02/22/2026
+1 ano. Obrigado, Deus.
Aos 26 anos eu perdi duas coisas que eram meus “ídolos”:
o futebol e a comida.
No primeiro jogo do senior year, quebrei a perna.
No fim do ano, Deus também começou a tirar de mim a comida como fuga.
E quando eu falo “ídolo” ou “droga”, é tudo aquilo que usamos para fugir da realidade. Aquilo que ocupa o lugar de Deus.
Eu achava que precisava dessas coisas para me sentir vivo.
Mas quando elas foram embora, eu percebi o vazio.
E aprendi algo forte:
ou você é cheio de Deus, ou vai tentar se encher de outra coisa.
Dói perder.
Dói viver a realidade.
Mas viver anestesiado dói a vida inteira.
Hoje eu entendo:
o fundo do poço é o melhor lugar.
Porque lá só existe uma direção — olhar para Deus.
Ainda estou aprendendo.
Mas sei que perder meus ídolos foi, na verdade, amor de Deus comigo.