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O LOS ANGELES CLIPPERS DEMITIU CHRIS PAUL DA FORMA MAIS CRUEL POSSÍVEL… 😔Chris Paul, um dos maiores armadores da históri...
12/03/2025

O LOS ANGELES CLIPPERS DEMITIU CHRIS PAUL DA FORMA MAIS CRUEL POSSÍVEL… 😔

Chris Paul, um dos maiores armadores da história da NBA, viveu hoje um dos momentos mais tristes da sua carreira. Em plena viagem com a equipe, às 2h30 da manhã, em Atlanta, pronto para enfrentar o Hawks, ele foi informado que não jogaria mais pelo Clippers nesta temporada.

Sim… o Clippers decidiu dispensar CP3 enquanto ele ainda estava com o grupo, preparado para entrar em quadra. Sem aviso, sem respeito, sem consideração pela sua trajetória.

O próprio Chris Paul confirmou no Instagram:
Foi mandado para casa. Pegou um avião. E neste momento está com a família — exatamente na temporada que marca o fim da sua carreira na NBA.

É assim que termina a passagem de uma lenda, um dos maiores criadores de jogadas da história, um general em quadra, um jogador que redefiniu o papel de armador.

Um final que ele não merecia.
Força, CP3. 👏🏽😪

ANTHONY EDWARDS ESTÁ POSSUÍDO 🔥🐺Os últimos 6 jogos de Anthony Edwards parecem coisa de videogame:44 Pts, 5 Reb, 6 3PM32 ...
12/03/2025

ANTHONY EDWARDS ESTÁ POSSUÍDO 🔥🐺

Os últimos 6 jogos de Anthony Edwards parecem coisa de videogame:

44 Pts, 5 Reb, 6 3PM

32 Pts, 6 Ast, 72% FG

39 Pts, 2 Reb, 5 Ast

31 Pts, 8 Reb, 5 Ast

43 Pts, 7 Reb, 4 Ast

41 Pts, 5 Reb, 4 Ast

Isso não é apenas pontuar, isso é dominar.
Isso não é só liderar, é carregar uma franquia nas costas.

Edwards está jogando com uma mistura de confiança, agressividade e talento que faz Minnesota parecer um verdadeiro contender. Quando ele entra no modo assassino, ninguém segura.

O Timberwolves não tem apenas um All-Star.
Tem um franchise player.
Tem um monstro competitivo.
Tem um líder que decide.

E o mais assustador?
Ele só está começando. 🔥🐐

Os Washington Wizards estão flertando com um capítulo que nenhum torcedor quer ver escrito: o de pior time da história d...
12/02/2025

Os Washington Wizards estão flertando com um capítulo que nenhum torcedor quer ver escrito: o de pior time da história da NBA. O ritmo é tão preocupante que chega a parecer ficção, mas é realidade — com apenas duas vitórias nos primeiros 18 jogos, a franquia projeta um assustador 9–73, número que os jogaria direto para a prateleira das equipes mais frágeis, desorganizadas e perdidas que a liga já testemunhou.

Enquanto isso, o resto da NBA vai deixando o abismo ainda mais evidente. No extremo oposto, o Oklahoma City Thunder surge projetado para um surreal 74–8, um contraste quase cruel que funciona como espelho: enquanto OKC vive sua melhor fase desde a era Durant–Westbrook–Harden, Washington tenta descobrir quem é, o que quer e para onde está indo.

Essa disparidade absurda entre as projeções não expõe apenas o colapso técnico dos Wizards — ela abre uma ferida profunda sobre cultura, reconstrução, planejamento, scout, desenvolvimento e direção de franquia. Cada derrota de Washington parece ecoar anos de escolhas equivocadas, trocas duvidosas, jovens sem evolução e um futuro que, por enquanto, parece cada vez mais distante de qualquer esperança real.

Se isso é fundo do poço? Talvez.
Se dá para piorar? No ritmo atual… dá sim.

É impossível falar de basquete moderno sem sentir a nostalgia do auge do Golden State Warriors entre 2015 e 2019 — um pe...
12/01/2025

É impossível falar de basquete moderno sem sentir a nostalgia do auge do Golden State Warriors entre 2015 e 2019 — um período que não foi apenas competição, foi arte em movimento. Aquele time transformou o jogo em espetáculo, elevando o basquete a um nível de inteligência, velocidade e coordenação que parecia injusto para quem tentava parar. A bola circulava como música, sem vaidade, sem travas, até encontrar as mãos de alguém pronto para destruir a defesa com precisão cirúrgica.

E ali surgiam os Splash Brothers, Stephen Curry e Klay Thompson, arremessando como se a quadra inteira fosse zona de conforto. O sistema ofensivo, guiado pelo pensamento revolucionário de Steve Kerr, mudou a forma como o mundo entende a bola de três. Cada jogo parecia um laboratório criativo onde os Warriors reinventavam o basquete ao vivo — e onde qualquer erro do adversário era sentença imediata de morte.

Então veio o capítulo mais controverso: a chegada de Kevin Durant. Para muitos, o time se tornou apelão, imbatível, quase antiesportivo. Para outros, foi a união máxima de talento e execução, o melhor basquete já jogado na história. Amar ou odiar era opcional — respeitar era obrigatório.

O que ninguém discute é o legado. A forma como aquele time se movimentava, criava espaços, invertia a quadra e finalizava com facilidade assustadora redefiniu o esporte. O mundo inteiro parou para assistir. Jogadores cresceram querendo chutar mais de longe, franquias mudaram suas táticas, defesas tiveram que evoluir. Os Warriors não dominaram apenas o placar — dominaram a cultura do jogo.

O basquete moderno é consequência daquele turbilhão azul e dourado. Quem viu, sabe. Quem não viu… perdeu algo que talvez nunca se repita.

A rivalidade entre Magic Johnson e Larry Bird é considerada o ponto de virada da NBA — o momento em que a liga deixou de...
11/30/2025

A rivalidade entre Magic Johnson e Larry Bird é considerada o ponto de virada da NBA — o momento em que a liga deixou de ser apenas um esporte nacional e se transformou em espetáculo mundial. Tudo começou ainda na NCAA, em 1979, quando se enfrentaram na final universitária mais assistida da história. A partir dali, não eram apenas dois jogadores crescendo — era um destino sendo escrito.

Quando chegaram à NBA, Magic nos Lakers e Bird nos Celtics, o basquete ganhou um roteiro cinematográfico. De um lado, Los Angeles e o Showtime, com passes criativos, velocidade e brilho. Do outro, Boston e a tradição, com frieza, trabalho duro e precisão mortal. Era glamour contra disciplina, sorriso contra dureza, espetáculo contra essência.

Durante os anos 80, eles dominaram tudo. Lakers e Celtics se enfrentaram em três finais, e entre Magic e Bird foram oito dos dez títulos daquela década, praticamente fechando a porta para qualquer outro time sonhar em ser campeão. Onde um chegava, o outro estava à espera. Cada jogo era uma batalha de protagonismo, e cada título aumentava o tamanho do mito.

O mais fascinante é que, mesmo sendo rivais ferozes em quadra, fora dela construíram respeito e amizade. Um precisava do outro para se provar. Bird só se tornou lenda porque Magic existia — e Magic só brilhou tanto porque havia alguém tão bom quanto ele do lado oposto do mapa.

No fim, Bird e Magic não apenas disputaram troféus — eles salvaram e elevaram a NBA. Criaram narrativa, geraram audiência, dividiram a América e uniram o basquete. Se hoje a liga é global, gigante e apaixonante, é porque dois jogadores transformaram rivalidade em combustível para a história.

Nikola Jokic está vivendo o maior ápice de sua carreira — e talvez da década.O pivô sérvio domina a NBA como um maestro ...
11/28/2025

Nikola Jokic está vivendo o maior ápice de sua carreira — e talvez da década.

O pivô sérvio domina a NBA como um maestro sentado no centro do palco. Ele não joga basquete, ele orquestra. Enquanto a liga tenta acompanhar o ritmo, Jokic parece estar vários movimentos à frente — como se estivesse jogando xadrez e o restante apenas aprendendo a mexer as peças.
Nesta temporada, ele lidera a NBA em assistências, algo raríssimo para um pivô, e ainda mantém incríveis 78% de aproveitamento nos arremessos de dois pontos, um número que desafia a lógica e reescreve o manual de eficiência ofensiva.

Nos rebotes, ele é uma muralha. No passe, um mágico. No ataque, um computador com toque de artista.
Mas talvez o que mais impressione seja a sua evolução defensiva: o que antes muitos tentavam explorar, agora se tornou um labirinto. Jokic lê jogadas antes que elas aconteçam, ocupa os espaços perfeitos e destrói ações ofensivas com a frieza de quem vê o jogo em câmera lenta.

No ataque, ele opera com uma calma que chega a ser perturbadora.
Nada é forçado. Nada é acelerado.
Tudo é inevitável.

Jokic está no auge — e parece inalcançável.
A NBA tenta resposta após resposta, variação após variação, mas nenhuma funciona. Toda noite surge uma nova teoria para pará-lo… e toda noite Nikola Jokic destrói mais uma.

Estamos vendo um jogador que desafia sistemas, estatísticas e lógica.
E a pergunta não é mais “Como marcá-lo?”
A pergunta é: alguém um dia conseguirá? 🃏🔥

Em 2003, Luka tinha 4 anos. Brincava, descobria o mundo, enquanto —  outro lado — um jovem de 18 anos chamado LeBron Jam...
11/27/2025

Em 2003, Luka tinha 4 anos. Brincava, descobria o mundo, enquanto — outro lado — um jovem de 18 anos chamado LeBron James era escolhido no Draft carregando o título de The Chosen One. Um aprendia a chutar uma bola… o outro estava prestes a chutar a porta da história da NBA. Dois tempos diferentes. Duas vidas separadas por uma geração.

Mas o tempo não perdoa — ele transforma.

Chegamos a 2025.
Aquele garoto curioso se tornou um dos talentos mais absurdos que já vimos: gênio de leitura, artista no pick-and-roll, uma mente que manipula o jogo como poucos. Luka já não é promessa — é realidade. Um criador de eras.

Enquanto isso, LeBron, agora o leão veterano, resiste ao tempo como se tivesse negociado com ele. 23 temporadas. Ainda dominante, ainda relevante, ainda KOI — King Of Influence. Só o ato de pisar na quadra já muda a energia do ginásio.

E então acontece o impossível:

📌 O garoto que cresceu vendo o rei virar lenda…
📌 agora divide o trono com ele.
📌 não como protegido, mas como igual.

É como se o passado e o futuro tivessem decidido jogar juntos —
um com a sabedoria do tempo, o outro com o fogo da juventude.

Luka é o amanhã.
LeBron é a eternidade.

E quando 22 anos de diferença dividem o mesmo ataque, não é basquete.
É história sendo escrita diante dos nossos olhos. 🦁🔥

A NBA em 2017 era outra coisa.
11/27/2025

A NBA em 2017 era outra coisa.

Bronny James prepara o lançamento do seu primeiro par de ténis em colaboração com a Jordan Brand!
11/26/2025

Bronny James prepara o lançamento do seu primeiro par de ténis em colaboração com a Jordan Brand!

O Oklahoma City Thunder está vivendo uma temporada simplesmente histórica. São 17 vitórias em 18 jogos, um domínio tão a...
11/25/2025

O Oklahoma City Thunder está vivendo uma temporada simplesmente histórica. São 17 vitórias em 18 jogos, um domínio tão absurdo que desafia qualquer padrão recente da NBA. Nos primeiros 17 confrontos, o Thunder registrou a maior média de margem de vitória da era moderna: 16.4 pontos por jogo. É um massacre atrás do outro — e o mais impressionante: sem esforço aparente.

Shai Gilgeous-Alexander está tão dominante que em vários jogos nem precisa entrar no último quarto. Ele apenas observa do banco enquanto o time mantém o ritmo e continua atropelando adversários. Isso só é possível porque o Thunder tem algo raríssimo: um elenco tão profundo que parece ter nove titulares, todos capazes de manter o padrão de intensidade, defesa e execução ofensiva.

A combinação dessa defesa asfixiante, rotação incansável, ataque fluido e uma química que parece de videogame transformou o Oklahoma City Thunder em uma máquina moderna, um time que dita o ritmo da liga e faz todo adversário parecer lento, previsível e despreparado.

Se alguém ainda duvidava, já não pode mais:
o futuro da NBA passa diretamente por Oklahoma.

Anthony Edwards é, hoje, um dos jogadores mais empolgantes da NBA — e não é exagero dizer isso. Ele combina qualidades q...
11/17/2025

Anthony Edwards é, hoje, um dos jogadores mais empolgantes da NBA — e não é exagero dizer isso. Ele combina qualidades que poucos jogadores modernos possuem:
• Atleticismo absurdo
• Explosão nas infiltrações
• Arremesso de médio alcance cada vez mais mortal
• Capacidade de pontuar de qualquer forma
• Confiança, carisma e aquele “instinto assassino” que só os grandes têm

Edwards já ultrapassou 300 arremessos convertidos em uma temporada, vive aparecendo entre as melhores jogadas da semana e entrega highlights que fazem qualquer torcedor saltar do sofá. A verdade é simples: quando ele pega fogo, a gente sente. O ginásio sente. A liga inteira sente.

Mas o que realmente movimentou a NBA nos últimos dias foi a resposta dele para uma pergunta clássica:

“Qual é o seu Top 5 da história?”

Edwards não titubeou.
Ele falou do jeito dele, direto, sincero, sem filtro:

Michael Jordan
Kobe Bryant
Allen Iverson
Kevin Durant (seu ídolo declarado)
…e ele mesmo.

Não deu espaço para Curry.
Não colocou LeBron James.
Não mencionou Magic, Shaq, Duncan, Wilt ou Kareem.

E, claro, isso gerou um TERREMOTO nas redes sociais.

Muita gente entendeu como ousadia demais.
Outros viram uma demonstração pura de confiança.
Alguns acharam que foi só marketing.
E tem quem diga que Edwards apenas falou a sua verdade.

A grande questão é:

Anthony Edwards foi sincero… ou só quis criar barulho na liga?

Vindo dele, conhecendo sua personalidade — competitiva, intensa, destemida — é muito provável que tenha sido pura sinceridade. Anthony Edwards não é o tipo de jogador que fala para agradar. Ele fala o que pensa, vive do jeito que acredita e joga com a alma.

E talvez… talvez seja justamente isso que faz dele um dos jogadores mais empolgantes e versáteis da NBA hoje.

Agora eu quero saber de você:

👉 O que você achou do Top 5 de Anthony Edwards?
👉 Foi real ou foi marketing?
👉 Você concorda ou acha que ele deixou muita gente grande de fora?

Comente aqui embaixo. Vamos debater! 🏀🔥

Stephen Curry encerrrou oficialmente seu contrato com a Under Armour, parceria que durou mais de 10 anos.Durante esse pe...
11/15/2025

Stephen Curry encerrrou oficialmente seu contrato com a Under Armour, parceria que durou mais de 10 anos.
Durante esse período, Curry não foi apenas um atleta da marca — ele virou a marca.

Foi ele que impulsionou as vendas, trouxe relevância para os modelos de basquete da UA e colocou a empresa no mapa como uma das grandes concorrentes da Nike e da Adidas no mundo dos sneakers.

Mas algo chamou ainda mais atenção:

No seu último jogo, Curry não perdeu tempo.
Já apareceu usando a Nike Kobe “Mambacita”, um modelo super simbólico e muito respeitado na NBA.

E aí vem a parte que quase ninguém entende:

Curry NÃO PODIA usar Nike antes. Por quê?

Parece simples, né?
Um tênis bonito, confortável, de uma lenda como Kobe Bryant…
Mas, por contrato, Curry estava proibido de usar qualquer tênis que não fosse Under Armour — mesmo fora de quadra, em muitos casos.

Isso é normal na NBA:

Se você assina com a Under Armour, usa Under Armour.

Se assina com a Adidas, usa Adidas.

E por aí vai.

Agora que Curry está “livre”, ele pode fazer algo que qualquer pessoa comum faz sem pensar: calçar o tênis que quiser.

E é aqui que f**a interessante…
A imagem de Curry com um Nike Kobe — um dos modelos mais populares entre os jogadores — parece até extraordinária, justamente porque era algo proibido para ele durante anos.

E agora? Curry deveria assinar com a Nike? 🤔

Essa é a grande questão.

Há três cenários possíveis:

1. Assinar com a Nike

Visualmente combina MUITO com ele.
A marca tem tradição, simbologia forte, e os “Kobes” são praticamente o tênis universal da NBA.

Curry usando Nike é quase como um “ciclo natural” finalmente se completando.

2. Criar sua própria marca (estilo Jordan Brand)

Ele já tem influência suficiente para isso.
E seria o movimento mais ambicioso da carreira fora das quadras.

3. Assinar com outra marca em ascensão

Como New Balance, Puma ou até Anta.
Essas marcas adoram invest

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