de extrema relevância não só em Portugal, mas também em todo o mundo. Estamos vivendo numa era em que as plataformas digitais têm tomado conta do mundo do trabalho, atraindo uma vasta reserva de trabalhadores dispostos a vender sua força de trabalho em condições desiguais e injustas, muitas vezes devido à escassez de alternativas em um mercado de trabalho cada vez mais restritivo e precário.

O artigo está publicado aqui:

https://www.publico.pt/2024/04/05/opiniao/opiniao/avancos-desafios-dilemas-estafetas-portugal-2086098

Conheça aqui a pauta de reivindicações dos estafetas em Portugal!Apesar de a configuração desse novo modo de organização...
22/03/2024

Conheça aqui a pauta de reivindicações dos estafetas em Portugal!

Apesar de a configuração desse novo modo de organização do trabalho a partir das plataformas digitais reforçar a fragmentação, o isolamento e o individualismo dos trabalhadores, a classe trabalhadora demonstra sua potência ao encontrar nas dificuldades enfrentadas em seu cotidiano laboral, nas conversas e experiências compartilhadas com colegas a força necessária para a organização coletiva e o enfrentamento contra a exploração e extrema precarização de suas condições de trabalho.

A GREVE NACIONAL DOS ESTAFETAS é um marco importante em Portugal e pode servir de exemplo a outras iniciativas de reivindicação de direitos e garantias sociolaborais em diferentes países.

Este post contou com a colaboração da
UNIÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES POR APP - PORTUGAL, dos .em.luta e de todos os trabalhadores que entrevistei ao longo da minha pesquisa de mestrado.

⚒Gostaria que este fosse um dia de comemoração, mas não o é. A condição do trabalho tem se deteriorado bruscamente em de...
01/05/2021

⚒Gostaria que este fosse um dia de comemoração, mas não o é. A condição do trabalho tem se deteriorado bruscamente em decorrência de várias transformações que vêm ocorrendo nos últimos tempos. Não apenas em decorrência da plataformização do trabalho, mas também das (des)proteções estatais, nomeadamente pela legislação trabalhista, tendendo a maior flexibilização, na medida em que a classe trabalhadora é transformada em um fator de produção para ser utilizada na medida exata das demandas do capital. Aumenta-se o tempo de jornada de trabalho, INTENSIFICA-SE o trabalho, sem a garantia do assalariamento e das proteções sociais.
⚒Agora, a classe trabalhadora tem se tornado cada vez mais “empreendedora de si mesma”, “prestadora de serviços” e portanto, EXCLUÍDA do arcabouço protetivo legal e sem a presença sindical. A muitos, restam o isolamento e a fragmentação classista na uberização ou plataformização do trabalho, esse novo modo de trabalho que apresenta várias nuances da PRECARIZAÇÃO e da INFORMALIDADE, como uma saída para um flagelo muito maior: o DESEMPREGO.
⚒Com a pandemia, salta aos olhos a perversidade e o caráter nefasto do capital e da atuação estatal de governos liberais contra a classe trabalhadora, que a empurra para a flexibilização, a terceirização, a informalidade e a intermitência do trabalho. Especificamente no Brasil, com uma grande massa de trabalhadores já na informalidade, no desemprego por desalento, milhares de subutilizados e subocupados e, nas palavras de Ricardo Antunes, “a pandemia do capital vem e devasta a classe trabalhadora!”.
⚒Mais do que nunca, o momento é de unir forças, de reivindicar direitos e de lutar contra a precarização e a lógica capitalista que vem sendo implementada com maior intensidade no momento de crise sanitária a nível global. E não se engane! Você não está livre de sofrer as consequências disso. A precarização por meio da plataformização do trabalho, tal como a COVID-19, vem contaminando e abarcando todas as áreas profissionais, mesmo as profissões mais elitizadas e privilegiadas.

⚠️ANTES DE MAIS NADA, JÁ SALVA ESSE POST!⚙️Os subocupados (aqueles que trabalham menos de 40h semanais) podem ser formai...
28/04/2021

⚠️ANTES DE MAIS NADA, JÁ SALVA ESSE POST!
⚙️Os subocupados (aqueles que trabalham menos de 40h semanais) podem ser formais (que contribuem para a previdência) ou informais (autônomos).
⚙️A legalização do trabalho intermitente, que é aquele sem jornada e sem salário fixos, fez aumentar o número de subocupados no Brasil - especialmente os INFORMAIS.
⚙️Normalmente, quem trabalha nos termos do trabalho intermitente - ganha se trabalhar e só trabalha quando é chamado pela empresa -, acaba entrando nas estatísticas como subocupado.
⚙️Os subutilizados englobam os desocupados (desempregados) e a força de trabalho em potencial.
↪️Ricardo Antunes diz que, ao considerarmos o número de subocupados e os subutilizados, tem-se uma ideia mais precisa do tamanho da tragédia social que não para de se amplificar no Brasil.


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