Iglesia Fuente de Vida

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26/08/2026

26/08/2026

“… e quem não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de mim.” Mateus 10:38

Pensamento: Para o discípulo, tomar a cruz não é apenas aceitar dificuldades ou obstáculos. Não é aguentar uma enfermidade, um emprego duro ou um parente difícil. É algo decisivo e ativo. É fruto de uma atitude que o discípulo toma. É por isso que Jesus disse que nós “tomamos” a “nossa” cruz. É fácil matar o corpo e quase impossível matar a vontade do homem.

Todos os passos tomados para matar o velho eu, e de viver a nova vida em Cristo Jesus são passos em direção ao nosso Calvário. Isso não é algo imposto. É o que nós decidimos fazer por causa de Jesus. Como Davies e Allen observam em seu comentário, a cruz é uma metáfora para abnegação total. Isso é confirmado no versículo seguinte (10:39).

Embora uma figura, é para ser aplicada à vida real tal qual foi a cruz de Jesus na vida dele. O que é a sua cruz? É qualquer coisa de Jesus que você ainda não negou ou abraçou, repudiou ou defendeu, abriu mão ou se agarrou. Qualquer coisa de Jesus. O fato de que nós achamos difícil aplicar esta figura a nós é prova do quão pouco conhecemos Jesus e do quão pouco temos o convidado para comandar as nossas vidas.

Leia o Sermão do Monte orando a Deus e pedindo que ele abra seus olhos para a cruz. Se orar de coração sincero, e ler de espírito aberto, começará a ver cruzes espalhadas por todas as palavras do Senhor. E o mais impressionante — terá cada vez mais vontade de encostar seu ombro e levantar cada cruz que você enxergar por causa de Jesus. Ao conhecer melhor seu Senhor, você fará isso, porque ele é digno e ele lhe tornará também.

25/08/2026

25/08/2026

“Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim; quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim não é digno de mim;” Mateus 10:37

Pensamento: Jesus prezou o amor à família e os cuidados para com nossos familiares. Ele repreendeu os fariseus que queriam burlar a obrigação de cuidar dos pais (Mt 15:3-6). Várias das parábolas de Jesus tratavam da importância de amor e respeito entre pais e filhos. Mas, Jesus sabia como o amor familiar poderia competir com o amor a Deus, e é contra isso que ele nos alerta.

Durante o regime Nazista na Alemanha, havia cristãos que poderiam ter ido à prisão ou à morte, mas, que, para proteger suas famílias, calaram-se frente às atrocidades. É uma coisa você enfrentar tortura ou prisão pessoalmente. Porém, é outra coisa você ver seus filhos passando pela mesma coisa. Hi**er sabia disso e usou as famílias para manipular muitas pessoas de fé.

O inimigo sempre usou a família e continua a usar até hoje. São as pessoas mais próximas que mais nos influenciam. Às vezes reagimos ou nos rebelamos contra elas. No entanto, sua influência é inegável. Você pode não desistir de crer em Jesus por causa de um parente, mas pode deixar de praticar ou viver a verdade como Jesus lhe ensinou, e isso será pior. Você mesmo participará do seu próprio engano e consequentemente do engano a incontáveis outros — inclusive seus amados. Seja fiel a Jesus.

Dietrich Bonhoeffer, um jovem pastor Luterano morto pelos Nazistas, disse que nosso compromisso com Jesus tem que ser tão absoluto que todos os outros relacionamentos ficam sujeitos a sua autoridade. A melhor forma de amar qualquer outra pessoa é amando acima dela o único Salvador que ela terá. Só assim é que ela poderá descobrir a Quem deve amar, porque descobrirá Quem realmente a ama.

24/08/2026

24/08/2026

“Pois eu vim para fazer que o homem fique contra seu pai, a filha contra sua mãe, a nora contra sua sogra; os inimigos do homem serão os da sua própria família”. Mateus 10:35-36

Pensamento: Aqui Jesus explica o tipo da situação em que ele veio trazer uma espada. Em qualquer relacionamento onde pelo menos uma das partes rejeita a paz de Jesus haverá conflito. Esta espada não é para matar. É para separar. Talvez melhor dito, é para revelar a separação que já existe.

Cada decisão que o discípulo toma que o leva mais próximo de Jesus, leva-o mais distante de qualquer um que não se submete também a Jesus. Isso aumenta numa proporção igual à importância daquele relacionamento. Filhos que seguem Jesus e querem que ele determine seus planos sobre carreira, casamento e qualquer outra coisa, enfrentarão a oposição de pais e irmãos que não têm Jesus como Senhor.

Pais que querem criar seus filhos em obediência a princípios bíblicos enfrentarão a resistência e oposição de filhos que não têm Jesus como Senhor. A espada de Jesus passa para mostrar a separação e a morte espiritual que a rebelião dos homens contra Deus produz. Onde é mais sentida? Nos relacionamentos mais próximos.

Beare observou que o efeito final da presença de Jesus em nossas vidas é reconciliação com Deus e paz eterna; mas, o efeito imediato é frequentemente conflito. A alienação familiar devido a nossa submissão a Jesus, para alguns “é mais difícil de aguentar que o perigo de prisão, tortura ou morte.” É exatamente por isso que Jesus não cede lugar.

A nossa vida eterna depende na firmeza do Senhor. A vida eterna de pais, filhos e irmãos, também dependem na nossa firmeza. Vamos lembrar que Jesus passou pessoalmente por essa experiência (Mc 3:21). Se você passa por conflitos em família por causa de Jesus, ore a ele e peça ajuda. Jesus conhece intimamente sua situação, e ele lhe dará a força e a graça que você e seus amados precisam.

Que você possa amar a sua família terrestre ao ponto de um dia,

23/08/2026

23/08/2026

“Não pensem que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada.” Mateus 10:34

Pensamento: Alguns veem Jesus como “tudo de bom, paz e amor”. Sem dúvida Jesus quer paz e amor para com todos. Mas, nem todos querem a paz que vem só com o domínio de Deus. Muitos o querem como Salvador. Mas, para isso temos que aceitá-lo também como Senhor. É aí que começa a grande divisão.

A partir do momento em que deixamos Jesus determinar nossas decisões e escolhas, o que faremos, para onde iremos, o que aceitaremos e o que rejeitaremos — começa uma separação. É inevitável que o conflito venha. Colegas, amigos, e parentes que se acostumaram com o velho eu — com escolhas, atitudes e ações de acordo com os padrões deles — vão entrar em choque com o novo eu, que só segue o que Jesus quer.

Jesus não quer afastar ninguém. Ele queria que todos se aproximassem. Mas, a escolha que nós fazemos de seguir Jesus inevitavelmente é uma escolha para rejeitar os padrões e valores de homens. E isso os homens não gostam. Por isso Jesus pode dizer com toda franqueza que ele traz uma espada.

Nas mãos de homens, frequentemente a espada tem sido para dominar e matar. Nas mãos de Jesus é para libertar e levar à vida. E a paz que Jesus traz é verdadeira e eterna

22/08/2026

22/08/2026
“Mas aquele que me negar diante dos homens, eu também o negarei diante do meu Pai que está nos céus.” Mateus 10:33
Pensamento: Embora Jesus sequer usa a palavra, mais uma vez o assunto é — medo. Medo e suas consequências. Tudo que fazemos e tudo que falamos aqui tem consequências eternas. Precisamos lembrar que negamos a Cristo não só em confrontos quando questionados, como Pedro, que negou Cristo três vezes. Nossa negação de Jesus hoje é mais sutil — é no silêncio e no comodismo.

Quando foi a última vez que você falou sobre Jesus com um estranho na parada de ônibus ou na fila do caixa? Você se lembra a última vez que você falou de Jesus em sala de aula ou em conversa com colegas de trabalho? Podemos falar de política e de futebol com qualquer um. Todos têm opinião sobre o clima, a economia, aquele jogo, aquele novo filme, aquela cena no jornal. A gente fala dessas coisas com a maior naturalidade. Mas, quantas vezes falamos daquele que deu sua vida por nós, que, pelo que cremos, está bem ali ao nosso lado.

Na hora do aperto, da tragédia, dos nossos grandes medos — chamamo-lo e esperamos que ele nos ouça. Será que ele não ouve também o som ensurdecedor do nosso silêncio? Nossos amigos, colegas e parentes não têm algo mais importante que futebol, dieta, moda ou economia para ouvir? Eles não precisam ouvir falar mais de Jesus? Quem Jesus está esperando que vá falar com eles?

Se nós não falamos porque pode incomodar, deixar alguém meio sem jeito, ou até criar uma situação de conflito, o que é isso? Não foi isso que ele acabou de nos informar que aconteceria? E se nós nos calamos diante de tal possibilidade, o que é isso? Isso não é negá-Lo? Pense.

21/08/2026

21/08/2026

“Quem, pois, me confessar diante dos homens, eu também o confessarei diante do meu Pai que está nos céus.” Mateus 10:32

Pensamento: Neste discurso Jesus tem falado muito em medo. O medo pode tomar diferentes formas, bem como ter diversas causas. Aqui Jesus trata de uma causa específica do medo — medo de confessá-lo como nosso Senhor.

Nossa lealdade não é a uma obra escrita, um conjunto de crenças e muito menos a uma igreja. Nossa lealdade é a uma pessoa — Jesus Cristo. Será que estamos O confessando? Ou será que falamos mais em nossa igreja, na Bíblia, ou nos líderes do nosso movimento? Não somos discípulos de nenhuma igreja. Não foi a Bíblia que nos salvou. Não foi nenhum ser humano que pagou o preço pelos nossos pecados.

A Bíblia pode nos levar a crer em Jesus (João 20:31) e é a sagrada palavra de Deus. A igreja é a noiva de Jesus (Ef 5:25-27; Ap 19:7) e ele deu sua vida por ela. Jesus deixou evangelistas, pastores e mestres para edificar a igreja (Ef 4:11) numa santa missão. No entanto, no dia do julgamento, qual destas obras ou pessoas nos confessará perante o Pai? Nenhuma — só Jesus.

Confessar Jesus não é só ir à igreja e estudar a Bíblia. O verbo traduzido “confessar” aqui literalmente significa “professar” ou “declarar”. Acima de tudo é o que nós falamos — é falar de Jesus. Como vai o seu testemunho de Jesus? Quando foi a última vez que você falou com alguém sobre Jesus?

20/08/2026

20/08/2026

“Não se vendem dois pardais por uma moedinha? Contudo, nenhum deles cai no chão sem o consentimento do Pai de vocês. Até os cabelos da cabeça de vocês estão todos contados. Portanto, não tenham medo; vocês valem mais do que muitos pardais!” Mateus 10:29-31

Pensamento: Esta é a quarta vez neste capítulo em que Jesus fala em medo. E não é sem razão. Homens e mulheres dos dias de Jesus temiam a violência (como nós), a injustiça (como nós), a corrupção (como nós) e ainda pessoas que abusavam da sua autoridade, exatamente como nós tememos.

É impressionante como, em dois mil anos, os motivos do medo mudaram tão pouco. E ainda tem gente que diz que a Bíblia é antiquada! Mas, o Deus que tememos é o Pai que cuida até dos animais — e animais tidos como insignificantes, como os pardais.

Se nosso Pai cuida deles, quanto mais de nós, que fomos criados à sua imagem, nós, pelo qual Jesus deu sua vida? Jesus não promete livramento de perseguição ou sofrimento. Ele promete a presença do Pai ao nosso lado, seja o que for que estejamos enfrentando.

É como Max Lucado bem lembrou “Há muitas razões pelas quais Deus lhe salvou: para trazer glória para si mesmo, para cumprir sua justiça, para demonstrar sua soberania. Mas, uma das razões mais tenras pela qual Deus lhe salvou é porque ele gosta tanto de você. Ele gosta de ter você por perto… Ele podia habitar em qualquer canto do universo, mas ele escolheu o seu coração…”

Se tiver algo lhe perturbando neste momento, entregue a Deus e peça para Ele cuidar. E não se esqueça, o Todo Poderoso está bem de perto — dentro de você. Fale com ele agora.

19/08/2026

19/08/2026

“Não tenham medo dos que matam o corpo, mas não podem matar a alma. Antes, tenham medo daquele que pode destruir tanto a alma como o corpo no inferno.” Mateus 10:28

Pensamento: O dicionário Houaiss apresenta mais de cento e trinta substantivos terminando em “fobia”, a maioria referentes a diferentes tipos de medo ou aversão. “Uiofobia” é a aversão aos próprios filhos. “Querofobia” é o horror à alegria. “Teofobia” é definido como “horror a Deus” e “eclesiofobia” é aversão a igrejas.

Algumas fobias são mais conhecidas como “claustrofobia”, o medo de lugares fechados, e “hidrofobia”, o temor de líquidos. Como Robert G. Lee observou, infelizmente, muitas pessoas aprenderam a temer coisas que não devem temer, mas nunca aprenderam a temer a Deus. Muitos temem o que os homens podem fazer, mas não o que Deus fará no dia do julgamento aos que não creram e nem se arrependeram.

Em pleno século XXI, alguns Cristãos ainda enfrentam oposição e até perseguição por causa da sua fé em Deus. Seguir Jesus pode custar amigos, família, emprego ou até a vida para alguns. Entretanto, quem devemos temer mais — homens ou Deus? Pedro chegou a temer homens, a ponto de negar veementemente que conhecia a Jesus. Porém, pela graça de Deus e pelo poder da fé, o simples pescador se arrependeu a ponto de proclamar Jesus diante das ameaças das maiores autoridades do país.

Vale lembrar as palavras dele: “Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens.” (Atos 5:29) Pelo nosso temor ao Senhor podemos ajudar outros a escaparem do terror eterno. Talvez o oposto do medo não seja a coragem, e sim, a fé naquele que é maior do que tudo que nós tememos aqui. Se escolhermos, como Pedro, temer somente a Deus — não há mais nada que temer. Ouça as palavras do Senhor — tema somente a Deus e confie em Jesus.

18/08/2026

18/08/2026

“O que eu lhes digo na escuridão, falem à luz do dia; o que é sussurrado em seus ouvidos, proclamem dos telhados.” Mateus 10:27

Pensamento: Jesus confidenciou muitas verdades aos discípulos que não era para eles saírem falando. Não é que Jesus teve medo das autoridades. Havia muitas coisas que os discípulos só viriam a entender após a ressurreição. Também, Jesus não queria provocar uma reação antecipada dos seus adversários. Ele tinha que esperar a hora certa para o confronto, e quando aquela hora chegou, ele não hesitou.

Ele assumiu abertamente quem ele era e porque veio - embora isso lhe custou a vida. O importante para nós é que, agora, à luz do dia, à vista de todos, nós proclamemos o Evangelho e chamemos a todos a seguirem a Jesus. Precisamos lembrar que dois dos maiores aliados do nosso inimigo são a escuridão e o silêncio.

O medo e o receio fazem com que o Cristão se intimide e se cale. Se nós não falamos de Jesus, quem falará? Deus lhe fez ver algo importante no seu tempo de devocional esta semana? Você compartilhou com alguém no trabalho? Você descobriu algo que lhe comoveu sobre o amor de Jesus por você recentemente? Conte para um amigo ou colega.

Às vezes, Deus se comunica conosco de forma pessoal e particular. Algumas das coisas que ele revela são íntimas e pessoais. Contudo, há outras coisas que podem edificar ou alertar amigos, colegas ou parentes que precisam daquela palavra do Senhor.

Se for algo que vai ajudar alguém a compreender e ser alcançado pelo grande amor de nosso Pai, sem dúvida há outras pessoas na sua vida que precisam ouvir aquela mensagem. Não se intimide. Conte. Fale. Compartilhe. Jesus quer usar a sua voz. Você deixa?

17/08/2026

17/08/2026

“Portanto, não tenham medo deles. Não há nada escondido que não venha a ser revelado, nem oculto que não venha a se tornar conhecido.” Mateus 10:26

Pensamento: Jesus usou a palavra “medo” mais de setenta vezes nos Evangelhos. Contando seus alertas sobre medo e suas exortações sobre coragem, Jesus provavelmente falou mais sobre medo do que qualquer outro assunto — e com razão. O medo nos faz hesitar, reconsiderar e parar. O medo acanha, intimida e finalmente paralisa.

O inimigo joga tudo contra nós na tentativa de nos intimidar — e finalmente nos calar. Por quê? Porque ele sabe que se nós falamos, vidas começarão a ser transformadas e, finalmente, almas serão salvas. Não é por nós, mas pelo poder do Evangelho que nós comunicamos.

O estadista irlandês, Edmund Burke disse “A única coisa necessária para que o mal triunfe é que bons homens façam nada”. O que será que nós, diante do medo, faremos? Jesus está alertando seus discípulos e nós também que dias difíceis virão para aqueles que realmente querem ser como seu Mestre. Precisamos amar aqueles que nos atacam e agem como inimigos. Mas não devemos nos calar diante deles. A verdade precisa ser dita com amor, mas precisa ser dita.

Nos nossos dias, a pregação de Jesus como único Senhor e Salvador incomoda membros de outras religiões. A denúncia de certos pecados é vista cada vez mais como “preconceito” e “discriminação”. No entanto, é preciso proclamar as verdades que Jesus nos entregou. Todos vão saber, mais cedo ou mais tarde.

O alerta de Jesus é que nós temos a responsabilidade de avisar enquanto há tempo para se arrepender. No dia do julgamento será tarde demais para os que não sabiam — e pode ser também para nós que, por medo, deixamos de falar. Escute as palavras de Jesus — não tenha medo.

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