11/26/2025
BRASIL NO RADAR DA LEI MAGNITSKY? A REUNIÃO QUE NINGUÉM QUER EXPLICAR
Hoje, 09h da manhã, Banco Central trancou as portas e desligou as luzes.
Dentro: três pesos-pesados dos EUA que não pisam aqui pra tomar café. Gabriel Escobar – Embaixador interino (o cara que assume quando a coisa aperta)
Luke Durkin – Assessor econômico sênior (especialista em risco financeiro e sanções)
Norman Galimba – Chefe da seção econômica (o homem que cheira instabilidade a quilômetros)
Esses três não fazem visita de cortesia.
Eles aparecem quando Washington já tem dossiê na mesa e quer respostas NA HORA.Perguntas que não querem calar: Por que exatamente AGORA, 48h depois da prisão de Bolsonaro?
Por que no Banco Central e não no Itamaraty?
Por que sigilo total, sem nota oficial, sem foto, sem nada?
Quem conhece Washington sabe: quando essa equipe senta com o BC, é porque alguém lá fora já está atualizando a lista de quem pode acordar com conta congelada e visto cancelado. Magnitsky não é brincadeira.O governo cala. A imprensa abafa.
Mas o recado americano já chegou – e é em letras garrafais. O Brasil que se achava intocável está sendo colocado na parede.
E o silêncio de Brasília é o maior grito de desespero que já ouvimos.