08/14/2026
🧠Conviver com uma família em que mais de uma pessoa tem TDAH muda a forma como enxergamos muitos comportamentos.
Aquilo que, para quem vê de fora, pode parecer preguiça, desinteresse ou desorganização, muitas vezes é consequência de dificuldades reais nas funções executivas do cérebro, como planejamento, organização, memória operacional, controle inibitório e regulação emocional.
Isso não significa que tudo deva ser aceito sem limites. Pessoas com TDAH precisam de responsabilidade, estratégias e tratamento. Mas também precisam de algo que faz toda a diferença: compreensão. Compreender não é passar a mão na cabeça; é entender a origem da dificuldade para encontrar a melhor forma de enfrentá-la.
Esse tema também é muito pessoal para mim. Além de médica, eu também convivo com uma família com TDAH. E isso me ensinou que, quando ciência e acolhimento caminham juntos, a vida de toda a família muda para melhor.
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