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A NSISA REFLEXÕES é uma organização sem fins lucrativos de direito 100% angolano que trabalha nos processos de investigação e divulgação dos esquemas de corrupção, violação dos Direitos Humanos e democracia .... WhatsApp denúncias : +44 7873 6648 44

ESQUERDA BRASILEIRA COMETEU DOIS ERROS QUE A UNITA NÃO PODE REPETIR.A esquerda brasileira, particularmente o PT, cometeu...
10/06/2026

ESQUERDA BRASILEIRA COMETEU DOIS ERROS QUE A UNITA NÃO PODE REPETIR.

A esquerda brasileira, particularmente o PT, cometeu dois erros estratégicos que deveriam servir de alerta para a oposição angolana.

Uma pesquisa da Fundação Friedrich Ebert sobre a juventude brasileira revela um dado preocupante: 18% dos jovens identificam-se com a esquerda, 38% com a direita (dos quais 17% com a extrema-direita), enquanto 44% situam-se ao centro.

Por que razão a esquerda perdeu capacidade de atração entre os jovens?

1.º ERRO: DEPENDER DEMASIADO DE UMA ÚNICA LIDERANÇA OU FIGURA.

Lula é, sem dúvida, uma das maiores lideranças políticas da história do Brasil. No entanto, nenhum projeto político pode depender eternamente de uma única pessoa, por mais brilhante ela seja.

A esquerda passou demasiado tempo sem preparar, com a mesma força, uma nova geração de lideranças carismáticas e competentes capazes de ocupar espaço de disputa política. Haddad e Boulos têm o seu espaço e mérito, mas a esquerda demorou a renovar-se. Precisa de novos rostos, ideias, linguagens, conteúdos e energias.

Quando uma organização envelhece sem renovar os seus quadros, perde contacto com os cidadãos. A geração Z não se sente representada pelas velhas figuras; há um desgaste enorme. É preciso trazer lideranças jovens, acordar para as bases e chegar aos territórios afastados. Não basta ter história: é preciso construir futuro.

2.º ERRO: SUBESTIMAR O PODER DAS REDES SOCIAIS E DOS ALGORITMOS.

Enquanto parte da esquerda permanecia presa a linguagens tradicionais e concentrada na disputa ideológica dentro das universidades, nos sindicatos, jornais e movimentos sociais, a extrema-direita percebeu antes que a população e a juventude estavam a migrar para a internet no telemóvel, ocupando também o vazio deixado pela esquerda no meio evangélico.

E foi para lá que eles foram:

Domínio dos canais digitais: aprenderam a disputar a atenção através de vídeos curtos, memes, influenciadores, podcasts, grupos de WhatsApp, TikTok, Instagram e YouTube, sem precisarem de controlar universidades e sindicatos para moldar consciências.

Apropriação do discurso antissistema: Transformaram o descontentamento dos jovens numa narrativa política, identificando o STF e o "petismo" como os grandes problemas do Brasil. E deu certo.

Aproveitamento de pautas sensíveis: souberam explorar a insegurança, a imigração e os valores familiares. Aliaram-se à teologia da prosperidade e ao meio evangélico, que oferecem promessas de mudança individual imediata, através da fé, do esforço e do empreendedorismo, disputando os desejos do povo muito mais do que o discurso tradicional de políticas públicas de longo prazo.

Respostas fáceis para problemas complexos: reduziram dilemas sociais a culpados imediatos (o imigrante, as facções criminosas ou a classe política). De forma genial, inverteram a ideia de "sistema": em vez de apontarem o capital financeiro, os bancos e os bilionários, que na verdade os apoiam, redefiniram o "sistema" como sendo as instituições do Estado, o STF, a imprensa, as universidades e a cultura promovida pela esquerda progressista.

Na política contemporânea, quem controla a atenção consegue influenciar o debate público. A extrema-direita aprendeu a disputar a atenção; a esquerda precisa de voltar a disputar a imaginação e a esperança.

A esquerda precisa comunicar melhor as suas propostas de emprego digno, educação, saúde, habitação, desenvolvimento, soberania, democracia e justiça social, sem abandonar a profundidade das suas ideias.

E A UNITA?

A UNITA precisa de olhar seriamente para esta realidade. Não podemos continuar a fazer política no século XXI com ferramentas concebidas para o século XX.
Comícios, rádio, televisão e jornais são importantes, mas já não são suficientes. A política está no telemóvel. O eleitor está no TikTok, no Facebook, no Instagram, no YouTube e no WhatsApp. É aí que a disputa pela consciência política e de classe acontece.

Como é que a UNITA aproveita o descontentamento dos jovens para a construção de uma narrativa política em 2026/2027?

A UNITA precisa de uma verdadeira revolução na comunicação política:
Renovação e projeção de novos atores políticos oriundos das lideranças comunitárias e da sociedade civil capazes de conectar a geração Z a causa da mudança: abraçar e atrair vários nomes que estão a emergir, promover outras novas lideranças e dar espaço a novos rostos nas distintas províncias.

Cabe questionar: qual é a relação dos secretários provinciais com a sociedade civil e com as redes sociais? Até que ponto são ouvidos pela geração Z?

Estratégia digital permanente: investir seriamente na formação em comunicação digital e edição de vídeos, na produção profissional de conteúdos e em linguagens adequadas às diferentes gerações.

Comunicação eficiente: compreender que quem não sabe apresentar as suas ideias dificilmente conseguirá convencer a sociedade da necessidade de mudar.

Não basta ter razão, é preciso saber comunicar a razão. Não basta ter propostas, é preciso fazer com que as pessoas as conheçam, compreendam e acreditem nelas.

Não se trata de transformar a política num espetáculo, mas de compreender que a oposição angolana não pode esperar eleições para começar a comunicar: a disputa começa muito antes das urnas.

A era dos comícios não acabou. Mas começou a era dos algoritmos.
Quem não compreender isso hoje poderá descobrir amanhã que perdeu a batalha antes mesmo de chegar às urnas.

O MPLA transformou as instituições de ensino superiores em extensões e células de recrutamento da JMPLA. É necessário aprender com a extrema-direita a neutralizar essas estruturas “académicas”, que apenas mobilizam jovens ingénuos enganados pela comunicação social ao serviço do regime.

Para contornar este aparelho de propaganda, basta compreender a força das redes sociais para dialogar diretamente com o povo, restabelecer a verdade e combater a desinformação promovida pelos bajuladores deste partido.

Precisa-se de inovação e de renovação. Precisa-se perder o medo de actualizar as estratégias e abrir-se mais rapidamente a novas figuras, com discursos que se adequem às exigências da sociedade actual.

2027 É MAIS DE UM MILHÃO DE CIDADÃOS NA RUA. NÃO EXISTE OUTRA CONVERSA.

Dito Dalí.

FALTA DE ÁGUA HÁ MAIS DE DUAS SEMANAS AFLIGE BAIRROS SUBURBANOS DO UÍGEPopulação recorre a cacimbas e teme aumento de có...
10/06/2026

FALTA DE ÁGUA HÁ MAIS DE DUAS SEMANAS AFLIGE BAIRROS SUBURBANOS DO UÍGE

População recorre a cacimbas e teme aumento de cólera com as chuvas. EASU-EP mantém silêncio.

Por : Olavo Castigo | Uíge

Moradores de vários bairros suburbanos da cidade do Uíge estão há mais de duas semanas sem água potável nas torneiras. A situação está a causar vários constrangimentos e a obrigar a população a recorrer a cacimbas para obter o líquido.

A falha prolongada no abastecimento afecta, sobretudo, os bairros do Candombe Velho, Candombe Novo, Mbemba Ngango, Ana Kandande, Ana Paula, Nguengue, Kitunma, Paco e zonas periféricas do centro da cidade. Em muitas residências, os reservatórios já secaram completamente.

Sem alternativa, mulheres e crianças são vistas diariamente a carregar bidões de 20 litros à cabeça, em direcção a nascentes e cacimbas tradicionais localizadas em zonas de risco, onde a água não recebe qualquer tratamento.

O PERIGO QUE VEM COM A CHUVA

O cenário torna-se ainda mais preocupante com a aproximação da época chuvosa. Autoridades sanitárias alertam que o consumo de água imprópria, aliado ao arrastamento de resíduos para as cacimbas, poderá provocar o aumento de casos de cólera, diarreias agudas e febre tifóide na província.

O Uíge figura entre as províncias mais vulneráveis a surtos de doenças de origem hídrica, exactamente pela dependência de fontes não seguras durante falhas no sistema público.

"Estamos a beber água que não sabemos de onde vem. Quando chover, esta água vai misturar com lixo. Vamos ficar doentes", desabafou uma moradora do bairro Candombe, com um bidão amarelo ao lado.

DESPERDÍCIO NUM LADO, FALTA NO OUTRO

Enquanto falta água em casa, o desperdício é visível noutros pontos. Numa das imagens captadas pela nossa reportagem, uma conduta adutora rebentada jorra água com forte pressão para o meio da rua, sem que haja contenção.

Técnicos da Empresa de Águas e Saneamento do Uíge - EASU-E.P. foram flagrados nos últimos dias a intervir em contadores domiciliares. A empresa não emitiu até ao momento qualquer comunicado oficial.

EASU-E.P. CONTINUA MUDA

A nossa redacção tentou, sem sucesso, obter esclarecimentos junto da direcção da EASU-E.P. sobre as causas da interrupção e a data prevista para a normalização do fornecimento. O silêncio mantém-se.

Nas suas plataformas digitais, a empresa tem se limitado a publicar mensagens de sensibilização para o pagamento pontual das contas de água e para o uso racional, com o slogan "Há água potável para todos", o que tem gerado revolta entre os consumidores que pagam, mas não recebem água.

O Governo Provincial do Uíge ainda não se pronunciou sobre o assunto. A população pede intervenção urgente e informação transparente.

Makokola City
Olavo Castigo

O país real que não passa nas TPA’s ao serviço do MPLA em Angola..
10/06/2026

O país real que não passa nas TPA’s ao serviço do MPLA em Angola..

10/06/2026

O Lula está aflito nestas eleições…

10/06/2026

Nós não ignoramos a sua denúncia, mas na NSISA REFLEXÕES, não publicamos a matéria sem antes investigarmos .

Tenha paciência, não esquecemos o seu caso .

Nós não veiculamos fake News .

Bom dia NSISA REFLEXÕES Após  o senhor Eduardo Lemos,  tomar  conhecimento que a viatura da direção municipal da educaçã...
10/06/2026

Bom dia NSISA REFLEXÕES

Após o senhor Eduardo Lemos, tomar conhecimento que a viatura da direção municipal da educação, terá sido apreendida no contrabando de combustível na via do Luvo, dirigiu-se ao comando municipal e foi expulso do interior.

Foi informado para se retirar do interior do comando, caso contrário seria colocado na cadeia.

Aqui em Mbanza Congo, a situação está pesada, afinal os contrabandistas são os próprios chefes do MPLA .

Participe…
10/06/2026

Participe…

A FOFOCA COMO DISPOSITIVO DE SUBDESENVOLVIMENTO: UMA ANÁLISE SOCIOLÓGICA DO UÍGEPor: Olavo Castigo Resumo: Este artigo d...
10/06/2026

A FOFOCA COMO DISPOSITIVO DE SUBDESENVOLVIMENTO: UMA ANÁLISE SOCIOLÓGICA DO UÍGE

Por: Olavo Castigo

Resumo: Este artigo de opinião resulta de observação participante de bairros do Uíge e analisa a fofoca não como fait divers, mas como estrutura de poder que bloqueia o desenvolvimento.

Introdução: O Ruído como Sistema

Como nos ensina Norbert Elias, nas sociedades de interconhecimento, onde todos se conhecem, o controlo social se faz pela vigilância mútua. O Uíge é, por excelência, uma figuração eliasiana: uma teia de interdependências onde a informação sobre o outro vale mais que a obra do próprio.

O que o senso comum chama de "fofoca", a sociologia chama de violência simbólica. E é ela que está a destruir o Uíge.

1. O Capital Social Negativo e a Economia da Intriga

Pierre Bourdieu distinguiu o capital social positivo, aquele que gera cooperação, do seu inverso. O que observamos no Uíge é o acúmulo de capital social negativo: redes de informação que não produzem confiança, mas desconfiança.

Nesta economia da intriga, o boato é a moeda. Como afirma Zygmunt Bauman na sua Modernidade Líquida, quando as instituições são frágeis, as pessoas refugiam-se nos rumores para dar sentido ao mundo. O problema é que no Uíge o rumor não explica o mundo, ele destrói o mundo do outro.

A minha pesquisa de campo revela que um projecto agrícola no Negage pode ser travado não por falta de semente, mas por um boato de que o seu mentor "tem ambições políticas". É a irracionalidade a governar a racionalidade.

2. A Banjulação: A Dramaturgia da Subserviência

Para entender a "banjulacão", recorro a dois mestres: Erving Goffman e Michel Foucault

Goffman, em _A Representação do Eu na Vida Cotidiana_, mostra que o bajulador é um ator exímio. Ele encena a lealdade no palco do gabinete do chefe. Não tem texto próprio, tem apenas a arte de destruir o texto do colega. É o que ele chama de _performance de subserviência_.

Foucault, por sua vez, chamaria isso de *microfísica do poder*. Não é o grande poder do Estado que trava o Uíge. É o pequeno poder do corredor, do sussurro ao ouvido do chefe, da mensagem no WhatsApp às 23h a dizer "chefe, cuidado com o fulano". Esse poder capilar é mais eficaz que qualquer decreto, porque ele define quem é promovido e quem é esquecido, não pelo mérito, mas pela proximidade afetiva com o poder.

É o que a literatura organizacional chama de síndrome da corte: onde o soberano é mais informado pelos cortesãos que pelos generais.

3. O Assassinato Simbólico e a Destruição do Mérito

O ponto mais grave da nossa investigação é o que chamo de assassinato simbólico.

Axel Honneth, na sua Teoria do Reconhecimento, afirma que o ser humano precisa de três reconhecimentos: o amor, o direito e a estima social. A fofoca no Uíge ataca justamente a estima social. Quando se espalha que um professor "desviou", que uma comerciante "é feiticeira", que um jovem "é arrogante", está-se a retirar dele o direito de ser estimado pela comunidade.

Sem estima, não há motivação. E sem motivação, como nos lembra Amartya Sen em _Desenvolvimento como Liberdade_, não há desenvolvimento. O desenvolvimento não é só PIB, é a liberdade de ousar sem medo de ser destruído no dia seguinte.

Quantos cérebros o Uíge já exportou para Luanda não por falta de oportunidade, mas por excesso de vigilância moral?

4. Considerações Finais: Para uma Epistemologia do Trabalho

A solução, portanto, não é moralista. É epistemológica e institucional. Precisamos de uma revolução de mentalidade, como propõe.

a) Da Doxa para a Episteme: Precisamos sair da _doxa_ - a opinião sem fundamento - para a _episteme_ - o conhecimento com prova. Como ensinava Karl Popper, uma sociedade aberta é aquela que exige falseabilidade. Que exige: "onde está a prova do que você está a dizer sobre o outro?"

b) Da Lealdade Pessoal para a Contratualização Weberiana: Max Weber nos ensinou que o Estado moderno só funciona quando sai do patrimonialismo e entra na burocracia racional-legal. Enquanto no Uíge a avaliação for "está bem com o chefe", a fofoca será o nosso principal instrumento de gestão. Quando for "cumpriu quantas metas?", a fofoca morre de inanição.

c) Do Ruído para o Silêncio Produtivo: As sociedades que avançaram entenderam o valor do que os monges chamam de _ora et labora_. O Uíge precisa aprender a trabalhar em silêncio. Como diz o provérbio bakongo que tanto estudamos: _"O rio que faz barulho não carrega canoa"_.

Concluo: a fofoca nos deu a ilusão de que sabemos tudo sobre todos. Mas não nos deu uma única escola de qualidade, um único hectare de café recuperado, um único emprego digno para a juventude.

O Uíge do futuro não será construído com a boca dos que falam dos outros. Será construído com as mãos calejadas dos que, em silêncio, recusam a fofoca e escolhem a obra.

O futuro do Uíge começa quando a nossa boca se cala e as nossas mãos começam a trabalhar.

Makokola City
Olavo Castigo
Mostrando Caminhos Fiotes.

Referências de apoio:

Bourdieu, P. (1980). Le capital social. Foucault, M. (1975). Surveiller et punir. Goffman, E. (1959). A Representação do Eu. Elias, N. (1939). O Processo Civilizador.

Segundo apuramos ,  o Diretor Municipal da Educação de Mbanza Kongo, Eduardo Lemos, terá entregue uma viatura pertencent...
10/05/2026

Segundo apuramos , o Diretor Municipal da Educação de Mbanza Kongo, Eduardo Lemos, terá entregue uma viatura pertencente à Direção Municipal da Educação a um motorista que, segundo fonte , não integra o aparelho do Estado.

A referida viatura encontra-se actualmente retida no Comando Municipal da Polícia Nacional em Mbanza Kongo, depois de ter sido intercetada, no passado sábado, na via do Luvu, supostamente envolvida no transporte e comercialização ilegal de combustível.

A polícia apreendeu a viatura com vários bidões cheios de combustível em direção ao município do Luvo e o motorista contratado pelo actual chefe da educação na cidade capital do Zaíre , não conseguiu justificar a origem e o destino dos mesmos .

Conforme se vê na foto, a Land cruiser com a chapa de matrícula LD-42-72-DZ, encontra-se retida junto do comando municipal da polícia em Mbanza Congo .

Desafia-se quem quiser confirmar a informação, que dirija-se ao comando municipal da polícia e encontrará a viatura apreendida desde sábado.

Denúncias a partir de Malanje/Concurso MED A província de Malanje é na verdade uma das províncias mais atrasadas do país...
10/05/2026

Denúncias a partir de Malanje/Concurso MED

A província de Malanje é na verdade uma das províncias mais atrasadas do país, sendo que a corrupção seguiu direções contrárias, está muito evoluída e visível.
Há quase 4 anos que já não se assiste concursos mais ou menos justos.

No Muquixe, dois irmãos, alegadamente familiares do 2• CDA do MPLA. A Senhora Maria Luísa Mendes Álvaro, já foi directora da Educação deste mesmo município, porém foi afastada por não ser efetiva. Pela complexidade da prova, ela é incapaz de tirar positiva, pois a vaga de Psicologia, mas a prova saiu questões ligadas à prova de Psicologia Clínica. Todos melhores estudantes e bons que a província conhece, ninguém teve 5. Quanto ao Miguel Jaime Rafael Mendes, é outro fraco e incompetente. Noutros municípios, os júris deram falsas orientações sobre como fazer prova, isso determinou o número de negativa.

As vagas que mais são vendidas e que os membros do partido se matam é do 6• grau, no concurso passado, admitiram uma jovem que já trabalhava, bem fraca e incompetente em Psicologia, actualmente já fui do município em que foi admitida.

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