Eu to voltando pra casa

Eu to voltando pra casa Depois de 21 anos fora do Brasil, tô voltando pra casa!
🌍Me segue nessa jornada
↘️ Consultoria / Viagens & Experiências / Coach de Felicidade

Dog friendly, family friendly, LGBTQ+ friendly

23/08/2026

Já pedi para ser turista também. E fui.

Mas, com o tempo, cresci e descobri que ser viajante é muito melhor.

O turista quer conhecer os lugares que todo mundo conhece.

O viajante começa a procurar o que está além do roteiro.

Ele presta mais atenção.

Escolhe apoiar pequenos negócios locais.
Vai onde há menos gente — e onde seu dinheiro pode fazer mais diferença.

Se interessa pelas histórias, pelas pessoas e pelas conexões reais.

A gente começa a fotografar menos para provar que esteve ali e a viver mais para lembrar do que sentiu.

Posta menos sobre onde está e conversa mais sobre o que descobriu

Até que chega um momento em que você percebe:

viajar não é sobre dizer para onde você foi.
É sobre voltar para casa diferente de quando saiu.

E talvez seja aí que a viagem realmente começa.

Porque depois de conhecer o mundo, a gente para de tentar parecer viajante… e começa simplesmente a viver.

21/08/2026

Uma das coisas que mais tem me dado alegria desde que voltei ao Brasil é poder voltar às feiras de rua.

Conversar com os feirantes, escolher frutas, provar coisas, ouvir histórias… e, principalmente, apoiar quem trabalha todos os dias para colocar comida na nossa mesa.🍊🍅🥬

Recentemente fiquei pensando em uma coisa:

Por que a gente negocia tanto justamente com quem, muitas vezes, mais precisa?

Eu comecei a pesquisar onde encontrar o melhor preço, mas decidi uma coisa: vou parar de pechinchar.

Porque é curioso…

Quando compramos de grandes empresas que movimentam milhões — supermercados, grandes marcas, multinacionais — a gente quase nunca chega no caixa e fala:

“Moça, faz por menos?”

Mas quando é o pequeno feirante, que acordou de madrugada, montou sua barraca e passou horas ali para vender suas frutas e verduras, a gente acha normal tentar arrancar mais alguns reais do preço.

Talvez esteja na hora de repensar essa cultura.

Economizar é importante. Mas, quando a diferença é pequena para nós e signif**ativa para quem está vendendo, talvez pagar o preço justo seja uma forma simples de solidariedade.

Desde que voltei, tenho descoberto que apoiar o comércio local não é apenas sobre onde eu gasto meu dinheiro.

É sobre quem eu escolho fortalecer com ele.

E você?

Você apoia sua feirante?
Ou ainda é daqueles que pede “faz por 5?”

Me conta nos comentários.

17/08/2026

Depois de 21 anos fora, finalmente passei meu aniversário em casa 🇧🇷

E talvez eu só esteja entendendo agora o quanto isso signif**a

Pela primeira vez em mais de duas décadas, meu aniversário aconteceu na terra onde eu nasci

A terra que me viu dar os primeiros passos
Que conhece meu sotaque antes mesmo de eu falar
Que guarda memórias que eu nem sabia que ainda carregava

E foi mágico sentir essa terra celebrando comigo

Ao lado da minha família
De amigos antigos
De pessoas que fazem parte da minha história

E do jeitinho mais brasileiro possível: em um pequeno festival de cores, música, comida e gente na rua — no meu próprio bairro

Nada sofisticado. Nada grandioso

Só vida acontecendo

E foi justamente ali que percebi uma coisa:
“Eu nem sabia que sentia tanta falta disso”

Depois de tantos anos vivendo fora, conhecendo outros países, culturas e maneiras de viver, voltar para casa não signif**a voltar a ser quem eu era.

É descobrir quem eu me tornei - no lugar que ajudou a me transformar.

Talvez exista uma parte da gente que nunca vai embora completamente

Ela f**a esperando, em algum lugar, para ouvir novamente os sons, sentir os cheiros, provar os sabores e reconhecer aqueles pequenos detalhes que dizem:

“Você está em casa.”

Neste aniversário, não ganhei apenas mais um ano de vida.

Ganhei um reencontro.

Com minha terra.
Com minhas memórias.
Com pessoas que amo.
E, de certa forma, comigo mesmo.

Que presente voltar para casa

27/07/2026

Que linda experiencia… voltando para a casa nos nossos corações

16/07/2026

**3 meses…**

É tudo novo… mas de um jeito estranhamente familiar.

Voltar para casa signif**a reconectar: com as pessoas, com a família e, principalmente, com você mesmo.

Percebi que reconstruir uma comunidade é muito parecido com criar uma do zero. Depois de tantos anos fora, quase tudo precisa ser reconquistado.

É como se eu tivesse me mudado para outro país. Preciso descobrir onde fazer compras, onde encontrar um bom café, onde sair, quais são os lugares que todo mundo conhece e eu ainda não.

A diferença é que, dessa vez, eu já falo a língua =)

E ainda tenho amigos antigos e família para dar aquela ajudinha quando fico perdido.

O maior desafio foi entender uma coisa simples: embora essa tenha sido minha casa por muitos anos, **eu não sou mais a mesma pessoa. E a cidade também não.**

Quando aceitei isso, o jogo começou a virar.

Passei a explorar minha própria cidade como um novato. Conhecer pessoas como um estrangeiro (outro dia até me perguntaram se eu era daqui ). E, aos poucos, comecei a viver o presente de verdade.

Porque a verdade é que, quando a gente para de tentar reviver o passado e também deixa de controlar o futuro, sobra espaço para viver o agora.

E que presente.

Então, se você está pensando em voltar — ou passando por qualquer grande mudança — talvez o melhor conselho seja este:

Viva sem muitas expectativas. Curioso. Presente.

O resto vai encontrando o seu lugar.

20/06/2026

Eu já vi muitos velhinhos e velhinhas vivendo a vida em várias partes do mundo.

Já vi aposentados pedalando na Europa, jogando golfe nos Estados Unidos, meditando na Ásia…

Mas eu sentia saudade dos nossos velhinhos brasileiros.

Ontem, andando por Santos — cidade famosa pelo porto, pelo Pelé e pelo perigoso café preto (muitos P’s) — vi um grupo de senhores reunidos jogando algo que, honestamente, eu achei que fosse bocha.

Mas não.

Era algo tão tradicional e tão brasileiro que nem eu conhecia: malha.

Sim. Se você achava que malha era só tecido de camiseta, leggings ou roupa de academia… se enganou.

Malha também é jogo. E aparentemente é coisa séria.

Fiquei curioso, fui conversar, aprendi as regras, joguei… e agora oficialmente posso dizer:

Virei malheiro.

Ainda não sei se isso vai pro currículo, pro LinkedIn ou pro Tinder, mas aconteceu.

E sabe o que eu mais gostei?

Velhinhos vivendo a velhice tem em todo lugar.

Mas velhinhos brasileiros te ensinando coisas novas sobre o seu próprio país… isso é especial.

Tem algo muito bonito em voltar pra casa e perceber que ainda existe tanto pra descobrir.

Às vezes a gente viaja o mundo inteiro achando que vai aprender lá fora…

…e descobre uma nova paixão na praça da esquina.

E você? Do que sente ou sentia mais falta do lugar de onde veio?

Manda esse vídeo pros velhinhos da sua família. ❤️

18/06/2026

Uma das coisas de que eu mais sentia saudade do Brasil era do forrozinho. 🪗

E não é pouca saudade, não.

Mesmo morando fora, eu organizava festas de forró, dava aula pra gr**go que nunca tinha ouvido falar em xote (e que achava que dois pra lá e dois pra cá era engenharia avançada), e até organizei festa junina com banda de forró de verdade.

Mas uma coisa eu aprendi: dá pra levar o forró pra qualquer lugar do mundo… mas tem uma energia brasileira que só existe aqui.

Saudade de lugar onde o forró tá na veia.
Onde ninguém dança “contando passo”.
Onde o povo já chega arrastando chinelo no ritmo da sanfona.

Semana passada finalmente matei essa saudade no Festival Junino do Provolone, em São Paulo.

E que lugar sensacional.

Tinha artesanato, comida boa, roupas, cantinhos escondidos e até um espaço mais escurinho pra dançar aquele xote coladinho… (daqui a uns 9 meses a gente confere o impacto social do evento).

Na sala principal, uma quadrilha animadíssima quando chegamos. Depois, música ao vivo com trio do interior e muito arrasta-pé.

Resumindo: saí feliz, suado e com dor na panturrilha. Ou seja, foi perfeito.

Se você perdeu, calma que tem mais.

📅 Dia 27 de junho tem mais uma edição inesquecível: FORRÓ CEDIN

⏰ Das 9h às 22h+
📍 .mada

🎤 Estreia do
🔥 +7 atrações confirmadas

O que te espera:
☕ Café da manhã forrozeiro
🍛 Comidas típicas
💋 Barraca do beijo
💌 Correio elegante com 5 cúpidas
🧘 Aula de yoga
💃 Aula de forró
🛍️ Feira mix
🌽 E MUITO arrasta-pé

Já manda esse vídeo pros amigos e bora simbora.

A gente se encontra lá. 🪗❤️
PraCasa — trazendo sua saudade do Brasil de volta pro coração.

14/06/2026

Uma das coisas de que eu mais sentia saudade do Brasil eram as quermesses de junho e julho.

Porque tem coisa mais brasileira do que sair de casa dizendo “vou só dar uma passadinha” e voltar três horas depois pensando se ainda cabe canjica, pastel e sobremesa?

Ontem fui pela primeira vez à Quermesse do Mosteiro da Luz, em São Paulo, e foi uma das melhores surpresas desde que voltei ao Brasil.

O lugar está lindo, decorado com carinho em cada detalhe. As monjas fazem os pães dentro do próprio mosteiro e vendem por lá (e eu gostaria de informar que exerci um autocontrole histórico para não levar metade da produção para casa). A comida estava deliciosa — talvez a melhor comida de quermesse que eu já comi.

Tinha brincadeiras para as crianças, almofadas de palha espalhadas pelo espaço e, para completar, aos sábados a entrada para o Museu de Arte Sacra é gratuita. Ou seja: você alimenta o estômago, a alma e a cultura.

Parabéns a todos os envolvidos, especialmente ao .rabello , , e .

Vocês fizeram muita gente sair de lá feliz. E alguns saíram um pouco mais felizes na balança também.

📍 A Quermesse do Mosteiro da Luz acontece aos sábados e domingos, das 10h às 19h, até o dia 26 de julho.

📍 Mosteiro da Luz – Av. Tiradentes, 676 – Luz, São Paulo (ao lado do metrô Tiradentes)

🎟️ Entrada gratuita, com sugestão de doação de 1 kg de alimento não perecível para as ações sociais do convento.

🚪 Entrada pela Rua Jorge Miranda, 43.

Me segue para matar a saudade do Brasil ou descobrir as coisas lindas que existem por aqui e que muita gente ainda não conhece. 🇧🇷❤️

12/06/2026

Demorou pra eu perceber…

Mas nesses 21 anos morando fora , eu tentei recriar nossa cultura e alegria de viver em vários lugares do mundo.

Um amigo americano que mudou pro Brasil alguns anos atrás, Bobby, me lembrou isso

Na Inglaterra eu organizava eventos e festas Brasileiras .

na Índia e na Itália eu achava bonito o quanto a cultura deles era parecido com a nossa, celebrando a vida todo dia .

Nos Estados Unidos eu não só abri um café de cultura Brasileira , como também fui produtor do festival Brasileiro por quase 10 anos, e iniciei minha pesquisa de felicidade, tendo como base nossa alegria de viver.

Nesse tempo todo, Brasileiros e pessoas que gostavam da nossa cultura se conectavam com tudo que eu criava .

Mas não era uma criação minha , era uma saudade, uma vontade estar aqui mesmo no Brasil, e poder experienciar tudo isso de forma natural

Agora que voltei, algumas coisas fazem mais sentido . Sinto que não preciso criar nada, que já sou parte dessa criação e cultura incrível e celebra a vida todo dia.

Ontem por exemplo , achei um forró com amigos. Gratuito, incrível, e celebratório.

Pronto. Sinto que não preciso criar ou re-criar nada.
Já sou parte me mim mesmo - estou completo.

Obrigado e Bobby!

01/06/2026

Uma das coisas que eu mais sentia falta em São Paulo era a quantidade absurda de eventos e festivais espalhados pela cidade.

Na época em que eu mudei daqui, a **Paulista Aberta** ainda não existia.

Então, foi a minha primeira vez experimentando a avenida principal fechada: aquele estilo europeu de pedestre, só que, obviamente, com o puro suco do jeitinho brasileiro.

O cenário é maravilhoso: em cada esquina toca um gênero musical diferente.

Tinha desde dança típica do Norte ao Sul até canal de TV gravando ao vivo. Tinha barraca de doce, artesanato e, claro, o clássico dos clássicos: **um paulista legítimo te vendendo queijo mineiro legítimo, em plena Avenida Paulista.**

Identidade cultural é isso aqui!

Mas o mais legal mesmo é o senso de comunidade. É ver todas as classes sociais, cores, gêneros e crenças dividindo o mesmo asfalto.

E para fechar com chave de ouro, topamos com uma celebração de Krishna. O pessoal dançando, tocando música indiana e distribuindo uns bolinhos que eram deliciosos, mas que visualmente pareciam meio... duvidosos (comi e passo bem!).

Para melhorar, eles ainda avisaram que ia rolar um almoço gratuito no centro Hare Krishna.

Essa experiência resume perfeitamente como o Brasil funciona: entre o caos e a música, a dança e os desfiles, o amor e o humor... o Brasil simplesmente acontece!

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**Quer viver essas experiências comigo? ✈️✨**

Fique ligado nos próximos eventos e viagens!

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